sexta-feira, julho 31, 2009

PSICOLOGIA ESCOLAR, PÉLADAN, ENILDO, TATURANA STF & TATARITARITATÁ NA DIFUSORA!



PSICOLOGIA ESCOLAR - A escola é um ambiente que envolvem inúmeros pessoas e inúmeros comportamentos. A sua função além do desenvolvimento das questões pedagógicas, envolvem um processo de interação entre alunos, professores e profissionais que compõem o ambiente. Nos últimos anos a escola tem passado por uma série de transformações atinentes ao novo modelo organizacional instaurado com a emergência tecnológica e a renovação paradigmática que vem se desenvolvendo em todo planeta. A partir dessas circunstâncias, a escola tem se tornado um referencial que tem destinado uma série de debates na busca do seu envolvimento não só interno quanto externo, ou seja, não só horizontalizar o relacionamento entre alunos, professores e profissionais escolares, como também inserir a comunidade nas suas discussões. Essa inserção faz parte da tentativa de inclusão social e plenitude do exercício de cidadania. A revolução ocorrida no interior da escola recentemente ocorreu a partir da promulgação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, instituindo uma modernização no ensino, uma globalização do currículo, ampliação do seu raio de ação agora não mais interno mas compreendendo a comunidade ao seu redor, transversalização de temas importantes na discussão da cidadania e o seu exercício, emancipação participativa do indivíduo interagindo com o seu meio e conciliando seus anseios individuais com os interesses coletivos, dentre outras generalizações importantes para o desenvolvimento das atividades pedagógicas. A partir de discussões ocorridas tomando por base postulados de Emília Ferreiro, Célestin Freinet, Paulo Freire, Howard Gardner, Jean Piaaget, Lev Vygotsky, dentre outros, vem ocorrendo transformações no sentido de implementar um ensino de qualidade, maior eficiência e eficácia quanto ao resultado de aprendizagens, preparação do aluno para o trabalho, consciência global atinente às questões da ética, da saúde, da pluralidade cultural, da meio ambiente, da sexualidade, além de tantos outros importantes conceitos e definições incluídas no contexto educacional vigente. Com este reposicionamento que vem ocorrendo na escola, o profissional de psicologia assume papel importante no contexto de orientação pedagógica no sentido de delinear uma conseqüente política educativa que envolva a todos, sejam alunos, sejam professores, sejam profissionais da escola. Veja mais aqui  e aqui .

TATARITARITATÁ NA DIFUSORA DE ALAGOAS - Gentamiga, A partir do dia 08 de agosto, a partir das 9:30hs, o Tataritaritatá estará na programação da Radio Difusora, de Maceió.O Tataritaritaritatá fará parte do Programa Alagoas Frente & Verso, espaço aberto e comandado pelo jornalista João Marcos de Carvalho.A partir de então, todos os sábados, o programa Tataritaritatá terá 1 hora de duração, sempre a partir de 9:30hs até às 10:30hs da manhã, e apresentará músicas, noticias, informações, humor, causos, poemas, teatro, dicas de trabalhos acadêmicos, eventos & muito bate-papo na emissora.Ouça o programa on line clicando aqui. SERVIÇO: LUIZ ALBERTO MACHADO COM O TATARITARITATÁ NA RÁDIO DIFUSORA Quando: Todos os sábados, a partir de 08 de agosto. Horário: 9:30 às 10:30 Contatos: 82.8845.4611 ou pelo mail lualma@terra.com.br ou HomeLAM.



TÚMULO E CAPELA - A obra “Túmulo e capela”, do eminente professor alagoano Enildo Marinho Guedes, aborda de forma clara, objetiva e com profundidade, a importância e influência religiosa na fé e na morte, como construção da sociedade nordestina, notadamente pelos laços familiares, que se estreitaram desde o advento do processo de colonização do Brasil formando os alicerces da presente realidade brasileira. O livro “Túmulo e capela” é o resultado de um estudo de caso apresentado pelo professor Ivanildo Marinho Guedes, onde, segundo este, o autor “(...) escolhe uma família, proprietária de uma sesmaria, recebida no final do séc. XVIII, com o objetivo de acompanhar a vida do grupo, sua transformação, até os dias de hoje” (Guedes, 2003, p.5), isto através de uma pesquisa bibliográfica, acrescido de entrevistas com pessoas permitindo informações na busca de elementos antropológicos, além de questionários aplicados com objetivo de se buscar dados e efetuar uma amostra. Tal volume aborda desde o significado de sesmaria, passando pela sesmaria Mumbuca, o nascimento da família Marinho do Bananal, até chegar aos capítulos concernentes às abordagens acerca de túmulos, capelas, engenhos, economia, mestiçagem, migração e educação, onde o autor analisou o movimento da família Marinho, sua crença, engenho, economia, miscigenação, migração, educação e que, conforme palavras do apresentador da obra, realizou, assim, “O estudo da família e da sua relação com o espaço territorial permite a reflexões profundas” (Guedes, 2003, p. 5). No primeiro capítulo, o autor aborda acerca da “Sesmaria”, efetuando uma abordagem histórica a partir de 1500, quando da chegada dos portugueses no Brasil, passando pela criação das capitanias hereditárias e a doação de terras num formato usado por Portugal desde o século XIV. Com isso, passa-se a entender que o regime jurídico das sesmarias descendia da distribuição das terras comunais do município medieval, onde terras lavráveis e não cultivadas podiam ser distribuídas a quem pudesse nelas plantar, em proveito da produção agrícola. Isto quer dizer que a adaptação da sesmaria às terras incultas do Brasil não lhe atingiu a integridade jurídica, mas que, segundo alguns autores, lhe desfigurou, no curso do tempo, a fisionomia econômica. No Nordeste, portanto, o sistema das sesmarias, apesar das linhas demarcadas das ondenações, produziu latifúndios, graças às concessões liberais e desordenadas por haverem ocupado todas as regiões economicamente importante, à margem das cidades e em pontos próximos aos escoadouros da produção. No ritmo dessa investigação, o autor passa a abordar acerca da “Sesmaria mumbuca”, terra doada ao Sr. João Marinho, através de uma carta de sesmaria na segunda metade do séc. XVIII. Esta sesmaria teve sua metade vendida após a morte do proprietário, sendo que a outra metade passou a ser conhecida como Bananal, que ficou em poder dos filhos da família, passando esta, após negociação entre os irmãos, à fundação do engenho São João do Bananal que, mais tarde, vocacionada para a produção da cana-de-açúcar, passou a se chamar de Mumbuca. Depois de uma série de subdivisões, restaram as terras de Mumbuca no oeste do município de Matriz de Camaragibe, desmembrada, também, no engenho Bananal, no município de São Luís do Quitunde. Esta última, conforme registra o autor “Bananal tornou-se um pequeno povoado com escola, capela e cemitério” (Guedes, 2003, p. 33). A partir das abordagens acerca do processo de sesmaria e do resultado encontrado até então, o autor passa ao capítulo destinado à “Família Marinho do Bananal”, onde o ele justifica o foco da pesquisa ao estudo da família Marinho, considerando que esta “(...) deixou suas marcas no povoado Bananal, sobretudo ficou na história quando construiu uma capela e um cemitério e nenhuma marca é mais forte, no nosso Brasil, que os símbolos: fé e morte” (Guedes, 2003, p.34). Efetuadas tais abordagens introdutórias, a obra segue com o capítulo destinado ao tema “Túmulo e capela”, onde o autor considera que: No Brasil, capela e cemitério fundaram a maioria dos povoados, distritos e cidades. (...) Nosso povo se forma de maneira diferente. Não é a escola nem o banco, mas o pelourinho, a capela, o agiota, o foro e o dízimo. (...) O Brasil era tratado como uma riqueza a ser subtraída e os brasileiros como um povo a ser explorado (Guedes, 2003, p. 48). Tal consideração reflete de que forma foi se instituindo o povo brasileiro, notadamente atendendo aos interesses de Portugal. Neste sentido, Guedes (2003, p. 51) defende que: Os engenhos, no Brasil, ficaram à mercê da fé. Não a fé consolidada em estudos teológicos, mas a fé do senso comum, católico, passado de geração a geração (...) Diante do desconhecido, e abandonado à própria sorte, tendo apenas que pagar o dízimo, o homem do engenho, com sabedoria, procurou, quase sempre, a proteção do sagrado. Como já possuía uma certa orientação religiosa católica, aplicou, então, aqui, a forma mais popular que conhecia: oratório, imagens, procissão e templo. Próximo à capela, estava o cemitério. Assentada-se, assim, a ´pedra angular` para um futuro povoado. Mediante tal constatação, mais adiante, Guedes (2003, p. 56) chega a assinalar de que forma a fé e religiosidade redundou na realidade de então: São João, o padroeiro do engenho, no entanto, não foi capaz de evitar a sua falência. Após o aparecimento das usinas, na primeira metade do século XX, os engenhos foram apagando as suas fornalhas e desativando seus bueiros. Aos poucos, os donos de engenhos foram se transformando em fornecedores de cana. A realidade de então, é constatada no quadro que Guedes (2003, p. 62) demonstra através das palavras seguintes: A distância dos centros urbanos, a falta de transporte coletivo, a falta de uma escola mais preparada e de uma perspectiva de vida sustentável por um lado, e o desamparo ontológico do ser humano, por outro, formaram um quadro propício à fé. A fé daquele povo é inabalável – sem dúvidas, sem retoques, sem questionamento. E, em seguida, arremata (Guedes, 2003, p.68/69): Quando a economia não brota, a agregação social perde o sentido de existir. No caso da Bititinga, não cuidaram da crença, nem construíram um descanso eterno para os que lá viveram. Essa insensibilidade com a história dos que passaram e com a cultura popular abre um canal intransponível para o registro histórico. O povoado Bananal resgata o engenho, a sesmaria Mumbuca, a história daquela família cercada de túmulos e capela. Neste sentido, o autor faz alusão de que forma se processava o desenvolvimento das atividades dos engenhos de então, comparando-o à realidade presente, quando menciona o caso de Bititinga, onde os interesses econômicos e financeiros, eram superiores aos desejos de identidade de seus proprietários que se mantinham desligados de uma raiz cultural que os mantivessem ligados aos seus projetos de prosperar e desenvolver. Em seguida o autor passa a abordar mais detidamente acerca do “Engenho”, que, segundo Guedes (2003, p.70): Os engenhos eram os povoados, as comunidades rurais, as fazendas, as indústrias, as unidades econômicas. Com o surgimento das usinas, no final do século XIX, começaram a perder força e foram absorvidos aos poucos, até seu desaparecimento no fim da primeira metade do século XX.  (...) Cada engenho era um ´estado`. A casa-grande, que quase sempre era muito pequena, era o palácio do governador; as casas mais próximas eram a senzala e as casas das pessoas livres que prestavam serviços mais qualificados. Senhor, escravo, feitor, oleiro, técnico do açúcar, enfim, todos com papéis e posições distintas, mas convivendo na mesma ´vila`. Realidade esta encontrada na revisão da literatura efetuada durante o desenvolvimento dos estudos, delineando o foco para a realidade presente. E de forma mais aprofundada, quanto ao senhor de engenho, Guedes (2003, p. 71) assinala que: O poder do senhor de engenho, no âmbito de suas terras, era digno de inveja para qualquer profissional isoladamente, quer juiz, padre, político, líder sindical, representante de entidades, nos dias de hoje. Isolado, o engenho era um estado em miniatura. (...) Os demandos dos senhores de engenho não foram maiores e mais qualificados do que os dos mandatários de hoje, submetidos à moderna estrutura de fiscalização e controle – corregedorias, justiça, imprensa.   Sob esta ótica, o autor faz novamente comparações da realidade de então com o momento presente, levando então Guedes (2003, p. 79), a arrematar que: Na realidade, o que no momento chamamos de globalização trata-se de um fenômeno antigo, maquiado pelos traços da atualidade. O engenho que agonizava com a influência da utilização do ferro e do manejo da força a partir de diferentes fontes de energia, também teve como fomento no seu nascedouro causas internacionais, como o preço do açúcar. O número de engenhos e a conseqüente produção de açúcar no nosso país dependiam do preço que oscilava nos mercados. Vê-se, portanto, que a obra é permeada de uma articulação comparativa com o que se expressava no passado à expressão do presente. E é nesta linha que passa para o capítulo seguinte, abordando acerca da “Economia”, assinalando que: O aspecto econômico foi a principal razão do nosso descobrimento e da nossa colonização. Não eram a cultura indígena, nem a beleza bucólica das praias, campos e florestas, nem qualquer outra característica que moviam as incursões dos portugueses no continente, senão o interesse pelas riquezas (Guedes, 2003, p. 84). A esta altura, o autor vai dissecando pormenoridades acerca dos interesses de Portugal, a invasão holandesa, a abolição da escravatura e a substituição da mão-de-obra no campo, as cidades nascentes, os mocambos e as favelas de hoje. Há toda uma interligação de fatos históricos procedendo uma descoberta que desemboca na realidade atual. E é com vigor histórico e constatações resultantes dos estudos que, no capítulo seguinte, trata o autor sobre a “Mestiçagem”, que, segundo ele “No Brasil, esse foi um problema que resolvemos da forma mais inusitada possível: numa versão moral religiosa cristã, a promiscuidade entre as raças” (Guedes, 2003, p. 96). Desta forma, o autor assinala que: “Em Alagoas, a miscigenação entre portugueses e índios foi mais comum no sertão, onde predominou a criação de gado. No litoral, mediante a necessidade da mão-de-obra escrava para o cultivo da cana-de-açúcar, a miscigenação foi maior entre o português e o negro” (Guedes, 2003: 97). Tais constatações estão na releitura tanto de Casa Grande & Senzala, de Gilberto Freyre, como nas demais revisões literárias efetuadas a partir de Câmara Cascudo, Costa Porto, Diegues Júnior, Moacir Medeiros de Santana, dentre outros. Para estas constatações, o autor efetuou análise acerca da relação dominador e dominado, onde enfatiza acerca do sistema escravocrata, que: Numa sociedade onde homens compram homens e os condenam ao trabalho forçado, nem nenhum direito para si e sua família, todo desvirtuamento das relações humanas aparece. A sexualidade, nesse caso, é uma vitrine. Se um homem pode escravizar um outro para usá-lo no trabalho, pode também escravizar a mulher para usá-la como objeto de sua libertinagem (Guedes, 2003, p. 103). Com isso, vai delineando o processo de mestiçagem na observância da relação social entre dominadores e dominados, considerando o tratamento da sexualidade da época. É neste sentido que Guedes (2003, p. 105), assevera que: Assim, a relação dominador x dominado, o sistema escravocrata e a sexualidade natural do negro e do índio foram as três vertentes, que formaram uma moldura perfeita para a nossa vida lasciva no período colonial. Uma espécie de composição que engendrou uma marca na formação social brasileira. Deixa, portanto, entender as três vertentes que vão formar as bases de todo o seu questionamento no decorrer da obra, colocando as relações sociais flagradas entre dominador e dominado, o que se expressa do sistema escravocrata e de que forma isso vai se insinuando na sexualidade. Ou seja, a dominação do forte, rico e poderoso, sobre a grande maioria esmagadora de fracos, escravos e vulneráveis. E a partir disso, o autor é levado a considerar acerca da “Migração”, quando aborda que: O nomadismo não é uma característica de todos os animais. Alguns vivem migrando naturalmente, outros delimitam um território, vivem nele por toda a vida e o abandono de seu espaço físico só acontece quando buscam a sobrevivência da espécie. Não sendo possível manter-se vivo num espaço, mudam-se para outro (Guedes, 2003, p.112). Com isso, Guedes (2003, p. 113) chega a considerar que: “(...) Mas as circunstâncias fazem com que a migração seja um fenômeno presente na vida da humanidade. Migra-se para viver melhor”. Isso o leva a concluir que: “No Nordeste, a usina foi a principal responsável pelo desemprego no campo. O seu melhoramento tecnológico em relação aos engenhos existentes foi provocando o fechamento de um por um e provocando desemprego, como hoje faz a revolução da informatização no sistema bancário” (Guedes, 2003, p. 116). Na linha que parte das observações acerca do túmulo, da capela, do engenho, da mestiçagem e da migração, a família entra com a ótica seguinte: (...) A família nuclear passou a se unir, ser mais importante e, aos poucos, a família mais ampla foi naturalmente se dispersando. Hoje os primos não conhecem mais as primas. As relações sociais se estabelecem a partir do lugar onde moram, das escolas que freqüentam, das profissões que exercem, como é comum na sociedade moderna (Guedes, 2003, p. 122). Vai-se, portanto, deixando claro toda linha de pensamento do autor, quando se chega ao capítulo final, destinado à “Educação”, e Guedes (2003, p. 133) se reporta ao fato de que: A sorte dos engenhos que cuidaram da educação formal dos seus filhos, certamente foi outra. A adversidade do modernismo chamado usina, abatendo um por um dos engenhos de cana-de-açúcar, não conseguiu subtrair o saber já adquiridos nas universidades pelos filhos dos senhores de engenhos. Os que não estudaram, no entanto, foram explorados no campo e continuam explorados na cidade, ainda sem nada entender. Vê-se, portanto, que a obra trata desde a instalação da cultura da cana-de-açúcar no Brasil, seu desenvolvimento no Nordeste brasileiro, enquadrando o cenário histórico e econômico de Alagoas. Com isso, leva-se a entender que desde os tempos da colonização, Alagoas depende da atividade canavieira. Primeiro com os engenhos banguês e depois com as usinas de açúcar e destilarias de álcool. O desenvolvimento das atividades da cultura da cana-de-açúcar é secular e, carregando consigo, toda uma série de problemas intrincados que refletem na realidade do Brasil e, a obra em estudo, mostra como foi e como vem se dando o processo de centralização de capitais, através do fechamento de engenhos, usinas, aquisições e instalações de novas unidades produtivas, acompanhado pelo aumento no volume de produção e de redução de postos de trabalho nos grupos empresariais, com uma visão que enfoca desde a realidade nordestina, para apreensão dos resultados da panorâmica local. No Brasil, pode se dizer, que a cana de açúcar deu sustentação ao seu processo de colonização, tendo sido a razão de sua prosperidade. Não obstante os esforços dos donatários com relação ao regime das Capitanias Hereditárias fracassaram em virtude dos constantes ataques indígenas, do desinteresse de alguns donatários e dos altos custos para a efetivação da posse da terra em função da estrutura necessária para a montagem de produção. Deste quadro, excetuaram-se as capitanias de Pernambuco e São Vicente, cujos donatários respectivamente, Duarte Coelho e Martim Afonso de Souza, conseguiram montar um esquema produtivo, dispondo da ajuda financeira de grupos mercantis estrangeiros. Assim, o açúcar revelou o Brasil ao mundo e, por outro lado, despertou a cobiça holandesa. A invasão holandesa (1624-1654) primeiramente na Bahia, de onde foram expulsos em 1625 e posteriormente em Pernambuco, Maranhão e Sergipe, tumultuou o processo produtivo mas não prejudicou a produção açucareira no Brasil. Enfim, com a leitura da obra chega-se a entender que a indústria de açúcar no Brasil, durante toda a sua historia, atravessou várias fases de modernização.Ao longo de sua história esta atividade tem sido marcada por períodos de prosperidade, entremeados por fases, freqüentemente longas, de dificuldades. Do mesmo modo, a concentração, o conservadorismo e a lentidão de transformações tecnológicas e gerenciais têm também caracterizado a evolução do setor nesta região. E o mais importante de tudo isso, é que na obra “Túmulo e capela” está retratado a formação quando se aborda desde o processo de sesmarias, passando pelas articulações com a fé, a morte, o engenho, a família, a economia, a mestiçagem e a migração, trazendo um verdadeiro perfil de como se processou o desenvolvimento da vida social, econômica, cultural e política do povo nordestino, notadamente de Alagoas. Veja mais aqui.

VALHA-ME MINHA SANTA INCREDULIDADE NAS AUTORIDADES E POLÍTICOS DO BRASILSILSILSILSILSILSILSIL!!!!!! – Gentamiga desta terra de Pindorama depois do apocalipse dos Brasis!!!! Nos últimos dias, por força de uma decisão do excelentíssimo senhor ministro do STF, Gilmar Mendes – eita, mais uma!!!!!! – foi determinada a volta dos deputados estaduais alagoanos enrolados com a Operação Taturana – aquela que surrupiou somente mais de 300 milhões de reais da Assembléia Legislativa alagoana. É pouco? Pois foi. O presidente do STF cassou a liminar do juiz Gustavo Souza Lima que havia afastado os parlamentares no ano passado. Pois foi, num adianta ficar de queixo caído não, essa é uma noticia velhíssima. Eu que num acreditei, agora que caiu a ficha. Pois voltaram para a Assembléia Legislativa alagoana justamente os deputados que estavam afastados, ou seja, Antonio Albuquerque, Cicero Ferro, Marcos Ferreira, João Beltrão, Nelito Gomes de Barros, Dudu Albuquerque, Isnaldo Bulhões Junior e Arthur Lira, todos indiciados na famigerada operação Taturana. Vixe, minha santa agonia de que tudo só dá errado neste país de meu povinho brasileiro!!!! Arre, égua! Oh, nãaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaoooooooooooooooooooooo!!!!!

UM RECADO: olha só, quando você der fé que atearam fogo no barraco, pode crer que tão fodendo tudo. Se avie, meu! 



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IMAGEM DO DIA
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