sexta-feira, fevereiro 11, 2011

DOSE DUPLA DO MÁRCIO BARALDI & TRANSVERSALIDADE NA EDUCAÇÃO



DOSE DUPLA DO MÁRCIO BARALDI, O MAIOR ROCKCARTUNSTA DO PLANETA!!! – Fodão esse tal de Marcio Baraldi!!! Além de ser o artista que é e o criador incansável, é também meu parceiro aqui no Tataritaritatá, pois é ele o autor da imagem logomarca daqui.

Já escrevi a respeito dele, fiz uma entrevista com ele e também tenho divulgado seu excelente trabalho nas minhas páginas. Mas nunca é demais, pois ele apronta demais. O cara é, feito a gente diz aqui no Nordeste, virado da breca. Ou como ele mesmo se diz: wor-rocka-holic!!! Quer uma prova? Lá vai.

Nas minhas mãos as mais novas aventuras do Roko-Loko e Adrina-Lina, os personagens mais rock´n´roll dos quadrinhos. Dessa vez ele traz o Franco de Rosa falando “Roko-loko não é pouco!” e Sidney Gusman com “Um autêntico por natureza”. E mais, as aventuras do Baú do Raul, Chovendo sangue, Varginha Roswell 47, McLanche Infeliz, Pão demônio, 25 anos de Rock Brigade, Vá, Gina ninja, vá!, O baterista de 6 milhões de dólares, Afta forever, Pentelhos não vêm fácil, Caiu na rede é bobo, Roko-Loko no castelo do Ratozinger, Tatoo-dumundo loko, oba!, Um certo tipo de merda, Um milagre de natal e uma porrada de outras aventuras e tiras. Gente, cá pra nós, eu morro de rir. O cara é um arretado!!! Acha pouco, então lá vai.

Também me chegou o “Vapt e Vupt, os passarinhos + queridos dos quadrinhos”. As apresentações são com Gilberto Schoereder com “Voando alto” e Carlos Costa com “Baraldi é único!”. De chapa o afraDeuscimentos para Deus pelo ontem, pelo hoje e, sobretudo pelo amanhã. Porque é lá que estão todas as respostas. Depois uma deusdicatórias: para Jesus Cristo, Buda, Allan Kardec, Chico Xavier, Emanuel e a todos que aceitaram a (ingrata) missão de anunciar um novo tempo. Isso é só o começo. Depois, arte, talento e muita criatividade. Simplesmente: fenomenal. O cara é, como está nas orelhas do volume, o cartunista do terceiro milênio. Ou será do quarto? Do quinto? Eita, o cara virou ubíquo e perene: é o maior cartunista de todos os tempos. E digo sem medo de arriscar. E não digo mais nada, fica com vocês. Confira mais de Mario Baraldi. E a entrevista dele nas Minhas Entrevistas.





A TRANSVERSALIDADE NA EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA - A transversalidade que se vem tomando corpo a partir dos temas transversais, quais sejam a ética, o trabalho e o consumo, o meio ambiente, a saúde, a educação sexual e a pluralidade cultural, tem possibilitado a globalização do currículo com efetiva abordagem em direção ao exercício da cidadania.  Como bem observa Mello (1996:36) "espera-se da escola, portanto, que contribua para a qualificação da cidadania, que vai além da reivindicação da igualdade formal, para exercer de forma responsável a defesa de seus interesses". Ou seja, na formação de uma escola cidadã, como observa Gadotti (2000:45) "(...) uma concepção democrática da educação com base em experiências concretas de renovação do ensino", que trabalhe a aprendizagem, as aptidões, capacitação, produção e reprodução do conhecimento para o discernimento, o desenvolvimento profissional, a participação, enfim, para o alcance da cidadania, a exemplo do que menciona Arroyo (1999:79) "(....)a luta pela cidadania, pelo legítimo, pelos direitos, é o espaço pedagógico onde se dá o verdadeiro processo de formação e constituição do cidadão. A educação não é uma precondição da demcoracia e da participação, mas é parte, fruto e expressão do processo de sua constituição".  Mello (1996:43), a respeito deste assunto, observa que:  (...) o conhecimento, a informação e uma visão mais ampla dos valores, são a base para a cidadania em sociedades plurais, cambiantes e cada vez mais complexas, nas quais a hegemonia do Estado, dos partidos ou de um setor social específico tende a ser substituída por uma pluralidade de instituições em equilíbrios instáveis, que envolvem permanente negociação dos conflitos para estabelecer consensos. E a partir de então, a introdução da transversalidade que, segundo Yus (1998) se desenvolve a partir de três eixos nos núcleos de interesse da saúde, do meio ambiente e da convivência, resultando numa formação que possa alcançar a igualdade, a paz, a consciência, formando uma ponte entre o conhecimento vulgar e o conhecimento científico, no sentido de fazer a conexão do acadêmico com a realidade ou com os interesses do aluno. Além disso ela se reproduz de forma disciplinar, atuando no espaço e no tempo, proporcionando uma transversalidade curricular, que consiste no seu tratamento ligado às diferentes áreas que compõem uma etapa;  e todos os seus aspectos possíveis sejam exclusivos no âmbito escolar para diferenciá-la do conjunto de atuações que, sobre o mesmo tema transversal, desenvolvam-se em ambientes escolares formais e informais. Yus (1998:119) propusera uma disciplinaridade transversal numa disciplinaridade científica para a interdisciplinaridade, supondo que duas ou mais disciplinas compartilham uns mesmos objetivos e metodologia sobre um tema transversal concreto, desfazendo os contornos de cada uma delas em favor do tema em questão. A seu ver, isso possibilitaria uma multidisciplinaridade, que  supõe o tratamento de um tema transversal desde diferentes áreas, seguindo um plano estabelecido que se desenvolve simultaneamente num tempo limitado, em que apenas se cuidou de fazer uma divisão de conteúdos em função da epistemologia de cada ciência. Desse modo, o tema transversal é abordado a partir de um enfoque epistemológico e metodológico próprio de cada área possibilitando, assim, a globalização curricular. Neste sentido, direcionando as atenções para a formação da transversalidade ética numa educação que contemple o exercício da cidadania, no conjunto de conteúdos curriculares da escola.
REFERÊNCIA
ARROYO, Miguel et alli. Educação e cidadania: quem educa o cidadão. São Paulo: Cortez Ed, 1999
BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais; bases legais. Brasília: Ministério da Educação/Secretaria de Educação Média e Tecnológica, 1999.
BUFFA, Ester et alli. Educação e cidadania: quem educa o cidadão. São Paulo: Cortez Ed, 1999
BUSQUETS, M.D. et alli. Os temas transversais. São Paulo, Bertrand Brasil, 1998.
CAINZOS, Manoel et alli. Temas transversais em educação: bases para uma formação integral. São Paulo: Ática, 1998.
DEMO, Pedro. Política social, educação e cidadania. Campinas: Papirus, 1994
FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Editora Paz e Terra, 1983
GADOTTI, Moacir. Perspectivas atuais da educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000.
____. Construindo a escola cidadã: projeto político-pegagógico. Série de Estudos educação a distância. Brasília. MEC - Ministério da Educação e do Desporto /Secretaria de Educação a distância, 1998
GAVIDIA, Valentín. A construção do conceito de transversalidade. Revista Pátio. II n.º 5       mai/jul 1998, p. 52.
MELLO, Guiomar Nano. Cidadania e competitividade: desafios educacionais para o terceiro      Milênio. São Paulo: Cortez Editora, 1998
YUS, Rafael. Temas transversais: em busca de uma nova escola. Porto Alegre: Artmed, 1998.


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VINICIUS, MIGUEL ASTURIAS, ORTEGA Y GASSET, CAMILLE CLAUDEL & RICHARD MARTIN

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