segunda-feira, dezembro 31, 2012

PSICOLOGIA AMBIENTAL, APRENDIZAGEM & DIREITO DOS IDOSOS

PSICOLOGIA AMBIENTAL – A preocupação com a relação ser humano e ambiente é uma das pautas que tem levado aos mais diversos debates em todo planeta. Isso devido ao aumento populacional e a intervenção humana no meio ambiente por meio do uso dos recursos naturais, represamento dos rios, o uso da água, o consumo de fertilizantes, a população urbana, o consumo de papel e a quantidade de veículos a motor que atuam modificando a natureza que se encontra diante de transformações como aquecimento global, desastres naturais, extinção de espécies, destruição da camada de ozônio e das florestas tropicais, entre outros graves acidentes. Detecta-se, portanto, uma crise ambiental que, segundo Santos (2005), Pinheiro (2005), Wiesfeld (2005), Tassara e Rabinovich (2003), tem envolvido e levando à mobilizações da sociedade na busca por uma conscientização ambiental que se efetive de forma mais incidente sobre a preservação do meio ambiente. Observam Moser (2005), Pinheiro (2003), Morval (2007) e Maior, Zutira e Bezerra (2007), que o homem tem mantido a todo instante e desde as mais remotas eras, uma interação com o ambiente que se delineia tanto predatória quanto esgotadora dos recursos naturais, necessitando, em vista disso, de uma ação que se revele educadora, conscientizadora e ativa pautada tanto na preservação como na perspectiva sustentável. No Brasil, segundo Pinheiro (2003), o desenvolvimento da Psicologia Ambiental tem se aprofundado desde 2001 com a criação da Rede de Psicologia Ambiental Latino-Americana (REPALA), dando prosseguimento aos estudos iniciados pelo Laboratório de Psicologia Ambiental (LPA), da Universidade de Brasília, desde 1993, articulando-se com outras iniciativas como a do Laboratório de Psicologia Sócio-Ambiental e Intervenção da USP (LAPSI) e com a International Association People-Environment Studies (Associação Internacional para Estudos Pessoa-Ambiente - IAPS). Neste sentido, a psicologia ambiental, Verdugo (2005), tem se definido como uma área ou subdisciplina da ciência psicológica mais geral, com seu objeto definido no estudo do comportamento e de seus correlatos, por meio de modos pelos quais os aspectos social e físico do ambiente influenciam o comportamento das pessoas e como as ações das pessoas, por sua vez, afetam os seus entornos. Este envolvimento torna necessária a promoção de esforços interdisciplinares a fim de abranger uma variedade diversa de dimensões (social, material) influenciadas por ou afetando o comportamento. Dessa forma, a psicologia ambiental emergiu como uma área aplicada da psicologia objetivando resolver problemas com respeito às interações ambiente comportamento. por consequência, anota Santos (2015) que se trata de uma disciplina que tem como objetivo compreender a relação pessoa-ambiente. Entendem Alves, Sacramento e Higuchi (2004) que os conhecimentos da psicologia devem contribuir para que um processo de educação ambiental se efetive. Tal processo deve se deter a novas práticas de uso do meio que propiciem novas vivências e aprendizado, por meio de novas regras e valores tais como a solidariedade, o respeito ao saber comum que se efetivem na trajetória humana como singularidades expressas por sentimentos opostos que não se excluem, mas se complementam. Neste sentido, observam Moser (1998b), Gunther e Rozestraten (2004), Freire e Vieira (2006) e Pinheiro, Gunther e Guzzo (2004) que a psicologia é identificada como uma ciência que possui o objeto de estudar o comportamento e, por consequência, investigar por meio da psicologia ambiental o comportamento humano e o ambiente. Para tanto, assinalam Pinheiro (1997), Moser (1998a), Elali (2003), Di Castro (2005) e Carneiro e Bindé (1997), que essa modalidade de Psicologia está voltada para o estudo do homem em seu contexto e suas interrelações com o meio ambiente social e físico. O seu objetivo, conforme anotado por Higuchi (2002), Rabinovich (2005) e Alves e Bassani (2008), é o estudar e analisar as condições, formas e modos que se encontram inseridos nas relações entre as ações humanas e o meio ambiente, observando a mobilização dos comportamentos sociais causadores de impacto à saúde mental, analisando as percepções e interpretações entre a saúde humana e o meio ambiente. Esta ação, segundo Tassara e Rabinovich (2003), pode ser efetuada por meio de intervenções interdisciplinares, tais como com a antropologia urbana, a sociologia, a medicina, a biologia, o urbanismo, a engenharia florestal, o paisagismo, a geografia, p desenho industrial, entre outras, e utilizando-se de métodos plurais que envolvam desde a observação, a pesquisa participante ou pesquisa-ação, pesquisa experimental, entre outros.  Wiesenfeld (2005) e Morval (2007), chama a atenção que o campo de estudos da psicologia ambiental está voltado para a possibilidade de se compreender as reações individuais às condições ambientais, avaliando e percebendo os espaços físicos e suas influencias na atuação e na interação entre as pessoas e a localidade, a melhoria da conservação e edificação dos espaços e sua incidência individual, familiar e social, envolvendo conceitos como dimensões temporais, espaço pessoal, referencia ao passado e futuro da espécie, a história, ao direito ao ambiente equilibrado, à informação e à educação ambiental, atuação essa muldisciplinar com colaboração interdisciplinar devido a complexidade dos problemas ambiental. O trabalho do psicólogo ambiental, segundo Pinheiro (1997), se dá por meio da percepção ambiental, do estudo do ambiente físico com sua dimensão social e aspectos funcionais, enfoque da interrelação e interdependência pessoa-ambiente numa visão bidirecional, entre outras ações que, segundo Santos (2015), compreendam a interação do homem com seu ambiente para desenvolver estratégias e ferramentas de aplicação e intervenção que contribuam para a mudança dessa relação de forma mais consciente. A sua ação pode se dar em conjunto com as áreas da educação, especificamente educação ambiental, com o direito ambiental, psicologia do trânsito, entre outras, utilizando-se de instrumental oriundo das atividades artísticas, a partir das visões de Vigotsky (1999), no sentido de por meio do teatro, da música e da literatura, transmitir princípios e normatizações constitucionais e da legislação ambiental, diretrizes educacionais para construção de comportamentos ambientalmente responsáveis e sustentáveis. Veja mais aqui.
REFERÊNCIAS
ALVES, H.; SACRAMENTO, L.; HIGUCHI, M. Psicologia ambiental: a arte como processo de transformação social. Florianópolis, Congresso Brasileiro de Ciência e Tecnologia em Resíduos e Desenvolvimento Sustentável 0 ICTR, 2004.
ALVES, M.; BASSANI, M. A psicologia ambiental como área de investigação da interrelação pessoa-ambiente. Publicação Eletrônica -II Fórum de Estudos Multidisciplinares, Centro Universitário de Franca, maio de 2008.
CARNEIRO, C.; BINDÉ, P. J. A Psicologia Ecológica e o estudo dos acontecimentos da vida diária. Estudos de Psicologia, Natal, v. 2, n. 2, p. 363-376, jul./dez. 1997.
DI CASTRO, V. O elevador como objeto de estudo da Psicologia Ambiental. Série: Textos de Psicologia Ambiental, nº 20. Brasília, DF: UnB, Laboratório de Psicologia Ambiental, 2005.
ELALI, G. O ambiente da escola – o ambiente na escola: uma discussão sobre a relação escola-natureza em educação infantil. Estudos de Psicologia 2003, 8(2), 309-319. Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2003.
FREIRE, J.; VIEIRA, E. Uma escuta ética de Psicologia Ambiental. Psicologia & Sociedade; 18 (2): 32-37; mai./ago. 2006.
GÜNTHER, H.; ROZESTRATEN, R. A. Psicologia Ambiental: Algumas considerações sobre sua área de pesquisa e ensino. Série: Textos de Psicologia Ambiental, nº 07. Brasília, DF: UnB, Laboratório de Psicologia Ambiental, 2004.
HIGUCHI, M. Psicologia Ambiental: uma introdução às definições, histórico e campo de estudos e pesquisas. Cadernos Universitários, nº 049. Canoas: ULBRA, 2002.
MAIOR, M.; ZUTIRA, A.; BEZERRA, A.. Psicologia ambiental: estudo de caso em ambiente asilar. Tecnologia & Desenvolvimento Sustentável, Ano 1, Março/2007. CEFET – PB, 2007.
MORVAL, J. Psicologia Ambiental. Coleção Epigénese, desenvolvimento e psicologia. Lisboa: Instituto Piaget, 2007.
MOSER, G. A Psicologia Ambiental: competência e contornos de uma disciplina. Comentários a partir das contribuições. Psicologia USP, 2005. 16(1/2), 279-294. Universidade Paris V, 2005.
______. Psicologia Ambiental. Estudos de Psicologia 1998, 3(1) 121-130. Universidade René Descartes-Paris V, 1998a.
______. Psicologia Ambiental. Estudos de Psicologia -Universidade René Descartes-Paris V, 1998b.
PINHEIRO, J. Psicologia ambiental: a busca de um ambiente melhor. Estudos de Psicologia, 2(2), 377-398, 1997.
______. O lugar e o papel da psicologia ambiental no estudo das questões humanoambientais, segundo grupos de pesquisa brasileiros.Psicologia USP, 2005, 16(1/2), 103-113. Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2005.
______. Psicologia Ambiental: espaços construídos, problemas ambientais, sustentabilidade. Estudos de Psicologia 2003, 8(2), 209-213. Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2003.
_______ Psicologia Ambiental: a busca de um ambiente melhor. Estudos de Psicologia: Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 1997.
PINHEIRO, J.; GUNTHER, H. ; GUZZO, R. (orgs). Psicologia Ambiental: entendendo as relações do homem com seu ambiente. São Paulo: Alínea, 2004.
RABINOVICH, E. A psicologia ambiental e as diversas realidades humanas. Instituto de Psicologia USP/LAPSI, 2005.
SANTOS, Edlane. Psicologia ambiental: concepções e métodos de trabalho. Disponível em: http://psicologado.com/atuacao/psicologia-ambiental/psicologia-ambiental-concepcoes-e-metodos-de-trabalho. Acesso em 14 ago 2015.
TASSARA, E.; RABINOVICH, E. Perspectivas da Psicologia Ambiental. Estudos de Psicologia: Universidade de São Paulo, 2003.
VERDUGO, V. Psicologia ambiental: objeto, realidades sócio-físicas e visões culturais de interações ambiente-comportamento. Psicologia USP, 16(1/2), 71-87, 2005.
VIGOTSKY, L. S.. Psicologia da Arte. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
WIESENFELD, E. A psicologia ambiental e as diversas realidades humanas. Psicologia USP, 16(1/2), 53-69. Instituto de Psicologia -Universidade Central de Venezuela, 2005.

DIREITO DOS IDOSOS – Para desenvolver um trabalho acadêmico a respeito deste tema é importante que se desenvolva uma abordagem acerca da evolução histórica dos direitos dos idosos, destacando os mais variados ordenamentos jurídicos do planeta, observação do panorama da evolução dos direitos do idoso no Brasil a partir da Constituição Política do Império do Brasil até a Constituição Federal de 1988, destacar as principais legislações brasileiras de proteção às pessoas de idade provecta, tratar acerca dos direitos e garantias fundamentais inerentes à terceira idade, o Estatuto do Idoso e análise acerca da aplicabilidade e efetividade das normas protetivas. Veja mais aqui, aqui e aqui.

PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM NO ENSINO MÉDIO – O livro Psicologia da aprendizagem no ensino médio (ArtMed, 2003), de César Coll, Concepción Gotzens, Carles Monereo, Javier Orrubia, Juan Ignacio Pozo e Alonso Tapia, trata de temas como a concepção construtivista como instrumento para a análise das práticas educativas escolares, aprendizagem de conteúdos e desenvolvimento de capacidades no ensino médio, ensar e aprender e a pensar no ensino médio com estratégias de aprendizagem, motivação e aprendizagem, avaliação de aprendizagem e atenção à diversidade, comportamentos disruptivos e problemas de disciplina, entre outros assuntos. Veja aqui e aqui.


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Quando te vi, a história da canção, Marilena Chauí, Adélia Prado, Luiz Gonzaga, Flora Gomes, Karel Skala, Cia. Corpos Nômades, Maysa Marta, Jan Saudek, Ana Nery & O carneiro de ouro aqui.

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Terceira Idade & Direito dos Idosos aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.
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Crimes contra a pessoa aqui.
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CRÔNICA DE AMOR POR ELA
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CANTARAU: VAMOS APRUMAR A CONVERSA
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FELIZ 2013, FELIZ ANO NOVO 
Desejamos a todos um ano novo repleto de realizações e felicidades. 


domingo, dezembro 30, 2012

GINOFAGIA - TRÊS POEMETOS LUXURIOSOS DE AMOR PRA ELA

GINOFAGIA – I – MINHA: Eu vou a vau e se me deres serei nau ou lobo mau ou o que quiseres, com todos os talheres pro seu apetite. E me acredite: vou à deriva! E se tiver viva me salve e seja boazinha, seja até mais que madrinha: pro que der e vier. Seja então a mulher, nua rainha, com todos os seus encantos, com todos os seus espantos de fadinha que é só minha... II - TEU NOME: Se me quiseres, tudo será como o céu na plenitude da minha vida. Por isso, tudo o que me deres será como um passeio por Belvedere onde serei o seu garboso alferes pronto para servir tudo que não tiveres. E tudo o que puderes será verdadeiro halteres nos meus quereres mais ávidos de ti. E se souberes o quanto vou te venerar e tudo o que me houveres dar será lautamente servido além das colheres, com todos os talheres da minha cobiça. E se me disseres que me queres na lua de abril ou no sol do dia e me puseres entre os teus seios até que teu corpo me seja como um poema de Cecília Meirelles, eu juro que farei com que sejas a mais que premiada entre todas as mulheres. III - NA TABA DA VENTA – Quando fisga o olho no olhar, ela faz um reclamo: será que a amo? É sua indagação. Fecho questão e solto pilhéria. Aí, fica séria e levo na esportiva. Não me dá alternativa e me beija demais, demonstrando ser capaz de ir além do que diz: remexe em mim, revolve o confim de toda dimensão. Vai além da tesão, dilatando o poder, engole meu querer e tudo o mais. E muito sagaz manha uma arenga, ameaça pendenga e só me depena. Ela muito bem encena com todo talento pelo meu tegumento a invadir. Me dá um banho de chantili e encontra todas as respostas ocultas e dispostas no meu olhar. É quando devagar, na taba da venta, pra lá de 8 a 80, além do radar e mais pra cá que pra lá ela flagra o que sinto pra mais de infinito, muito mais que amar. © Luiz Alberto Machado. Veja mais aqui.





PROGRAMA DOMINGO ROMÂNTICO – O programa Domingo Romântico que vai ao ar todos os domingos, a partir das 10hs (horário de Brasilia), é comandado pela poeta e radialista Meimei Corrêa na Rádio Cidade, em Minas Gerais. Confira a programação deste domingo aqui. Na edição deste 30/12 do programa Domingo Romântico Especial de Ano Novo, apresentação da radialista e poeta Meimei Correa e produção de Luiz Alberto Machado, conta na sua programação as atrações: Isaac Karabtchevsky, Lêdo Ivo, Tom Jobim, Carlos Drummond de Andrade, Egberto Gismonti, Paul McCartney, Eliane Elias, Jamiroquai, Toquinho, Rita Lee, Lima Duarte, Ivan Lins, José de Abreu, Pink Floyd, Nana Caymmi, Guilherme Arantes, Simone, Djavan, Lenine, Elis Regina, Mauricio Tapajós & Aldir Blanc, Zélia Duncan, Cacaso, Zé Ramalho, Gonzaguinha, Fafá de Belém, Cassia Eller, Sandra de Sá, Chico de Assis, Mácleim, Clara Redig, Fabio Rabin, Wanessa Camargo, Cláudio Zoli, Magno Átimo, The Fevers & muito mais. Veja mais aqui.
 

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O QUE SEI DO QUE APRENDI - Imagem: Aviso em dois, do pintor russo Wassily Kandinsky (1866-1944) - Há muito tempo que eu estudo, gosto de ...