sexta-feira, janeiro 25, 2013

TODO DIA É DIA DA MULHER


TODO DIA É DIA DA MULHER – Trata-se de uma campanha de valorização e reconhecimento do papel desempenhado pela mulher na sociedade, bem como de combate à violência contra a mulher, não se restringindo apenas ao dia 08 de março - Dia Internacional da Mulher -, muito menos ao 30 de abril - Dia Nacional da Mulher. Envolve, portanto, uma série de entrevistas e homenagens a todas as mulheres, sejam elas famosas celebridades, sejam elas anônimas ou profissionais do dia a dia igualmente meritórias de aplausos.  Veja mais detalhes  aqui.






Nada merece mais a nossa gratidão que o ventre materno, seja ela simples dona de casa alagoana ou uma resignada do mosteiro de Argenteuil.

Decerto todos nós passamos pelo canal de parturição, nós, vivos ou mortos, já viajamos nove meses na aeronave do ventre, dependentes da ternura materna até termos a consciência do oxigênio e da vida.

Nada seria interessante se não fosse o poder da concepção que elas carregam no ventre, seja ela secretária executiva de Natal ou trabalhadora de Orange.

Nada é mais admirável que a fecundação quando tudo se faz de prazer atravessando a zona pelúcida para gerar filhos da vida, adubados pelo carinho e a ternura da maternidade, seja de uma simples balconista de Terezina ou aquela de Guaratinguetá de Di Cavalcanti.

Admirável é a sua anatomia, o seu design belo de recipiente do amor e do prazer, seja ela gueixa de Kioto, Aprés le l bain de Degas ou vendedoras de frutas da Martinica. Ou mesmo a de Unamuno no banho, ou costureira do mercado de Abi Djan.

Que seja amada como uma simples rendeira de Aracati, ou mestiça do Gabão; ou tuaregue do Níger; ou ticoqueira da cana-de-açúcar.

Que seja amiga mesmo como camponesa nordestina ou do milharal do Haiti. Ou mesmo uma cachorrona sexy, maluca pauleira, fatal miss ou sedutora perversa.

Que seja malandra, dócil ou abestada, ou quitandeiras do Recife, prostitutas de Brasília ou a executante de alaúde de Caravaggio.

Sempre serão belas mesmo que seja uma simples jovem turca, ou esquimó da Groenlândia ou, mesmo, a Garota de Ipanema.

Sempre serão exuberantes mesmo na simplicidade daquela das colinas de Chittagong em Bangladesh ou aquela lavadeira de Portinari. Ou nativa birmanesa ou aquela marabá de Rodolfo Amoedo. Ou mesmo a colhedora de chá do Ceilão ou uma linda índia Kamayurá. Ou, ainda, Le bain au serail de Theodore Chasseriau.

Pode ser uma humilde tecelã de seda em Bali ou operária de qualquer montadora de São Bernardo do Campo. Ou a nômade Fars, ou humilde verdureira da feira de Caruaru.

Pode ser uma dedicada vendedora de cosméticos de Aracaju ou Nu à contre jour de Bonnard. Ou uma Diana de Lee Falk, ou a Danae de Rembrand.

Pode ser uma teimosa da vida ou Fleurs de la prairie de Maillol ou humilde enfermeira de um hospital de João Pessoa.

Pode ser uma adolescente eterna sonhadora ou a estudante de Anita Malfati ou uma nativa das ilhas Trobriand, ou a Vênus Anaduomene de Ingres ou As Artes de Van Gogh.

Que seja musa dos escritores, poetas e compositores ou mesmo uma perdida nas veredas da vida, ou Vairumati de Gaugin, Vênus de Brozino ou a que carda lã no Nepal.

Seja a Bovary de Balzac ou a dedicada submersa entre marido e filhos. Ou a Nu de Modigliani ou uma passageira de Olinda; seja a mãe de Almada Negreiros, ou de Gorki, ou Valentina de Guiido Crepax.

Seja ela Velta, ou Lôra Burra, a Vênus de Urbino de Ticiano ou Léda Atomique de Salvador Dali; ou femme de frisant de Toulouse-Lautrec; ou uma da cadeira de David Lingare.

Mas também que seja ela Safo, louca, aguerrida ou desgarrada. Que seja uma sumidade intelectual ou muçulmana de Oman, mestiça de Cuenca, mulata do Rio de Janeiro ou mesmo estabanada andrógina da noite na paulicéia desvairada.

Seja mesmo o que for: a “Mulher” de Geraldinho Azevedo & Neila Tavares, ou mesmo “Todas elas juntas num só ser” de Lenine & Carlos Rennó, ou tantas outras grandes e anônimas mulheres deste planeta, aqui só gratidão. Obrigado por existirem. Esta a minha homenagem, MULHER


TODO DIA É DIA DA MULHER – Participam da campanha Todo dia é dia da mulher famosas, anônimas, esportistas, professoras, turistas, pesquisadoras, radialistas, profissionais liberais, artistas, empresárias, jornalistas, autônomas, ilustres, ambulantes, intelectuais, mães e jovens, para todas a nossa homenagem. Veja mais detalhes  aqui.

Com vocês, a mulher:


















































































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terça-feira, janeiro 22, 2013

A GESTALT-TERAPIA DE FRITZ PERLS

GESTALT-TERAPIA – O psiquiatra e psicoterapeuta Fritz Persl (1893-1970), descreveu a Gestalt-terapia como uma terapia existencial, baseada na filosofia existencial e utilizando-se de princípios em geral considerados existencialistas e fenomenológicos. Ele associou-se à maioria dos existencialistas insistindo que o mundo vivencial de um individuo faz de sua situação única. Do mesmo modo, sustentava que o encontro do terapeuta com um paciente constitui um encontro existencial entre duas pessoas, e não uma variante do clássico relacionamento médico-paciente. Nesse contexto, o conceito de intencionalidade é básico tanto para o existencialismo e a fenomenologia quanto para o trabalho de Perls; a mente ou consciência é entendida como inteção. Os sentidos dos atos psíquicos ou intenções devem ser alcançados em seus próprios termos, fenomenologicamente, e em termos de sua própria intenção particular. Dois temas importantes da maior parte do pensamento existencialista são a experiência do nada e a preocupação com a morte e o medo. Também o método fenomenológico de compreender através da descrição é básico no pensamento de Perls, todas as ações implicam escolha, todos os critérios de escolha são eles próprios selecionados. A confiança da fenomenológica na intuição para o conhecimento das essências assemelha-se à confiança de Perls no que ele chama de inteligência ou sabedoria do organismo. Entre os conceitos principais estão o organismo como um todo, ênfase no aqui e agoraa preponderância do como sobre o porquê e conscientização. No que concerne ao todo, além do holismo ao nível intra-orgânico, Perls acentuou a importância do fato de considerar o individuo como parte perene de um campo mais amplo que inclui o organismo e o meio, sugerindo que as pistas para o ritmo de contato e afastamento são ditadas por uma hierarquia de necessidades que são dominantes quando emergem como primeiro plano ou figura contra o fundo da personalidade total. A ênfase no aqui e agora em Perls possui ênfase na importância da autopercepção presente e imediata que um individuo tem do seu meio. No que concerne à preponderância do como sobre o porquê, dá-se pela ênfase na importância da compreensão da experiência de uma maneira descritiva e não causal, na qual estrutura e função são idênticas. Esses três principais conceitos são fundamentais para entendimento da conscientização, que é o ponto central da abordagem terapêutica. O processo de crescimento é um processo de expansão das áureas de autoconsciência; o fator mais importante que inibe o crescimento psicológico é a fuga da conscientização. Em vista disso, Perls acredita plenamente no que ela chama de sabedoria do organismo, considerando o individuo maduro e saudável um individuo auto-apoiado e auto-regulador no cultivo da autoconscientização como sendo dirigido para o reconhecimento da natureza auto-reguladora do organismo humano. Nesse sentido, o principio da hierarquia das necessidades está sempre operando na pessoa. Foi aí que ele desenvolveu a noção de um continuum de consciência como um meio de encorahar esta autoconscientização. Perls definia a saúde e a maturidade psicológicas como sendo a capacidade de emergir do apoio e da regulação ambientais para um auto-apoio e uma auto-regulação. Uma apreciação plena desta hierarquia de necessidades só pode ser realizada através da conscientização que envolve todo o organismo, uma vez que as necessidades são experienciadas por cada parte do organismo e sua hierarquia é estabelecida por meio de sua coordenação. Assim, o ritmo contato/fuga com o meio ambiente é o componente principal do equilíbrio organismico. Para Perls existem quatro tipos de explosões que o individuo pode experienciar ao emergia da camada da morte. Existe a explosão em pesar, que envolve o trabalho com uma perda ou morte que não tinha sido previamente assimilada. Existe a explosão em orgasmo em pessoas sexualmente bloqueadas. Existe a explosão em raiva quando sua expressão foi reprimida. E, por fim, existe a explosão no que Perls chama de joie de vivre – alegria e riso, alegria de viver. Assim, Perls considera a fuga da conscientização e a consequente rigidez da percepção e do comportamento como os maiores obstáculos ao crescimento psicológico. A introjeção ou engolir tuido é o mecanismo pelo qual os indivíduos incorporam padrões, atitudes e modos de agir e pensar que não são deles próprios e que não assimilam ou digerem o suficiente para torna-los seus. A projeção é um mecanismo neurótico que é o oposto da introjeção, uma vez que é a tendência de responsabilizar os outros pelo que se origina no self, envolvendo um repudio de seus próprios impulsos, desejos e comportamento, colocando fora o que pertence ao self. Confluência é um mecanismo neurótico no qual os indivbiduos não experienciam nenhum limite entre eles mesmos e o meio ambiente, tornando possível um ritmo saudável de contato e de fuga, visto que tanto o primeiro quanto o segundo pressupõem um outro, impossibilitando a tolerância das diferenças entre as pessoas.  A retroflexão é o mecanismo neurótico que significa voltar-se de forma ríspida contra, indivíduos retroflexos voltam-se contra si mesmo e, ao invés de dirigir suas energias para mudança e manipulação de seu meio ambiente, dirigem essas energias para si próprios. Dividem-se e tornam-se sujeito e objeto de todas suas ações, são o alvo do seu comportamento. Veja mais aqui, aqui e aqui.

ESCARAFUNCHANDO FRITZ – O livro Escarafunchando Fritz: dentro e fora da lata de lixo (Summus, 1979), de Frederick Perls, é um livro autobiográfico no qual, de maneira irreverente e bem humorada, o autor mostra seu repúdio aos padrões estabelecidos, ao mecionar que: Desta vez vou escrever sobre mim mesmo. Ou melhor, sempre que alguém escreve, escreve sobre si mesmo – mais ou menos. É claro que se pode escrever sobre as assim chamadas observações objetivas, ou sobre conceitos e teoria, mas, de uma maneira ou de outra, o observador é sempre parte dessas observações. Ou, então seleciona o que está observando. Ou obedece as exigências de um professor, e neste caso seu envolvimento poderia ser muito reduzido, mas de certo modo existe. [...]. E fechando o livro ele diz: [...] Escrevi a Lata de Lixo em três meses e depois disso – nada. Tão depressa como veio, a necessidade de escrever secou

EGO, FOME E AGRESSÃO – O livro Ego, fome e agressão: uma revisão da teoria e do método de Freud (Summus, 2002), de Frederick Perls, aborda temas como Holismo e Psicanálise, metabolismo mental, terapia da concentração, pensamento diferencial, abordagem psicológica, o organismos e seu equilíbrio, realidade, a resposta do organismo, defesa, bom e mau, neurose, reorganização organismica, psicanalise clássica, tempo, passado e futuro, passado e presente, instinto de fome, resistências, retrflexão e civilização, alimento mental, introjeção, o complexo de fantoche, o ego como uma função do organismo, a cisão da personalidade, resistências sensomotoras, projeção, o pseudometabolismo do caráter paranoico, complexo de megalomania-rejeição, resistências emocionais, técnica, concentração e neurastenia, concentração no ato de comer, visualização, senso de realidade, silencio interior, primeira pessoa do singular, desfazendo retroflexões, concentração corporal, a assimilação de projeções, desfazendo uma negação, consciência constrangida de si mesmo, o significado da insônia, gagueira, o estado de ansiedade, entre outros assuntos.


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