sábado, outubro 22, 2011

A EDUCAÇÃO, OS TEMAS TRANSVERSAIS & A BIENAL DO LIVRO DE ALAGOAS

A EDUCAÇÃO & TRANSVERSALIDADE – TEMAS TRANSVERSAIS - A Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996, estabeleceu as diretrizes e bases da educação nacional, reafirmando que a educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais. Inspirada nos princípios da liberdade e nos ideais da solidariedade humana, a LDB definiu a educação como dever do Estado e da família e, por finalidade, desenvolver o educando de forma a prepará-lo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. Neste sentido, o compromisso com a construção da cidadania requer uma prática voltada para a compreensão da realidade e dos direitos e responsabilidades em relação à vida pessoal e coletiva. A educação para a cidadania requer que questões sociais sejam apresentadas para a aprendizagem e a reflexão dos alunos, buscando tratamento didático que contemple sua complexidade e sua dinâmica, dando-lhes a mesma importância das áreas convencionais. Com isso o currículo ganha em flexibilidade e abertura, uma vez que os temas podem ser priorizados e contextualizados de acordo com as diferentes realidades locais e regionais e que novos temas sempre poderão ser incluídos. Mediante isso, Moreno (1998) considerou importante a introdução no ensino das preocupações mais agudas da sociedade atual, não significando deslocar as matérias curriculares, embora a vigência e a adequação de muitos dos seus conteúdos, sem dúvida, deverão ser revisadas em alguns casos porque são de valor formativo. Os temas transversais correspondem a questões importantes, urgentes e presentes sob várias formas na vida cotidiana do cidadão brasileiro. No entanto, o desafio que se apresenta para as escolas é o abrirem-se para o debate, não implicando na criação de novas áreas ou disciplinas. Nessa perspectiva foram incorporados na educação formal os temas transversais, de conformidade com as diretrizes curriculares, enfocando questões sobre ética, pluralidade cultural, meio ambiente, saúde, orientação sexual e trabalho e consumo, assuntos esses pertinentes ao aprendizado estudantil e amplos o bastante para traduzir preocupações da sociedade brasileira de hoje. Desta forma, encontra-se que: Ao invés de se isolar ou de compartimentar o ensino e a aprendizagem, a relação entre os temas transversais e as áreas deve se dar de forma que: as diferentes áreas contemplem os objetivos e os conteúdos (fatos, conceitos e princípios; procedimentos e valores; normas e atitudes) que os temas da convivência social propõem; haja momentos em que as questões relativas aos temas sejam explicitamente trabalhadas e conteúdos de campos e origens diferentes sejam colocados na perspectivas de respondê-las (Brasil, 1998:28). Os objetivos e os conteúdos dos temas devem ser incorporados nas áreas já existentes e no trabalho educativo da escola. A finalidade última dos temas transversais se expressa através de um critério em que os alunos possam desenvolver a capacidade de posicionarem-se frente às questões que interferem na vida coletiva, superando a indiferença e interferindo de forma responsável. Por tratarem de questões sociais, a transversalidade tem natureza diferente das áreas convencionais. Sua complexidade faz com que nenhuma das áreas, isoladamente, seja suficiente para abordá-la. Ao contrário a sua problemática atravessa os diferentes campos do conhecimento: (...) os temas não constituem novas áreas, pressupondo um tratamento integrado nas diferentes áreas; a proposta de transversalidade traz a necessidade de a escola refletir e atuar conscientemente na educação de valores e atitudes em todas as áreas, garantindo que a perspectiva político-social se expresse no direcionamento do trabalho pedagógico; influencia a definição de objetivos educacionais e orienta eticamente as questões epistemológicas mais gerais das áreas, seus conteúdos e, mesmo, as orientações didáticas (Brasil, 1998:28/9) A transversalidade proposta pelas diretrizes curriculares da LDB vigente traz a vantagem de que tais temas possam ser abordados sem prejuízo de qualquer conteúdo programático. A transversalidade, bem como a transdisciplinaridade, é um princípio teórico do qual decorrem várias conseqüências práticas, tanto nas metodologias de ensino quanto na proposta curricular e pedagógica. A transversalidade aparece hoje como um princípio inovador nos sistemas de ensino de vários países. Contudo, a idéia não é tão nova. Ela remonta aos ideais pedagógicos do início do século passado, quando se falava em ensino global e do qual trataram famosos educadores, entre eles, os franceses Ovídio Decroly (1871-1932) e Celestin Freinet (1896-1966), os norte-americanos John Dewey (1852-1952) e William Kilpatrick (1871-1965) e os soviéticos Pier Blonsky (1884-1941) e Nadja Krupskaia (1869-1939). A preocupação com tais temas faz parte do que propõe a Lei de Diretrizes e Bases que deve reger de agora em diante a prática pedagógica no sentido que: As práticas sociais e políticas e as práticas culturais e de comunicação são parte integrante do exercício do cidadão, mas a vida pessoal, o cotidiano, e a convivência e as questões ligadas ao meio ambiente, corpo e saúde também.(...) na vida pessoal, há um contexto importante o suficiente para merecer a consideração específica, que é o do meio ambiente, o corpo e a saúde. (Brasil, 1998:142) Yus (1998:54), contudo, salienta que: Por causa de seu alto componente de conteúdos atitudinais (valores, atitudes, normas) a problemática da educação desde a transversalidade está indubitavelmente ligada ao plano técnico para todo o conjunto de contribuições da psicologia social e da ética.(...) Em primeiro lugar, é preciso que a escola proponha tratar a educação desde matérias transversais, com a participação e o compromisso de toda a comunidade educativa, incluídos os alunos moralmente mais autônomos, como uma primeira medida para co-responsabilizar esses no estabelecimento de normas e climas apropriados para o trabalho. A inclusão dos temas transversais na grade curricular, segundo Yus (1998:49) contribui para uma nova cultura no ensino: Uma cultura que esteja baseada na cooperação e no intercâmbio entre os diferentes agentes educativos; na gestão compartilhada e democrática da vida escolar e na assunção coletiva dos fins educativos; numa atmosfera moral em que os temas transversais constituam os lugares obrigatórios de encontro dos diferentes saberes acadêmicos tradicionais a serviço de alguns fins educativos que vão além  da cultura científica e se dirija, como fim último, à criação de indivíduos autônomos e críticos, e a sociedades mais justas e solidárias. Na efetiva operacionalização dos temas transversais em sala de aula, não se pode olvidar que o aluno seja um simples receptador de informações, na verdade o aluno é uma inteligência que precisa ser burilada, um potencial a ser explorado. Mas para que este trabalho possa vir a ser realizado com relativo sucesso, é preciso que o professor conquiste a confiança e o respeito profissional do seu aluno e isto só será possível se o professor enquanto educador, demonstrar uma atitude de firmeza e maturidade na sua prática pedagógica. Isto leva a educação a ser o recurso utilizado para um planejamento adequado numa ótica sociológica, culturalmente plural,  juridicamente embasada, eticamente capaz de fomentar ações que estimulem o exercício da cidadania. Ou seja, uma ação voltada para obtenção de conteúdos ministrados ao lado dos temas transversais, ou mesmo perpassados uns aos outros, possibilitando uma visão progressista quanto a prospecção de instrumentos eficientes que sustentem o manejo de transformar a nossa realidade, contribuindo para que não só o discente, mas todo o brasileiro, emancipe ações que possam reformular o ambiente em que vive de forma sustentável. Neste sentido, Busquest & Leal (1998:65) dão relevância extrema ao assunto, observando três objetivos básicos a seguir: 1 - Formar personalidades autônomas, capazes de construir seu próprio estilo de vida e conseguir equilíbrio que lhes proporcione bem-estar, tanto no terreno físico como no psíquico e social; 2 - Oferecer os meios para que a população infantil e jovem se conscientize de seus próprios estados físicos e psíquicos, dos seus hábitos e atitudes diante das diversas situações da vida cotidiana, e construa um conhecimento tanto dos processos que sucedem em seu organismo quanto do funcionamento de suas relações pessoas e sociais; e 3 - Proporcionar os meios para que a população infantil e jovem chegue a conhecer e usar diferentes formas de intervenção nesses processos orgânicos, a desenvolver hábitos, atitudes e relações, a fim de conseguir mudá-la em prol do seu bem-estar. Isto envolve uma educação sobre a tomada de decisões e o conhecimento das conseqüências positivas ou negativas delas derivadas. Por outro lado nas várias áreas do currículo escolar existem, implícita ou explicitamente, ensinamentos a respeito da transversalidade, isto é, todas educam em relação às questões sociais através de suas concepções e dos valores que veiculam. Tal proposta pode acarretar algumas discussões do ponto de vista conceitual, como por exemplo, a da sua relação com a concepção de interdisciplinaridade, bastante difundida no campo da pedagogia. Essa discussão é pertinente e cabe analisar como estão sendo consideradas nas Diretrizes Curriculares Nacionais as diferenças entre os dois conceitos, bem como suas implicações mútuas, se bem que ambas se fundamentam na crítica de uma concepção de conhecimento que toma a realidade como um conjunto de dados estáveis, sujeitos a um ato de conhecer isento e distanciado. As duas apontam a complexidade do real e a necessidade de se considerar a teia de relações entre os seus diferentes e contraditórios aspectos. Mas diferem uma da outra, uma vez que a interdisciplinaridade refere-se a uma abordagem epistemológica dos objetos de conhecimento, enquanto que, a transversalidade diz respeito principalmente à dimensão da didática. Entre uma e outra, dicotomias são visíveis (Brasil, 1998).
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V BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO DE ALAGOAS: 22 OUT 2011: LANÇAMENTOS- Neste sábado, dia 22, ocorreram os lançamentos dos livros no estande da Secult/Biblioteca Estadual, dos escritores Cida Lima, Claudia Gordon, Geraldinho Gonçalves e Luiz Alberto Machado.


Os autores da noite Cida Lima, Claudia Gordon, Geraldinho Gonçalves e Luiz Alberto Machado.


Luiz Alberto Machado com Maria Luisa Russo, Diretora da Biblioteca Estadual.


Luiz Alberto Machado e Marcia Sarmento, da Turma da Carochinha.


O cordel Tataritaritatá.



NESTE DOMINGO: NITOLINO & LOBISOMEM ZONZO – Está previsto para o próximo dia 23 de outubro, domingo, a partir das 15hs, tarde de autógrafos dos livros infantis “Nitolino no Reino Encantado de Todas as Coisas” e “O lobisomem zonzo” de Luiz Alberto Machado.

OFICINA BRINCAR PARA APRENDER – No dia 24, a partir das 10hs, na sala Lêdo Ivo, realizarei a oficina Brincar para aprender.

ESTANDE DA SECULT/BIBLIOTECA PÚBLICA DO ESTADO – Estarei todos os dias no estande da Secult/Biblioteca Pública do Estado, com exposição de todos os meus livros infantis, DVD e folheto de cordel, além da distribuição gratuita do zine Tataritaritatá. Espero você por lá.
Veja detalhes na minha home page www.luizalbertomachado.com.br

SERVIÇO:
Tarde de autógrafos dos livros infantis Nitolinono Reino Encantado de Todas as Coisas / O lobisomem zonzo, de Luiz Alberto Machado.
Dia 23, domingo, a partir das 15 hs no estande da Secretaria de Estado da Cultura/Biblioteca Pública do Estado, na V Bienal Internacional do Livro de Alagoas. Coordenação Maria Luiza Russo.




Veja mais sobre:
O natal de Popó, Joseph Conrad, Maria Clara Machado, Nino Rota, Virginia Woolf & a psicanálise, Lars von Trier, Catherine Deneuve, Björk, Étienne-Maurice Falconet, Viviane Mosé & William Etty aqui.

E mais:
A espera de Bia & Elas fazem poesia e sexo aqui.
Tributos, Direito Tributário & LAM na Educativa FM aqui.
Conteúdo, Didática, Educação & LAM na TV Gazeta de Alagoas aqui.
Vermelho da Amora & LAM na Rádio Difusora de Alagoas aqui.
Receitas & despesas públicas & LAM na Rádio Jovem Pan aqui.
Formação docente & Ensino Médio aqui.
Todo dia é dia da mulher aqui.
Fecamepa aqui e aqui.
Palestras: Psicologia, Direito & Educação aqui.
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CRÔNICA DE AMOR POR ELA
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CANTARAU: VAMOS APRUMAR A CONVERSA
Paz na Terra: 
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ESPINOZA, AHMADOU KOUROUMA, TOULOUSE-LAUTREC, PSICANÁLISE & DIREITO, GERUSA LEAL, CLARA REDIG, OVÍDIO POLI JÚNIOR & LAJEDO

COMO QUEM ESPERA E JÁ FOI – Imagem: The Hangover , do pintor francês Henri de Toulouse-Lautrec (1864-1901). - Como quem espera tal pedra...