quarta-feira, fevereiro 16, 2011

SEGMENTAÇÃO DO MERCADO NA ÁREA DE SERVIÇOS



SEGMENTAÇÃO DO MERCADO NA ÁREA DE SERVIÇOS - As mudanças tecnológicas implementadas nos últimos séculos revolveram graves questões econômicas e criaram outras, renovaram paradigmas considerados absolutos pela ordem vigente; abriram uma intercomunicação planetária arrebentando com divisas territoriais em todos os rincões do mundo e renovaram as metodologias desenvolvidas em todos níveis do conhecimento humano. As benesses de tais mudanças ao longo dos anos fizeram com que emergissem novas nomenclaturas nos mais diversos expedientes do arquétipo intelectual da humanidade, adequando todos os ordenamentos às novidades tecnológicas impressas no ideário da nova ordem. O mundo tornou-se mais competitivo ocorrendo a automação das indústrias, comércio e serviços. Por causa disso a qualidade tornou-se o alvo de qualquer conquista, sendo perseguida por todos os setores econômicos no sentido de estabelecer garantias a todos os requerentes e usuários na aquisição de produtos e serviços. As exigências mercadológicas implementaram padrões e normas visando maior integração entre as fontes de produção e o consumidor final. A utilização de uma série de instrumentos tais como "just in time", toyotismo, "stakeholds", acoplamento a jusante, elementos embarcados, adhocracia, "benchmarking", logística, alavancagem, especialização, reengenharia, empreendedocracia, entre outros, trataram de ampliar as relações biunívocas da economia. Uma diversidade devastadora estava se fazendo nascer na pluralidade  dos comportamentos e na multiplicidade de opções que estavam sendo requeridas pelos novos hábitos de consumo. Com esse choque o terceiro setor se ampliou sobre os demais, articulando até atividades da agricultura e da indústria, bem como incorporando o comércio, na tradução de serviços mais qualificativos, requerendo uma logística mais bem executada. A qualificação da mão-de-obra passou a ser a tônica permanente no sentido de equilibrar as necessidades de atendimento das demandas tecnológicas, bem como de uma eqüidade social frente ao desemprego provocado pela internacionalização da economia. Uma eqüidade social ansiada estará, portanto, sedimentada na qualificação e na habilitação do indivíduo tanto para o trabalho, para a sociedade, quanto para a vida. Tal base proporcionando, indubitavelmente, ferramentas para o desenvolvimento de qualquer projeto empreendedor no sentido de alcançar êxito em na empreitada. No Brasil a coisa andou sincronizada com a nova ordem imposta e, graças a Constituição de 88, a tão propalada carta cidadã, conseguiu-se estabelecer a necessidade de se implantar o princípio da cidadania em topos os níveis de vida. Esse instrumento serviu de alavanca para a busca do equilíbrio, normatizando a partir de então, uma outra forma de desenvolvimento vital. Ao lado disso, a qualidade total tem sido um objetivo norteador, seja de organizações, de Estado, de indivíduos, e a sua busca tem sido discurso prioritário, no sentido de qualificar para a competência, principalmente pela necessidade de adaptação às novas funções profissionais e empresariais exigidas pela ordem vigente. Tal busca passa por uma reformulação educacional, social, política, econômica, social e, sobretudo, cultural, que se direcionam no sentido de resgatar a auto-estima popular para poder reintegrar o sujeito pensante a uma participação mais efetiva capaz de transformar o seu meio social, político e cultural de forma emancipada. Há que se levar em conta que outros indicadores são mais funestos ainda, quanto a extinção do emprego; a volubilidade dos propósitos de nossas elites oligárquicas; o descomprometimento pela causa por parte de nossas representações políticas legitimadas no poder nacional; a dívida externa; o desrespeito constante e involuntário aos ditames constitucionais; a alienação provocada pela admiração do estardalhaço de realidades alheias; a mal remuneração das classes trabalhistas; a excludência de sobrantes se amontoando em todos os lugares denunciando altos índices estatísticos de pobreza e mediocridade; e um sem número de implicações provocadas pelo desajuste econômico. Isto tudo devido ao equívoco de políticas assistenciais, socioeconômicas e participativas em injunções assistencialistas, clientelistas e parasitárias por parte do Poder Público, quando muito do que deveria ser feito com caráter comunitário, transfere-se para o fisiologismo político. Toda essa diversidade de sugestões e problemas tem levado não só o setor terciário, mas todos os setores econômicos, na busca pela especialização e atendimento cada vez mais aos nichos identificados no mercado. Com base na idéia de que o mercado, por sua vez, se faz pela produtividade e pelo consumo, indiscriminadamente; e que uns participam da produção, todos consomem, a múltipla presença de concorrências cada vez mais ferrenhas, levam a necessidade de uma estratégia competitiva sedimentada na condição satisfatória da arregimentação de forças equilibradas, tanto interna quanto externa, na empresa.  Neste sentido discorrerá os próximos capítulos abordando a questão da necessidade da especialização cada vez mais premente nas relações mercadológicas. Inicialmente será feito uma abordagem do mercado e das implicações necessárias de se atualizar estratégias frente à concorrência, a competitividade, a despadronização da nova era, bem como das inovações tecnológicas existentes para suplantar as deficiências para o alcance da qualidade total. Em seguida, será efetuada uma análise acerca da globalização e suas implicações na modernidade mercadológica. A preocupação dos estudos propostos no presente trabalho se prende ao fato de que cada vez mais se vê a necessidade de se especializar para atender os nichos que se encontram órfãos no mercado. Neste caso, será ressaltada a importância da qualificação de pessoal, da instrumentalização de ações para uma mudança sintonizada com a nova ordem econômica.
O MERCADO E AS MUDANÇAS TECNOLÓGICAS - Possuir um negócio próprio tem sido o grande sonho de uma parcela significativa da população brasileira. Diversos motivos justificam este interesse pela atividade empresarial. Apesar do interesse pela atividade profissional as estatísticas não são tão animadoras e nada otimista, pelo fato de um grande número de empresas fecharem suas portas antes do primeiro ano de vida. E um número muito reduzido chega ao quinto ano de vida, se muito. Diversas pesquisas, neste sentido, têm sido realizadas para explicar as causas desse percentual tão elevado de insucesso, o que tem levado a crer que a atividade empresarial esteja caracterizada pela incerteza. Na pequena empresa, mesmo a usual divisão do trabalho entre dois sócios não ajudará muito, caso não tenham um conhecimento completo das principais funções da empresa, como operação, produção, vendas, compras, finanças e pessoal. Com a competitividade se tornando cada vez mais intensa no mundo dos negócios, o empresário sente a necessidade de conhecer bem o mercado e de utilizar práticas administrativas para que possam manter seu negócio vivo e concorrendo. Convém, a partir de então, observar-se melhor o mercado e suas implicações. Em linguagem econômica, mercado é a área de convergência das forças da oferta e da procura de cuja atuação resultam as variações de preço. Pode ser encarado sob o prisma físico de um local ou de um território ou sob a forma de um grupo organizado de indivíduos que exercem maior ou menor influência sobre os preços, vendendo e comprando bens e serviços. O conceito abrange tanto uma pequena feira de uma localidade qualquer, quanto o conjunto do mercado nacional ou o dos mercados internacionais do café, açúcar, algodão e outros produtos. Compreende igualmente os setores financeiros, como o mercado de capitais, de títulos; ou de mão-de-obra, o mercado de trabalho. Manzo & Cunto (1975:31) conceituam o mercado da seguinte forma: São locais de recepção para produtos próprios ou ali consumidos; são centros de recepção para produtos de áreas vizinhas que precisam ser manufaturados, dentro da cidade, para serem entregues ao consumo; são locais de recepção e expedição de produtos em excesso nas zonas vizinhas e que se destinam a outros centros consumidores; são pontos de recepção de distribuição de produtos de consumo, procedentes de todas as partes do mundo; são vias por onde algumas matérias-primas podem passar em demandas da fábricas, em outros territórios. (...) Mercados são organizações, preços e pessoas. Simões (1979:19) acolhe as definições da "American Marketing Association": O mercado é a soma das forças ou condições dentro das quais os compradores e vendedores tomam decisões que resultam na transferência de bens e serviços. É a demanda agregada dos compradores potenciais de um produto ou serviço. A sociedade moderna vive, assim, em regime de economias de mercado, surgidas entre o final do século XVIII e o início do século XIX. Por economia de mercado entende-se o sistema econômico em que as chamadas forças de equilíbrio atuam mais ou menos livremente, como nas economias capitalistas. Caracterizam-se as formas de mercado pelo número de vendedores que nele atuam e a extensão do seu conhecimento específico, pela facilidade ou dificuldade com que novas empresas nele entram e pela homogeneidade ou heterogeneidade dos produtos. Os economistas clássicos identificam duas formas básicas de mercado, ou seja, a concorrência perfeita e os monopólios; e os teóricos modernos reconheceram na realidade econômica formas intermediárias. Isto é, quanto ao número de participantes, os mercados classificam-se como: monopólio, quando ocorre apenas um vendedor; monopsônio, quando ocorre apenas um comprador; oligopólio, de muitos compradores e vendedores; oligopsônio, quando ocorre um vendedor e poucos compradores; e monopólio bilateral, quando ocorre um vendedor e um comprador. Simões (1979:20) identifica os seguintes tipos de mercado: Competitivo, em que são inúmeros os compradores e vendedores e nenhum deles exerce influência apreciável sobre o volume de mercadorias; oligopólio, é um mercado em que a oferta é feita por um pequeno número de empresas, sendo que cada uma delas está ciente de que suas ações produzirão um impacto tanto na oferta quanto no preço do produto; e monopólio, é um mercado em que certa mercadoria é oferecida por um vendedor exclusivo. O mercado ainda, segundo o próprio Simões, pode apresentar três aspectos: oferta menor do que a procura, onde a entidade vendedora está com as rédeas e ditando as condições de venda; oferta e procura equilibrados, onde vendedores e compradores se situam no mesmo nível; e oferta maior do que a procura, onde a entidade compradora domina as ações. O século XX marcou a transformação do comércio de modo geral e não apenas do comércio varejista. O deslocamento do comércio internacional, determinado, em parte, pela depressão econômica, levou às doutrinas protecionistas de controle do comércio e ao aparecimento de empresas multinacionais. O comércio de produtos de base passou a ser regido por acordos multilaterais, entre produtores e consumidores. Vários países abdicaram voluntariamente de seu isolamento político-econômico, ingressando em mercados de que participam dezenas de nações, a exemplo das associações de livre-comércio, e da organização dos mercados comuns. Se as atividades econômicas são compreendidas em três etapas principais, ou seja, primária ou de extração dos recursos da natureza em estado bruto; secundária ou de transformação; e terciária ou de serviços, o comércio, em si, estará evidentemente situado na atividade terciária. Sua essencialidade explica porque os bens que têm a faculdade de satisfazer as necessidades, ainda que elaborados e beneficiados depois de extraídos da natureza, demandam transporte para os centros de consumo, e outros tratamentos que os tornam adequados à utilização final. Para Singer(1994:12) Uma das regras básicas de jogo na economia de mercado é a de que o vendedor, em geral fixa o preço.(...) Uma outra característica duma economia de mercado, é que em cada indústria, ou seja, em cada ramo de produção existe um grande número de vendedores. A concorrência permite aos consumidores não só escolher qual a mercadoria que desejam, e em que quantidade, mas de que desejam comprá-la, e isso faz com que os vários competidores tenham de prestar atenção uns aos outros sobre o que estão oferecendo e a que preço. O consumo, portanto, é o ato ou processo de utilização de bens e serviços econômicos para a satisfação direta das necessidades e desejos humanos. Os bens e serviços utilizados para tal fim recebem o nome  de bens e serviços de consumo. Para a ciência econômica, o consumo assume também um outro aspecto, qual seja a aquisição, por parte dos indivíduos ou da coletividade, desses bens e serviços, muitas vezes não importando se eles serão efetivamente consumidos ou não. Assim sendo, em economia o termo consumo tanto pode significar o processo de consumir como pode referir-se aos objetos desse processo, isto é, aos bens e serviços de consumo e às despesas com esses objetos. Os bens e serviços de consumo são classificados de diversas maneiras, de acordo com diferentes critérios. Segundo sua durabilidade, eles se classificam em duráveis, que se esgotam gradualmente, podendo ser usados, muitas vezes, como os automóveis e os aparelhos eletrodomésticos; e os não duráveis, compreendendo os bens e serviços de curta duração, que se esgotam ou são destruídos num único ato ou em poucos atos de consumo, como, por exemplo, os bens de alimentação ou uma viagem de ônibus ou trem. Um critério amplamente empregado na classificação do consumo ou dos bens e serviços de consumo é o que se apóia em sua utilidade específica, isto é, no tipo de necessidade ou desejo que esses bens e serviços satisfazem. Tem-se, pois, sua divisão em bens ou gêneros alimentícios, bebidas, fumo, vestimentas, serviços de transportes, educação, divertimento, etc. Essa classificação é adotada nos estudos de padrões de consumo e orçamentos familiares, isto é, nos estudos  da composição das despesas familiares, largamente utilizados para determinar os níveis de vida das diferentes camadas da população e para fixar as bases dos chamados índices de custo de vida. Distingue-se, assim, três elementos então na relação de consumo: o aspecto da satisfação de necessidade de consumo; aumento no nível de consumo como um todo e a compreensão da escala que se torna, ao mesmo tempo, mais curta e mais contínua; e menos probabilidade do que as diferenças no padrão de vida produzirão grupos sociais auto-conscientes e antagônicos. As pessoas nos dias de hoje compram bens e serviços não apenas para satisfação de suas necessidades, mas para que possam vir a projetar imagens favoráveis junto aos demais. E neste caso, alguns fatores podem ser apontados para auxiliar no comportamento do consumidor, quais sejam, as influências culturais definidas como o conjunto de valores, crenças, preferências e gostos que são passados de uma geração à seguinte; as sociais ligadas ao fato de se pertencer a uma família e unindo-se a outros grupos dos quais adquirem tanto o "status" quanto os papéis, tanto formais quanto informais, criando referenciais que influenciam as decisões de compra do indivíduo, bem como sua participação nas classes sociais ocupadas por líderes formadores de opinião; e a familiar, esta a mais importante na determinação de comportamento de consumo devida à estreita e contínua interação entre os seus membros. E a partir daí deduz-se que o comportamento do consumidor é uma função tanto de influências interpessoais quanto de influências pessoais. Os determinantes pessoais do comportamento do consumidor incluem necessidades individuais, e motivações, percepções, atitudes, auto-conceito, utilizando as interações desses fatores com as influências interpessoais que determinam o que se deve ser adquirido. Disso tudo se apreende que a necessidade de um aperfeiçoamento discernindo no processo de tomada de decisão, conscientizando-se da importância desta para a criação  do hábito de buscar informações prévias e necessárias que assegurem o melhor atendimento decisório e propiciando uma reflexão sobre as práticas usadas para tal atitude, identificando aspectos para aprimorar a iniciativa do cidadão. Por outro lado, com a globalização transformando a economia dos últimos anos, vem ocorrendo uma maior integração de mercados, passando do sentido estritamente nacionalista para uma atuação transnacional. Em vista disso o setor de serviços vem ampliando suas formas de ação. O setor de serviços são atividades que satisfazem necessidades individuais ou coletivas, seja pelo consumo de um bem, seja pela simples utilização do trabalho de alguém, seja pelo uso combinado de um bem e de um trabalho de outrem, classificando-se no setor terciário da economia, distinguindo-se assim, esse agrupamento heterogêneo, e quase sempre tão sofisticado, do setor primário, que compreende a agricultura, a pecuária, a silvicultura; e do setor secundário, correspondente ao setor industrial. Os serviços podem ser governamentais, aqueles prestados pelos serviços centrais ou locais, incluídos os de administração pública; públicos, prestados tanto por organizações de governo como por entidades privadas; financeiros, prestados pelo poder público e pelas instituições de crédito; prestados a empresas, comumente chamados de terceiros; do lazer, agrupando a produção, distribuição e execução para o entretenimento; de reparação, que se especializam no reparo de indeterminados objetos e equipamentos; imobiliário, envolvendo aluguéis e arrendamentos de bens imóveis; aluguel de máquinas, atendendo no aluguel ou arrendamento de máquinas; e os pessoais, aqueles que geralmente incluem os cuidados dirigidos ao indivíduos, como os domésticos, restaurantes, hotéis, lavanderias, cabeleireiros, entre outros.
A GLOBALIZAÇÃO E SEUS DESDOBRAMENTOS - A realidade hoje passa por transformações em sua base material. Os reflexos dessas alterações fazem-se sentir nas superestruturas, nas estruturas jurídico-políticas que conformam a maneira de ser, estar, de sentir, de pensar, de fazer e de saber do homem de nosso tempo. Esta nova realidade tem provocado crises de paradigmas, vácuo político, reestruturações econômicas, crise de sistema, começo de um novo tempo, enfim, muitas são as interpretações que se afirmam para tentar dar conta do que realmente está ocorrendo. A cada dia está mais claro que está ocorrendo um profundo processo de transformação sob a hegemonia do capital. Esse processo de rearticulação do capital mundial, em busca da consolidação de sua hegemonia impactada pelas crises, submetida à economia, na sociedade, na cultura, na sociedade. A globalização, como fenômeno do final de século passado, impulsionada, sobretudo, pela tecnologia, parece determinar, cada vez mais, a vida de todo ser humano. Como fenômeno e como processo, a globalização tornou-se irreversível, estabelecendo maior exposição das atividades econômicas nacionais à competição externa, ao mesmo tempo em que estimula a incorporação de novos paradigmas tecnológicos e de gestão, poupadores de mão-de-obra, objetivando a elevação dos padrões de produtividade e rentabilidade do capital. É no contexto da globalização mundial sobre a hegemonia do grande capital financeiro, da aliança entre o capital bancário e o capital industrial, que se testemunha a revolução técnico-científica de base micro eletrônica, instaurando novos padrões de produzir e de gerir o trabalho. A globalização da produção e dos mercados não deixa dúvidas sobre esse aspecto: hoje é possível ter acesso a produtos de várias partes do mundo, cujos componentes são fabricados em países distintos, o que patenteia ser a produção fruto de um trabalho cada vez mais coletivo. Há, portanto, uma necessidade de conscientização profunda das mutações tecnológicas que estão ocorrendo, principalmente porque se desenrola nas sociedades desenvolvidas e subdesenvolvidas e nos setores por todo este mundo globalizado a elas. Estas "novidades" na história contemporânea produziram crescimento econômico, diversificando o mercado, aumentando o número de concorrentes, dando mais opções ao cliente e oferecendo um sem-número de oportunidades. (Imparato & Harari, 1997:83) A tecnologia transformando o mercado: O processo de desenvolvimento tecnológico vem disponibilizando nos últimos anos inúmeras ferramentas para a utilização mais adequada no atendimento das mais diversas necessidades humanas. O quadro teórico que se forma a partir de sua assimilação, desemboca em práticas que sejam capazes de dispender menor energia para atingir as maiores metas. O seu desenrolar faculta estratégias as mais amplas no sentido de viabilizar qualquer que seja a vocação para produzir e, evidentemente, estabelece regras que envolvem todo o conhecimento humano. Exemplos dessa multiplicidade instrumental foi o surgimento de nomenclaturas para a condução de qualquer empreitada, tais como despadronização, competitividade para enfrentar a concorrência, segmentações, nichos e tantas outras. Despadronização: conceitos e práticas: Para Toffler (1985:77) ocorreu entre 1950-1970, proporcionando que várias forças convergissem, durante os anos recentes, para criar o impulso na direção da despadronização. Isto deve-se ao fato de que quando a população vive abaixo ou ligeiramente acima do nível de subsistência, seu padrão de necessidades é relativamente uniforme. Contudo, à medida que a prosperidade aumenta, a extensão de anseios se amplia., essa mudança radical reflete a transição de uma economia voltada para o atendimento de umas poucas necessidades fisiológicas básicas para a que se preocupa em suprir as necessidades interminavelmente diversas da psique também. Segundo ele, a educação também contribuiu para a despadronização dos anseios. Devido aos níveis crescentes de instrução, os consumidores passaram a ter um conhecimento maior de como outras pessoas viviam, em outros tempos e outros lugares. Passaram a ter, na realidade, uma diversidade de modelos de comportamento e uma noção mais ampla das possibilidades que lhes são oferecidas numa cultura de elevada prosperidade. A imaginação do consumidor foi enriquecida ainda mais pelas viagens, que nas duas últimas décadas puseram milhões de pessoas em contato com estilos, modas, valores e produtos estrangeiros. Assim o efeito combinado de educação, viagens e comunicações foi o de ampliar o âmbito e a variedade da demanda do consumidor. O índice de novidade reflete o novo num sistema. É a relação entre o novo e o antigo. (Toffler, 1985:85) A pressão para a despadronização aumenta a complexidade organizacional e os problemas de tomada de decisão. O considerável aumento simultâneo dos índices de novidade faz o problema crescer geometricamente. (Toffler, 1985:109) A partir daí vê-se necessário questionar o desdobramento de tais processos de despadronização, frente a originalidade necessária tomada pelo setor empresarial e o seu relacionamento com a concorrência que se tornou muito mais ampla e mais competitiva. A concorrência e suas implicações: No mundo dos negócios e em economia política, o termo concorrência significa a ação desenvolvida entre competidores pela disputa de um mercado ou a simples venda de uma mercadoria. O modo por que se processa a concorrência e o próprio comportamento dos competidores dependem das características do mercado em que atuam. As diferentes condições existentes nos mercados podem variar desde uma relativa liberdade de ação para os competidores até as mais rigorosas restrições à sua atuação.    Em teoria econômica denominam-se as situações extremas, no primeiro caso, de livre concorrência ou concorrência perfeita ou concorrência pura; e no segundo caso, de concorrência imperfeita e concorrência monopolística. Considera-se que a concorrência desempenha papel de relevo no progresso econômico por constituir importante estímulo ao aperfeiçoamento da produção, ao progresso tecnológico e ao aumento da produtividade. A idéia de que a concorrência, quando se processa dentro de condições de liberdade promove a baixa dos preços está presente em muitos autores e tem sua comprovação prática no fato de que, com a cessação da liberdade de concorrência e a vigência de condições monopolísticas, a tendência dos preços é para a alta. A noção tradicional de concorrência pressupõe a existência de grande número de competidores atuando livremente no mercado de um mesmo produto, de modo que tanto a oferta quanto a procura provenham de compradores ou de vendedores colocados em igualdade de condições e sem que qualquer deles tenha poderes para influenciar, em caráter permanente ou duradouro, no preço desse produto. Encarada dessa maneira a concorrência se exerceria no mercado de um produto em que os consumidores e os produtores tivessem a possibilidade de livre escolha para fazer a quem desejassem a compra ou a venda de produto. As mudanças ocorridas na economia mundial a partir da segunda metade do século XIX, caracterizadas, principalmente, pela formação dos grandes consórcios nacionais e internacionais e mais tarde pela intervenção crescente do Estado na vida econômica de cada país, marcaram uma época de transição entre as economias de concorrência e as economias de monopólio. O fato encontraria explicação, por um lado, na própria dinâmica da concorrência, pois, na medida em que se teria exercido em toda a sua plenitude, ela conduziria à eliminação dos competidores menos capazes, e ao agrupamento, em cada vez menor número, dos mais capazes, por outro lado. Esse fenômeno, que os economistas liberais saudaram como um fruto benéfico da "seleção natural", foi por eles também recriminado como causa da destruição da própria concorrência. Daí observar-se que a concorrência possui um caráter objetivamente contraditório: é ao mesmo tempo um estímulo ao progresso e causa da eliminação de fatores produtivos.     Neste sentido, Michel Porter (1986:42) comenta o tamanho da concorrência nos últimos anos: Todas as empresas estão competindo, em termos amplos, com empresas que disponibilizam produtos substitutos. Os substitutos reduzem os retornos potenciais de uma empresa, colocando um teto nos preços que as empresas podem fixar com lucro. (...) Como os fatores mudam com o tempo ou em decorrência das decisões estratégicas de uma companhia, naturalmente o poder do comprador pode aumentar ou diminuir. A escolha de uma empresa quanto aos grupos de compradores a quem vender deve ser vista como uma decisão estratégica crucial. Observa ele que algumas formas de concorrência, notadamente a concorrência de preços, são altamente instáveis, sendo bastante provável que deixem toda a indústria em pior situação do ponto de vista da rentabilidade. A rivalidade em algumas empresas caracteriza-se por expressões como belicosa, amarga ou impiedosa, enquanto em outras pode ser dita como polida ou cavalheiresca. A rivalidade é conseqüência da interação de vários fatores estruturais. (Porter, 1986:35) No tocante à competitividade, Rotschild (1992:7) O pensamento competitivo e sua informação e análise de apoio devem permear toda a organização. É um trabalho contínuo e não meramente algo que acontece na primavera ou no outono. (...) A análise competitiva é decisiva tanto para os vencedores como para os desafiantes  Não se pode separar a análise competitiva da análise do cliente. Elas se relacionam, e a análise completa é a única maneira de se prever mudanças. (...) A avaliação competitiva permitirá que se examine os fatores de capacidade em razão da concorrência e da demanda, com companhias que tenham fortes relações com seus governos e que sejam apoiadas pelos mesmos, e suas próprias forças e limitações relativas. O primeiro passo para Rotschild (1992:276) é esclarecer a questão competitiva. Isso significa que se deve entender o propósito da análise competitiva. O propósito é defender-se ou conseguir um ganho em relação aos atuais concorrentes e a ênfase deve voltar-se para a determinação das diferenças encontradas nas fontes internas e externas. A investigação competitiva ajuda a determinar o potencial efetivo de suas estratégias atuais ou novas, chegando em opções disponíveis. Essa listagem de opções também pode ser muito útil se precisar de uma mudança rápida. Determinando o seu campo de batalha, o que significa entender os clientes e suas necessidades e desejos, os concorrentes e os produtos e serviços competitivos devem satisfazer as necessidades dos clientes para obterem sucesso. A primeira avaliação deve está no que o cliente está realmente querendo comprar e no quanto as ofertas existentes estão satisfazendo as necessidades e desejos dos clientes. Isso possibilitará ao analista identificar as maneiras de melhorar os produtos e serviços para que estes ganhem a vantagem competitiva. Um campo de área competitiva é uma visualização de uma ampla necessidade funcional e de todos os caminhos que satisfaçam essa necessidade. Abordar através de um exame os concorrentes existentes e potenciais nos mercados servidos ou não pela empresa, possibilitam uma avaliação e, conseqüente, vantagem competitiva e a razão para vencer podem estar no fato da companhia conseguir atrair e reter pessoas-chave ou ser hábil o bastante para desenvolver pessoas em todos os níveis. (Rotschild, 1992:46) As variáveis demográficas do concorrente consiste nessa avaliação, agrupando-os em diferentes tipos, discernindo o tipo nicho que participa atualmente ou planeja participar, determinado o grau de especialização e o grau de globalidade da concorrência. Uma revisão em profundidade dos concorrentes-chave existentes e potenciais, incluindo as estratégias de desenvolvimento, o tipo da distribuição, as estratégias promocionais, a abordagem de determinação de preços, a estratégia de apoio à prestação de serviços, a estratégia de produção, a estratégia financeira, a estratégia de recursos humanos, entre outras análises. (Rotschild, 1992:12) Há quatro motivos fundamentais para a integração horizontal, progressiva e regressiva: a insegurança, a economia, a incapacidade para fazer o serviço melhor; e a mudança de estratégia geral por causa da necessidade de crescimento diversificado. Neste sentido, é preciso construir uma matriz própria agrupando todos os concorrentes numa base global; indicação de que a fatia de mercado que cada um tem e o segmento em que cada um compete; classificação de cada um como uma campanha especialista; utilização da matriz demográfica competitiva; classificando as mudanças segundo a intensidade competitiva e segundo os fatores de sucesso. (Rotschild, 1992:98) A estratégia competitiva compreende uma análise em profundidade, seletiva, o grau de complexidade variável, avaliando o concorrente e determinando as suas prioridades, determinando o port-fólio geográfico; a atratividade relativa entre as localidades da região; determinando a formação da gerência; o desempenho passado é um prognóstico; determinando o sistema de tomada de decisão do concorrente (Rotschild, 1992:122) A estratégia, neste caso, partirá de produtos únicos, da diferenciação, da padronização. Ou seja, elegendo orientações para o marketing na criação da demanda, distribuição e vendas; expansão geográfica; determinação dos preços; serviços; aplicações de produtos ou serviços. Orientação para a produção voltada para a capacidade, inovação no processo, produtividade, oferta. Orientações financeiras voltadas para a avaliação do concorrente, identificando-os nas orientações estratégicas. Quanto a estratégia do produto enfatiza-se a posição, a seletividade, a liderança, a imitação, o autodesenvolvimento, o financiamento e o licenciamento. Porter (1986:24) analisa as forças competitivas atendendo fatias de mercado sob uma comparação tecnológica: As cinco forças competitivas - entrada, ameaça de substituição, poder de negociação dos compradores, poder de negociação dos fornecedores e rivalidade entre os atuais concorrentes, refletem o fato de que a concorrência não está limitada aos participantes estabelecidos. Clientes, fornecedores, substitutos e os entrantes potenciais são todos "concorrentes" para as empresas, podendo ter maior ou menor importância, dependendo das circunstâncias particulares. Concorrência, neste sentido mais amplo, poderia ser definida como rivalidade ampliada. Porter defende uma estratégia competitiva efetiva que assuma uma ação ofensiva ou defensiva de modo a criar uma posição defensável contra as cinco forças competitivas. De modo amplo, isto compreende uma série de abordagens possíveis: posicionar a empresa de modo que suas capacidades proporcionem a melhor defesa contra o conjunto existente de forças competitivas; influenciar o equilíbrio de forças através de movimentos estratégicos e, assim, melhorar a posição relativa da empresa; ou antecipar as mudanças nos fatores básicos das forças e responder a elas, explorando, assim, a mudança através  da escolha de uma estratégia apropriada ao novo equilíbrio competitivo antes que os rivais a identifiquem. (Porter, 1986:45) Ao enfrentar as cinco forças competitivas, existem três abordagens estratégicas genéricas potencialmente bem sucedidas para superar as outras empresas: liderança no custo total; diferenciação; e enfoque. A liderança no custo exige a construção agressiva de instalações em escala eficiente, uma perseguição vigorosa de reduções de custo pela experiência, um controle rígido do custo e das despesas gerais, que não seja permitida a formação de contas marginais dos clientes e a minimização do custo em áreas como P & D, assistência, força de vendas, publicidade, etc. A segunda estratégia é diferenciar o produto ou o serviço oferecido pela empresa, criando algo que seja considerado único ao âmbito de toda a empresa. Enfoque é a última estratégia enfocando um determinado grupo comprador, um segmento da linha de produtos, ou um mercado geográfico; como com a diferenciação o enfoque pode assumir diversas formas. A empresa que desenvolve com sucesso a estratégia de enfoque pode também obter potencialmente retornos acima da média para sua empresa. O enfoque desenvolvido significa que a empresa tem uma posição de baixo custo com seu alvo estratégico, alta diferenciação, ou ambas. (Porter, 1986:53) A diferenciação também acarreta uma série de riscos: o diferencial de custos entre os concorrentes de baixo custo e a empresa diferenciada torna-se muito grande para que a diferenciação consiga manter a lealdade à marca. Os compradores sacrificam, assim, algumas características, serviços, ou imagem da empresa diferenciada em troca de grandes economias de custos; a necessidade dos compradores em relação ao fator de diferenciação diminui, isto pode ocorrer à medida que os compradores se tornem mais sofisticados; e a imitação reduz a diferenciação percebida, numa ocorrência comum quando a empresa amadurece. (Porter, 1986:59) As estratégias das companhias para competir em uma empresa podem ser diferenciadas de diversas maneiras. Entretanto, as seguintes dimensões estratégicas em geral captam as diferenças possíveis entre as opções estratégicas de uma companhia em uma dada empresa: 1. Especialização, o grau em que ela concentra seus esforços em termos da amplitude de sua linha, os segmentos de clientes-alvo e os mercados geográficos atendidos; 2. Identificação de marcas: o grau em que ela busca a identificação de marca evitando a competição baseada basicamente em preços ou em outras variáveis; 3. Política de canal, o grau em que ela busca desenvolver a identificação de marca diretamente com o consumidor final versus o apoio aos canais de distribuição na venda de seu produto; seleção do canal, a escolha dos canais de distribuição variando de canais pertencentes à companhia a pontos de venda que são especializados em um dado produto até canais que distribuem amplas linhas de produtos; qualidade do produto, seu nível de qualidade do produto em termos de matérias-primas, especificações, observância das tolerâncias, características, etc; liderança tecnológica, o grau em que ela procura a liderança tecnológica versus um comportamento imitativo; integração vertical, o montante do valor agregado conforme refletido no nível de integração para frente e para trás adotado, incluindo o fator de a empresa ter canal de distribuição cativo, lojas de varejo exclusivas ou de sua propriedade, uma rede própria de assistência técnica, e assim por diante; posição de custo, o grau em que ela busca a posição de mais baixo custo na fabricação e na distribuição através de investimento em instalações ou equipamentos para minimizar o custo; atendimento, o grau que ela proporciona serviços auxiliares  com sua linha de produto, como uma rede própria de atendimento, assistência técnica, crédito, assim por diante; política de preço, sua posição relativa de preço no mercado; alavancagem, o grau de alavancagem financeira e operacional de que ela dispõe; relacionamento como matriz, exigências sobre o comportamento de uma unidade baseadas no relacionamento desta com sua matriz; relacionamento com os governos do país de origem e anfitriões, em empresas multinacionais, o relacionamento que a empresa desenvolveu ou a que está sujeita com o governo de seu país de origem como com governos de países estrangeiros em que esteja operando. (Porter, 1986:131-32) No mundo dos negócios, há duas grandes forças que aceleram ainda mais as tendências desestabilizadoras: o aumento da diversidade e a emergência de desenhos organizacionais não-estruturados. Para dar estabilidade e segurança, propôs-se um principio organizacional: a diversidade como uma necessidade estratégica. (Imparato & Harari, 1997:198) Outra grande força desestabilizadora é a emergência de novas estruturas organizacionais, acompanhadas de intrigantes adjetivos como horizontal, virtual, em teia, em espaguete, e trepa-trepa. Essas estruturas tentam minimizar os perniciosos efeitos da lenta e rígida burocracia e da restrição do fluxo de informações. (Imparato & Harari, 1997:200) A diversidade traduz a complexidade e a variedade de pessoas, idéias, tecnologias, mercados e fontes de informações com as quais os gerentes têm de lidar diariamente. Uma política de recursos humanos diversificada é um subconjunto importante. (...) na economia global da atualidade, baseada no conhecimento, a capacidade de atrair e manter pessoas talentosas torna a vantagem competitiva mais importante que uma empresa pode Ter.  do ponto de vista do marketing, a adoção de uma política de pessoal diversificada é ainda mais importante. (Imparato & Harari, 1997:198-9) A diversidade não é apenas uma questão de reservas de cargos para minorias; é a origem do seu próprio sucesso. Ainda assim, a diversidade, apesar de todos os chavões que a cerca, freqüentemente evoca sensações de desorientação e ansiedade no cotidiano dos gerentes. (Imparato & Harari, 1997:200) Enquanto isso a inovação, por outro lado, diz respeito à capacidade de as empresas tirarem partido do agitado mundo no qual vivemos. Não existe inovação sem as noções de qualidade total e de velocidade turbo. As empresas dependerão da sua capacidade de inovação para sustentar sua vantagem competitiva nestes tempos caóticos, de mercados saturados. Precisarão se diferenciar constantemente no mercado. As questões estratégicas mais importantes da atualidade dizem respeito à capacidade das empresas inovarem com rapidez de modo continuado, buscando a diferenciação dos concorrentes, agregar valor aos seus clientes, tentando ser diferente, inovador e especial no futuro. (Imparato & Harari, 1997:86). Exemplos disso são o "Kaban", do japonês, cartão, o gerenciamento  "just-in-time" num sistema criado pela Toyota de gerenciamento dos processos de produção com estoques mínimos. É um sistema simples de controle de produção no qual as pessoas participam utilizando cartões coloridos para abastecer e repor materiais de produção.  (Kay, 1996:404) Baseada na filosofia "just-in-time" - (JIT) - o objetivo principal do Kaban é combater qualquer tipo de desperdício existente na empresa, O JIT - aversão aos desperdícios - desautomatiza o homem e resgata o orgulho pelo trabalho, orgulho este que o artesão sentia há mais de 200 anos. (Garcia, 1994:172) A expressão "just in time" (JIT) quer dizer o conjunto de métodos de controle de produção usados para obter um mínimo nível de inventários para assegurar a expedição de materiais e componentes justamente quando eles devem ser usados. Também se refere à filosofia da manufatura que almeja otimizar os processos de produção reduzindo o desperdício e despesas. Outro exemplo é a expressão "Kaizen" que quer dizer aperfeiçoamento permanente de tudo o que faz. É melhorar cada vez mais, para que se transforme verdadeiramente diferente depois. Trata-se, pois, de um movimento que significa desenvolvimento contínuo e teve origem no modelo de administração participativa no Japão. Foi o "Kaizen" que introduziu o conceito de cliente interno, analisando todas as conseqüências desse relacionamento. Sua teoria é utilizada em todo processo produtivo e, portanto, válido para qualquer organização. Como existe um relacionamento de compradores e fornecedores para garantir a sua lealdade ao produto ou serviço, as relações organizacionais se fazem nesse mesmo sentido, isto é, um setor compra serviços de outro setor. Num momento ele é comprado a outro vendedor e logo a seguir a relação se inverte. Tudo o que está funcionando pode ser otimizado e melhorado continuamente. Seu campo de atuação é bastante amplo: segurança, desburocratização, qualidade, redução de custos, meio ambiente, processo de trabalho, produto, equipamento e condições de trabalho. (Garcia, 1994:184) Já o "toyotismo" trata de um novo modo de regulamentação baseado na produção flexível, nos mercados de nicho e na remuneração do trabalho baseada nos resultados. As formas de gestão das empresas mergulham na onda da qualidade total e nas economias de escopo. As reduções de custo são obtidas não mais pelo grande volume da produção, mas pelas combinações mais inteligentes de processos produtivos. Buscam maior flexibilidade para produzir valores desejados aos clientes e para dar resposta mais rápidas às mudanças de suas preferências. A grande empresa dá lugar às redes de pequenas unidades de negócios logisticamente estabelecidos. (Lemos, 1999:36). Iamamoto (2000:31) conceitua o modelo toyotista: Este modelo japonês trata da acumulação flexível. Busca-se a flexibilidade no processo de trabalho, em contrapartida à rigidez da linha de produção, da produção em massa e em série; uma flexibilidade do mercado de trabalho, que vem acompanhada da desregulamentação dos direitos do trabalho, de estratégia de informatização das contratações dos trabalhadores; uma flexibilidade de produtos, pois as firmas hoje não produzem necessariamente em série, mas buscam atender as particularidades das demandas do mercados consumidores e uma flexibilidade dos padrões de consumo. Degen (1989) o empreendedor necessita ter criatividade, pois é a partir da criatividade que ele começa a associação as observações dos mais diversos tipos e forma de empreendimentos. Segundo este mesmo autor, a riqueza de um país é medida pela capacidade de produzir, em quantidade suficiente, os bens e serviços necessários ao bem-estar da população. Esta criatividade desemboca no discernimento da diversidade para a sedimentação da especialidade, o que leva a discussão para a segmentação de mercado. Um segmento de mercado, segundo Simões (1979:91) é um grupo de indivíduos que possuem características comuns como consumidores. Todo mercado geral consiste em uma série de submercados menores, porém crescentemente mais homogêneos denominados segmentos. O segmento de mercado, portanto, é uma parcela do mercado dotada de uma homogeneidade obtida através de características comuns de demanda. O conceito segmentar está envolvido com a idéia de setorizar através de critérios de afinidade, de reunir gamas de características. O conceito de segmentação, ainda segundo Simões, é relativamente novo e subverte a antiga idéia de um mercado de massa não diferenciado. À idéia de segmentação corresponde a idéia de diferenciação de produto e, portanto, a formulação de uma estratégia de produto. Ela envolve o conhecimento dos interesses e necessidades do consumidor ao lado de sua quantificação. O produtor, em função dela, deve cessar de pensar em seus clientes como parte de algum grande mercado maciçamente homogêneo e deve começar a pensar neles como ilhotas de coisas distintas, cada qual exigindo suas próprias estratégias singulares em política de produto, em estratégia promocional, em determinação de preços, em métodos de distribuição, em técnicas de vendas diretas. (Simões, 1979:92) Para Manzo & Cunto (1975:35) o mercado de um produto não é constituído de todas as pessoas que possuem poder de compra e sim de um grupo de pessoas com poder de compra atraídas para aquele produto ou aquela marca específica. Dentre os consumidores, entretanto, há um grupo geralmente pequeno, responsável por um volume maior de consumo daquela categoria de produto.  Segundo eles, a necessidade de uma diferenciação de produtos na mente do consumidor tende a tornar-se regra nas práticas de Marketing: "Quanto mais alta é a qualidade dos produtos mais os consumidores se desinteressarão pela compra de qualquer produto". Os consumidores, assim, tornam-se cada vez mais livres e independentes para aceitar ou recusar uma mercadoria e por isso os produtos devem perseguir um tipo especial de consumidor, selecionando-o no meio da população (Manzo & Cunto, 1975:36) Para Simões (1979:93) existem os seguintes tipos de segmentação: demográfica, quando a empresa diferencia os diversos grupos através de características demográficas, como faixa etária, sexo, tamanho da família, etc; geográfica, quando consideram fenômenos como grau de urbanização, os conglomerados, etc; psicográfica, também conhecida por segmentação atitudinal, estabelecida a partir do princípio de que as necessidades dos compradores podem diferir de acordo com seu estilo de vida ou com seus traços de personalidade; por benefício, quando é estabelecida em relação aos diversos benefícios que o consumidor deseja encontrar no produto; por volume, quando o mercado é dividido entre consumidores de porte pequeno, médio e grande sem outra noção prévia de segmentação; e para bens industriais, quando é dividida por ramos de consumidores, por utilização do produto e por sistemas de distribuição. Enquanto isso, Manzo & Cunto (1975:37) defendem que a maioria da segmentação de mercado é de caráter psicológico, vez que, acima de tudo, a mais importante diferença entre pessoas é uma diferença psicológica. Ele afirma que como os produtos tendem a tornar-se cada vez mais semelhantes ou com igual performance, tenderá a crescer a necessidade de uma segmentação psicológica. Em conseqüência reitera que a mesma habilidade exigida para atingir vários segmentos psicológicos é exigida para planejar produtos destinados aos mesmos segmentos psicológicos. O nicho de mercado: definições: Uma outra vertente de atendimento criativo das atividades profissionais, o nicho de mercado apresenta uma grande diversidade de conceitos, como uma estratégia de opção promissora para as empresas que não são líderes para atendimento de um segmento de um produto para manutenção no mercado; ou ainda que é baseada na segmentação e pode ser utilizada em conjunto com a estratégia da própria segmentação de mercado. Utiliza-se a estratégia do nicho de mercado para evitar a concorrência direta com os líderes de mercado, como alternativa, identificando e atendendo um segmento específico. As suas principais características identificam que o nicho pode ser suficientemente grande e com poder de compra para gerar lucros; tem sido desprezado ou ignorado pelo líder de mercado; poderá ser atendido eficientemente e efetivamente pela empresa; poderá ser defendido contra o líder de mercado e outros competidores, utilizando-se dos diferenciadores competitivos que a empresa desenvolveu junto aos seus consumidores.           Tem se definido como a sua principal vantagem a de encontrar um segmento específico de mercado para que a empresa possa atender com o melhor de suas habilidades. Este segmento se identifica pelo encontro de um grupo de consumidores cujas necessidades particulares podem ser melhor atendidas pela empresa que estiver focada neste segmento do que por qualquer outra empresa. A chave está no identificação das bases de segmentação para a definição do nicho. Assim, o nicho precisa ser satisfatório o que leva a empresa poder atingir fortes posições de produto focando em segmentos específicos de mercado. Weinstein (1995:222), conceitua: [...] o nicho de mercado pode ser definido como o posicionamento em pequenos segmentos de mercado homogêneos que têm sido ignorados ou negligenciados pelos outros. O posicionamento é baseado no conceito de marketing integrado e competências diferenciadoras possuídas pela empresa. Essa afirmação endereça para os cinco elementos essenciais de nicho de marketing: posicionamento, lucratividade, competências diferenciadoras, pequenos segmentos de marcado; e adesão ao conceito de marketing.             Mattar &Aud (1997) levantam que não existe consenso quanto a conceituação de nicho de mercado, no campo de Marketing várias outras aparecem constante que se disserta sobre o assunto, a se ver como uma segmentação de mercado; ou oportunidade de mercado advinda de segmentos com necessidades/desejos específicos, não-explorados, não atendidos, ignorados pelos líderes de mercado e que possam ser atendimento de forma eficiente, eficaz e efetiva pela empresa, através de suas potencialidades e diferenciais competitivos; nicho como um segmento de mercado; nicho como um produto; estratégia típica para empresas não-líderes ou pequenas e médias; focalização e concentração; especialização; posicionamento; utilizado para evitar confronto e/ou para se defender dos líderes; e ênfase na lucratividade ao invés de vendas e participação. Em síntese, nicho é um segmento de mercado especial, com características diferencias, que pode ser explorado pela empresa.             Na conclusão dos estudos realizados por Mattar &Aud (1997), conceituaram da seguinte forma: Nicho de mercado é um segmento ou uma área específica de mercado onde há uma oportunidade que passou a ser explorada de forma dominante e muito lucrativa por uma empresa, em função de dispor de vantagens competitivas originadas de uma estratégia de marketing, que faz uso de suas potencialidades e cujas bases estão voltadas à especialização e a um contínuo enfoque de diferenciação, de modo que o posicionamento de seu produto detenha uma imagem singular, criando um relacionamento forte com seus clientes, difícil de ser quebrado pela concorrência. E salientam, a partir desta proposição, que as características de nicho estão associadas à conceituação e compreendem uma área ou segmento de mercado; apresentam necessidades específicas; oferecem oportunidades de mercado; depende da correta atuação da empresa, exige a utilização das potencialidades da empresa; produto com imagem singular; estabelecimento de forte relacionamento com o cliente-consumidor que se transforma numa barreira para entrada de concorrentes; a empresa passa a ser dominante na área ou segmento de mercado; e passa a auferir grande lucratividade. Necessário se faz entender que o conceito ainda não se encontra solidificado carecendo de considerações múltiplas, no entanto, deixando claro que se trata de uma alternativa viável para empresas de pequeno e médio porte.
CONCLUSÃO - O que podemos trazer à lume como resultado dos nossos estudos, avaliando a segmentação de mercado na evolução do setor de serviços no caso alimentar, é que advindo regras implantadas pela modernização tecnológica devemos encontrar um comportamento organizacional que seja suficiente para atendimento de nossa clientela e que possua, a partir disso, a faculdade de alocarmos mais recursos na execução dos nossos serviços. A saber que a literatura da ciência do comportamento descreve dois tipos de comportamento organizacional, um, de caráter incremental; outro, empreendedor. A administração de uma empresa hoje envolve duas atividades complementares: a estratégica, voltada para o desenvolvimento do potencial futuro da empresa; e a operacional, que converte o potencial existente em lucros e crescimento. A administração estratégica exige um comportamento organizacional empreendedor e a administração operacional funciona bem com um comportamento incremental. O comportamento empreendedor é observado com freqüência muito menor do que o comportamento incremental.  O empreendedor envolve uma atitude radicalmente diferente em relação à mudança: em lugar de suprimi-la e minimizá-la, uma organização empreendedora procura a mudança. Em vez de reagir a problemas, a organização se antecipa às ameaças e oportunidades futuras; em vez de soluções locais, há uma busca geral de alternativas de ação; em lugar de uma única alternativa, geram-se múltiplas alternativas; em lugar de buscar satisfação, o processo decisório visa a escolha da melhor dentre as alternativas disponíveis. Em vez de procurar manter as condições passadas, a organização empreendedora busca a mudança contínua do status quo (Ansof & McDonnel, 1993:286). Na gestão empreendedora, segundo Ansof & McDonnel (1993:364)  é acrescentado o seguinte: Projeções da posição corrente de produtos e mercados de empresa são substituída por uma análise não-extrapolativa das tendências ambientais e das possíveis ameaças e oportunidades. As análises de tendência e de ameaças ou oportunidades são combinadas numa estimativa das perspectivas futuras que estarão disponíveis à empresa. A análise envolve estudos de: forças sociais e econômicas que determinam a procura dos produtos da empresa; a natureza das forças competitivas que operam em seus mercados e perspectivas de mudanças políticas e sociais que afetarão a companhia e o seu ambiente. As novas organizações vêm se estruturando cada vez mais como: unidades de negócio, onde os responsáveis pelas unidades são colocados na posição de verdadeiros empreendedores não mais como simples gerentes; organizações cada vez mais focalizadas nas suas competências centrais, onde as operações consideradas secundárias são entregues a funcionários terceirizados que agora assumem a posição de empreendedores prestando serviços ao antigo empreendedor(daí o nexo da terceirização); organizações com hierarquias as mais horizontais possíveis (daí o nexo das medidas como "downsizing") e onde  as decisões são cada vez mais delegadas aos funcionários dos escalões mais baixos, que têm que assumir riscos, que têm que decidir, que têm que inovar, etc (daí o nexo de medidas como "empowerment"); organizações que se transformam constantemente e que não se organizam como estruturas cristalizadas, uma vez que elas tenham  sido estabelecidas (daí o nexo das "learning organizations" e de medidas como reengenharia); organizações onde as relações de trabalho se dão sob uma nova ética - a ética do compartilhamento de riscos, da flexibilização das relações contratuais entre empregado e empregador e da co-responsabilidade pela manutenção dos empregos e pelo desenvolvimento profissional das pessoas, ou seja, a ética da empregabilidade; organizações em que as várias áreas se enxergam como clientes e fornecedores, forçando cada área a enxergar o seu trabalho como um negócio em si mesmo; organizações onde a busca de alternativas extremas para o fornecimento de serviços que antes eram monopólio de um determinado departamento ou divisão, é uma opção concreta, recriando internamente as condições de mercado em que a próprias empresas competem. Ou seja, as principais características são capacidade de assumir riscos; senso de oportunidade; liderança; negociador com jogo de cintura; persistência; visão sistêmica da organização; autodesenvolvimento; organização; inovação; disposição e iniciativa.A partir desses preceitos pode-se, assim, instituir uma empresa viável num mercado mutante e renovador.A segmentação do mercado amplia cada vez mais o atendimento aos nichos, requerendo especialização. Essa especialização carece que traga um lema: fazer o melhor. Em se fazendo o melhor, no contexto da especialização, evidentemente que se atenderão aos requisitos para o êxito do negócio.
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TATARITARITATÁ NO PROJETO PALCO ABERTO – O meu show poético musical Tataritaritatá está entre os selecionados do Projeto Palco Aberto. Este projeto é um conjunto de ações e produtos para a valorização da cultura e, em especial, da música produzida em Alagoas. Possui a visão de ser um centro de referência de capacitação e captação para a cultura alagoana. Tem a missão de promover atividades que permitam capacitar a cadeia produtiva e o mercado alagoano, criando um ambiente favorável para o desenvolvimento da produção artística e, cada vez mais, ampliar a visibilidade dessa produção. O projeto já realizou 4 Edições da Música Alagoana realizadas, com 01 DVD e 03 CDs publicados, mais de 100 shows realizados com 41 artistas que já participaram c/ shows individuais e autorais.




SHOW TATARITARITATÁ – Show autoral poético-musical com 17 músicas de diversos gêneros como xotes, baiões, martelo agalopado, sertanejo de raiz, toada, balada, rock, pop, frevos, poemas e causos. Será realizado entre os dias 29 de abril e 28 de maio, no By Bar, em Maceió





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