quinta-feira, março 07, 2013

A APRENDIZAGEM DE ALBERT BANDURA & DIREITO AUTORAL

A APRENDIZAGEM OBSERVACIONAL DE ALBERT BANDURA - Albert Bandura nasceu em 1925, na província de Alberta, Canadá. Muito jovem foi trabalhar com construções no deserto, tapando buracos numa rodovia, resultando essa experiência como fascinante. Frequentou a universidade e fez o curso de psicologia por conveniência, obtendo o seu Ph. D, em 1952. Entre seus livros mais importantes cabe citar: Principles of Behavior Modification (1969); Aggression: A Social Learning Analysis (1973); Social Leaning Theory (1977); Thought and Action (1985) y Self-Efficacy: The Exercise of Control (1997). APRENDIZAGEM – A abordagem de Bandura é uma teoria de aprendizagem social, que investiga o comportamento como adquirido e modificado num contexto social. A aprendizagem observacional indica a importante no processo da observação do comportamento de outras pessoas, considerando aprender através de reforço vicariante, ou seja, observando-se o comportamento de outras e as consequências dele. Esse enfoque na aprendizagem se dá por meio de observação ou exemplos. Trata-se, portanto, do aprendizado de novas respostas por meio de observação do comportamento de outras pessoas. Outra característica é o tratamento de processos cognitivos internos ou de pensamento, considerando que se aprende, mediante exemplos e reforços vicariantes, pela capacidade de antecipar e estimar as consequências dos comportamentos observados. Enfatiza a observação dos outros como um meio de aprendizagem, a qual considera ser mediada por processos cognitivos. O reforço vicariante é o aprendizado ou fortalecimento de um comportamento por meio da observação do comportamento de outras pessoas e das consequências de tal comportamento, em vez de experimentação direta do reforço ou das consequências. A aprendizagem ativa é aprender, fazendo e experimentando as conseqüências da ação. A aprendizagem indireta é aprender, observando os outros. A aprendizagem por observação se dá por intermédio de reforço indireto: recompensa ou punição de outrem, pela expectativa de ser reforçado pelo domínio e pela identificação com o modelo admirado ou de status elevado. Os processos componentes que estão por trás do aprendizado pela observação são: a atenção, incluindo os eventos apresentados (clareza, valência afetiva, complexidade, freqüência, valor funcional) e as características do observador (capacidades sensoriais, nível de atenção despertada, conjunto de percepção, reforço anterior); a retenção, incluindo codificação simbólica, organização cognitiva, ensaio simbólico, ensaio motor); a reprodução motora, incluindo capacidades físicas, auto-observação da reprodução, exatidão do retorno; a motivação, incluindo reforço externo, indireto e próprio controle dos próprios reforçadores). MODELAGEM – é a base da aprendizagem de observação, entendendo que a maior parte dos comportamentos humanos é aprendida por meio de exemplos, seja intencional ou acidentalmente. Aprende-se a observar as outras pessoas modelando o comportamento pelo delas. A modelagem é a observação do comportamento de um modelo e repetido, adquirindo respostas que nunca se desempenhou ou apresentou anteriormente, e reforçar ou enfraquecer as existentes. É a demonstração de modelagem que utiliza um boneco joão-bobo plástico e inflável que mede um pouco mais de um metro de altura. Trata-se, portanto, de uma técnica da modificação de comportamento que envolve observar o comportamento de outros chamados modelos e com eles tomar parte no desempenho do comportamento desejado. Ela é influenciada por características: dos modelos, dos observadores e as consequências recompensadoras associadas aos comportamentos. As características dos modelos influenciam as tendências a imitá-los. Essa imitação é afetada pela idade e pelo sexo. Outro fator importante é o status. É na extensão da imitação que o modelo influencia. Os comportamentos altamente complexos não são imitados tão pronta ou imediatamente quanto os mais simples. Os comportamentos hostis e agressivos tendem a ser imitados com mais vigor, especialmente por crianças: as crianças tendem a imitar o comportamento de um modelo adulto do mesmo sexo, que consideram ter um status superior. As características dos observadores: os atributos dos observadores determinam a eficácia da aprendizagem de observação. As pessoas com autoconfiança e autoestima baixas são mais propensas a imitar o comportamento de um modelo do que aquelas com autoconfiança e autoestima altas. As consequências recompensadoras associadas aos comportamentos: influenciam a extensão da modelagem e até mesmo anular o impacto das características dos modelos e dos observadores. Um modelo de elevado status pode levar a imitação de um determinado comportamento, mas, se as recompensas não tiverem significado, interrompe-se o comportamento e será menos propenso a influencia por aquele modelo no futuro. Enfim, a modelagem é a mudança no comportamento, pensamento, ou emoções que ocorrem por meio da observação de uma outra pessoa - um modelo. DESINIBIÇÃO – Trata-se do modelo que influencia na supressão ou inibição de comportamentos. É o enfraquecimento de inibições ou constrangimento por meio da observação do comportamento de um modelo, que influencia, inclusive, o comportamento sexual. OS PROCESSOS DE APRENDIZAGEM DE OBSERVAÇÃO – A aprendizagem de observação é governada por quatro mecanismos relacionados entre si: processos de atenção, de retenção, de produção e motivacionais e de incentivos. Os processos de atenção variam em função das habilidades cognitivas e de percepção dos observadores e do valor do comportamento que está sendo modelado. Não haverá aprendizagem de observação ou modelagem a não aser que o individuo esteja atento ao modelo. A simples exposição do individuo ao modelo não garante que ele estará atento às pistas e aos estímulos relevantes ou mesmo que perceberá a situação acuradamente. O individuo tem de perceber o modelo com precisão para adquirir a informação necessária para imitar o comportamento do modelo. Esses processos desenvolvem a cognição e a habilidade de percepção de tal força que se possa prestar atenção suficiente a um modelo e percebê-lo com a precisão necessária para imitar o comportamento apresentado. Os processos de retenção guaram ou lembram do comportamento do modelo de modo que se possa imita-lo ou repeti-lo mais adiante; para isso, usa-se os processos cognitivos para codificar ou formar imagens mentais e descrições verbais do comportamento do modelo. Os processos de produção transpõem as representações simbólicas das imagens mentais ou verbais do comportamento do modelo para o próprio comportamento observável, produzindo corporal ou fisicamente as respostas e recebendo feedbacks sobre a precisão da pratica continuada. Os processos motivacionais e de incentivo percebem que o comportamento do modelo leva a uma recompensa e assim esperar que a aprendizagem e desempenho bem-sucedido do mesmo comportamento levará a consequência semelhantes. AUTORREFORÇO – É a administração de recompensas ou punições a si mesmo por satisfazer, superar ou frustrar as próprias expectativas ou padrões. Estabelece padrões pessoais de comportamento e realizações. AUTOEFICÁCIA – É o sentimento de adequação, eficácia e competência para se lidar com a vida. As experiências vicariantes, ou seja, ver outras pessoas apresentarem bom desempenho, fortalecem a autoeficácia, particularmente se as pessoas que observa-se são semelhantes em capacidade. Algumas condições aumentam a auoeficácia: expor as pessoas a experiências bem-sucedidas estabelecendo objetivos alcançáveis aumenta o desempenho satisfatório; expor as pessoas aos modelos adequados que são bem-sucedidos realça as experiências vicariantes de sucesso; oferecer persuasão verbal incentiva as pessoas a acreditar que possuem habilidade para um desempenho satisfatório; fortalecer a estimulação fisiológica por meio de dieta apropriada, redução de estresse e programas de exercícios aumenta a força, a resistência e a capacidade de lidar com as situações. Assim, a auto-eficácia é o senso de uma pessoa de ser capaz de lidar efetivamente com uma tarefa particular. ESTÁGIOS DE DESENVOLVIMENTO DE MODELAGEM E AUTOEFICÁCIA – Na infância a modelagem limita-se a imitação direta. Na adolescência as experiências de transição implicam lidar com novas demandas e pressões, desde um maior interesse sexual até a escolha da faculdade ou seguir uma carreira. Os adolescentes precisam estabelecer novas competências e avaliações para suas habilidades. A vida adulta é dividida em dois períodos: adulta jovem e meia-idade. A adulta jovem compreende adaptações como casamento, paternidade e ascensão profissional, sendo necessária elevada autoeficácia para que as experiências apresentem resultados positivos. Os anos da meia-idade são estressantes, por reavaliação de carreira e de vida familiar e social. Ao se defrontar com as limitações, ocorrem redefinições de objetivos e reavaliação das aptidões para encontrar novas oportunidades para melhor a autoeficácia. As reavaliações na velhice são difíceis, o declínio das capacidades mental e física, a aposentadoria e o afastamento da vida social podem exigir autoavaliação. MODIFICAÇÕES DO COMPORTAMENTO – Concentra-se em aspectos externos, nos comportamentos inadequados ou destrutivos, é o comportamento ou o sintoma o alvo da abordagem da aprendizagem social. Se a modelagem é a forma como originariamente aprende-se os comportamentos, deve ser um modo eficaz de reaprender ou modificar o comportamento. Uma técnica denominada participação guiada implica assistir a um modelo vivo e depois participar com ele. Na modelação encoberta as pessoas são instruídas a imaginar um modelo lidando com uma situação temida ou ameaçadora; elas não veem, realmente, um modelo. A modelação encoberta vem sendo utilizada para tratar fobias de cobras e inibições sociais. Vários comportamentos podem ser modificados por meio da abordagem de modelagem. Existem dois exemplos: medo de tratamento médico e ansiedade frente a testes. Algumas pessoas têm tanto medo de situações medicas que são impedidas de buscar tratamento. Utilizam-se procedimentos para reduzir o medo de hospitalização e de tratamento dental em adultos. A ansiedade frente a testes é tão séria que o desempenho em exames não reflete com precisão o conhecimento da matéria em avaliação. As técnicas de modificação de comportamento provocaram criticas por parte de educadores, políticos e psicólogos, sugerindo que explora as pessoas, manipulando-as e controlando-as contra a sua vontade. Porém, ela não ocorre sem o conhecimento do cliente. Sendo a autoconsciência e a autorregulação vitais para eficácia de qualquer programa de modificação ou reaprendizado de comportamento. O determinismo recíproco é o conceito de que o comportamento é controlado pelo individuo, por meio de processos cognitivos e pelo ambiente, por meio de eventos de estimulo social externo. A reciprocidade triádica é o conceito de que o comportamento é determinado pela interação de variáveis comportamentais, cognitivas ou situacionais. CONCLUSÃO – A aquisição de conhecimento ou aprendizagem e desempenho observável baseado naquele conhecimento (comportamento), enfatizando a importância da observação e da modelagem dos comportamentos, atitudes e respostas emocionais dos outros. Considera: eventos ambientais (recursos, conseqüências de ações e ambiente físico), pessoais (crenças, expectativas, atitudes e conhecimento) e comportamentos (atos individuais, escolhas e declarações verbais) interagem no processo de aprendizagem denominado de determinismo recíproco: "O aprendizado seria excessivamente trabalhoso, para não mencionar perigosos, se as pessoas dependessem somente dos efeitos de suas próprias ações para informá-las sobre o que fazer. Por sorte, a maior parte do comportamento humano é aprendido pela observação através da modelagem. Pela observação dos outros, uma pessoa forma uma idéia de como novos comportamentos são executados e, em ocasiões posteriores, esta informação codificada serve como um guia para a ação". A autorregulação e modificação cognitiva do comportamento considera: o automanejo, ou seja, programa de mudança de comportamento básico (estabelecimento de objetivos, observação de seu próprio trabalho, manutenção de registros e avaliação do próprio desempenho, seleção e liberação de reforço), estabelecimento de objetivos específicos, tornando-os públicos, registro e avaliação de progresso através de mapa, diário, listagem com a freqüência ou duração dos comportamentos em questão; e auto-reforço. A autoinstrução e modificação cognitiva do comportamento: é um modelo adulto realiza uma tarefa enquanto fala consigo mesmo em voz alta (modelagem cognitiva). O âmbito da aplicação envolve a compreensão das desordens agressivas (Bandura, 1973) e psicológicas, em especial no contexto da modificação do comportamento (Bandura, 1969); técnica de modelagem de comportamento que é muito usada em programas de treinamento. Os princípios reguladores são: o nível mais alto de aprendizado de observação é alcançado, primeiro, organizando e ensaiando o comportamento-modelo de modo simbólico e, depois, representando-o publicamente. A codificação de um comportamento modelado em palavras, rótulos ou imagens, resulta em retenção mais eficiente do que aquela proporcionada pela observação; é mais provável que os indivíduos adotem um comportamento como modelo se ele produzir resultados que eles valorizam; é mais provável que os indivíduos adotem um comportamento como modelo, se o modelo for parecido com o observador. A modificação cognitiva do comportamento ocorre por meio de procedimentos baseados nos princípios comportamentais e cognitivos de aprendizagem para mudar seu próprio comportamento, usando fala privada e autoinstrução. Veja mais aqui.

REFERÊNCIAS
ATKINSON, Richard; HILGARD, Ernest; ATKINSON, Rita; BEM, Daryl; HOEKSENA, Susan. Introdução à Psicologia. São Paulo: Cengage, 2011.
BANDURA, Albert; AZZI, Roberta; POLYDORO, Soely (Orgs.). Teoria social cognitiva: conceitos básicos. Porto Alegre: Artmed, 2008.
BOCK, A.M et al.  Psicologias: uma introdução ao estudo da psicologia. São Paulo: Saraiva, 2001
DAVIDOFF, Linda. Introdução à Psicologia. São Paulo: Pearson Makron Books, 2001.
GAZZANIGA, Michael; HEATHERTON, Todd. Ciência psicológica: mente, cérebro e comportamento. Porto Alegre: Artmed, 2005.
MORRIS, Charles; MAISTO, Alberto. Introdução à psicologia. São Paulo: Pretence Hall, 2004.
MYERS, David. Psicologia. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
SCHULTZ, Duane; SCHULTZ, Sydney. Historia da psicologia moderna. São Paulo: Cengage Learning, 2012.
______. Teorias da personalidade. São Paulo: Cengage Learning, 2014.
WOOLFOLK, Anita. Psicologia da educação. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.

MANUAL DE DIREITO DA PROPRIEDADE INTELECTUAL – A obra Manual de Direito da Propriedade Intelectual, de Carla Eugenia Caldas Barros, aborda temas como a propriedade intelectual, as coisas e os bens, a teoria da natureza jurídica dos bens imateriais, valor econômico dos bens imateriais, aspectos da natureza jurídica dos bens imateriais, propriedade intelectual no Direito brasileiro e no direito internacional, as convenções internacionais em matéria de propriedade intelectual, sobre desenhos e modelos, patentes, sobre denominações de origem, as convenções em matéria de propriedade literária e artística, as convenções de Berna, Genebra, o acordo de Haia, Locarno e Berna, a propriedade intelectual no Mercosul, a convenção de Roma, a organização e instituições e órgãos brasileiros, internacionais e estrangeiros, a administração judiciária da propriedade intelectual, o profissional da área, o patenteamente, exploração do direito patentário, cantrafações e sanções, aspectos tributários, marcas, registrabilidade e natureza jurídica, a nulidade do registro, sanções penais, indicações geográficas, desenhos, a reivindicação de prioridade, a nulidade e extensão, crimes contra o desenho industrial, programas de computadores, legislação vigente, atos contrafatores e as sanções civis epenais, direitos autorais, os direitos morais, os direitos patrimoniais, limitações, registro, transmissão, cessão, contrato, obras audiovisuais, direitos conexos, natureza jurídica, proteção jurídica, duração dos direitos conexos, administração dos direitos autorais, ECAD, sanções civis e penais, o direito de arena, o jornalista e o direito de autor, a internet, biblioteconomia, registro de matéria biotecnológica, entre outros. Veja mais aqui.

FONTE BIBLIOGRÁFICA:
BARROS, Carla Eugenia Caldas. Manual de Direito da Propriedade Intelectual. Aracaju: Evocati, 2007.

DIREITO AUTORAL DESCOMPLICADO – A obra “Direito autoral descomplicado: soluções práticas para o dia-a-dia”, de Claudio Goulart, aborda temas tais como as noções de direito autoral, o que não viola, o registro, as diferenças entre direito autoral e industrial, os contratos de edição, franquia, produção audiovisual, direito de imagem, direito da personalidade, ECAD, paródias, dubladores, transferência de tecnologia, INPI, patentes e marcas, Lei 9610/98, obras fotográficas, obras adaptadas por arranjador e orquestrador, retrospectiva histórica do direito autoral, inserção de obras musicais, aspectos ligados ao direito autoral, da autoria, do repúdio, da legislação especial, das decisões de tribunais, o domínio público, os direitos morais, o problema dos ringtones e truetones, as obras psicografadas, o direito de imagem, o creative commons, o copyleft, o Projeto de Lei 1048/03, dos acompanhantes e músicos, apresentador de programas de radio e televisão, arranjadores e orquestradores e os circenses.

FONTE BIBLIOGRÁFICA:
GOULART, Claudio. Direito autoral descomplicado: soluções práticas para o dia-a-dia. Brasilia: Thesaurus, 2009.

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FONTE BIBLIOGRÁFICA:
TRIDENTE, Alessandra. Direito autoral: paradoxos para revisão da tecnologia jurídica no século XXI. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.

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FONTE BIBLIOGRÁFICA:
PAESANI, Liliana Minardi. Direito e internet, liberdade de informação, privacidade e responsabilidade civil. São Paulo: Atlas, 2008.

O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE DIREITOS AUTORAIS – A obra “O que você precisa saber sobre direitos autorais”, de Henrique Gandelman traz questões acerca do direito autoral, o copyright, a evolução histórica, o objeto do direito autoral, a legislação, as diferenças entre marcas, patentes e direitos autorais, os negócios jurídicos, a LDA, obras intelectuais, a proteção, a copia de obra de arte, o prazo de proteção, o autor, a titularidade autoral, as características da co-autoria, a obra audiovisual, as obras coletivas, o registro, os direitos morais, autorizações, a reprodução, os direitos patrimoniais, as limitações, os direitos conexos, radiodifusão, pirataria, direitos subsidiários, criações publicitárias e agencia de propaganda, ECAD, sanções às violações, plágio, software, domínio público, conteúdo publicado na internet, entre outros.

FONTE BIBLIOGRÁFICA:
GANDELMAN, Henrique. O que você precisa saber sobre direitos autorais:. Rio de Janeiro: Senac, 2004.




PRODUÇÃO CULTURAL E PROPRIEDADE INTELECTUAL – o livro “Produção cultural e propriedade intelectual, organizado por Isabela Cribari aborda questões que vão desde o Direito Autoral, os tratados internacionais, procedimentos e contratos na produção cultural, gestão coletiva, ECAD, o direito de autor e o direito de remuneração, cultural, propriedade intelectual, relações internacionais, obras audiovisuais, a produção cultural, a propriedade intelectual, guia de procedimentos da produção cultural e direito autoral e a legislação, reunindo textos de Hervé Le Crosnier, Ronaldo Lemos, Marcos Bitelli, Fabio Cesnik, Eduardo Pimenta, João Carlos Muller Chavesm Vanisa Santiago e Rodrigo Kphke Salinas, com prefácio de José de Oliveira Ascensão.

FONTE BIBLIOGRÁFICA
CRIBARI, Isabela (Org.). Produção cultural e propriedade intelectual. Recife: FJN/Massagana, 2006.




DE GUTEMBERG À INTERNET: DIREITOS AUTORAIS NA ERA DIGITAL. O livro “De Gutemberg à Internet: direitos autorais na era digital”, de Henrique Gandelman trata da informação e o conhecimento, as noções básicas de direitos autorais, suas raízes, o tempo romano, Gutemberg, o copyright e a legislação inglesa, a revolução francesa e o Droit d´auteur, a legislação brasileira, sujeito e objeto do direito autoral, aspectos da nova lei, principios e limites de marcas e patentes, direitos conexos e a extensão do conceito de autoria, usos não codificados e abusos pré-digitais, direito autoral da pessoa jurídica, o impacto da tecnologia digital versus analógica, a multimídia e a engenharia autoral, a Internet e a navegação dos direitos autorais no ciberespaço, a estrutura dos contratos e licenças de uso miltimidia e o futuro.

FONTE:
GANDELMAN, Henrique. De Gutemberg à Internet: direitos autorais na era digital. Rio de Janeiro: Record, 2001.

DIREITO AUTORAL NO BRASIL – A obra “Direito autoral no Brasil” de José Carlos Costa Netto aborda questões a respeito do direito autoral e sua relevância na evolução da cibilização, a inter-relação com outras matérias como propriedade industrial, direito à honra, ao nome e à imagem; a evolução histórica no mundo e no Brasil, a natureza jurídica, conceito, terminologia e autonomia científica; o objeto do direito e sua titularidade; as várias modalidades de obras intelectuais protegidas, direitos morais; direitos patrimoniais; as limitações ao direito autoral; os direitos conexos aos de autor; contratos típicos de direitos autorais com relação a edição de obra intelectual e a cessão ou transferência de direitos autorais; a gestão coletiva e o controle do aproveitamento de obras intelectuais nas suas diversas formas de utilização, violações de direitos autorais, danos autorais e sua reparação, entre outros importantes assuntos.

FONTE:
COSTA NETTO, José Carlos. Direito autoral no Brasil. São Paulo: FTD, 2008.

A NOVA LEI DE DIREITOS AUTORAIS – A obra “A nova lei de direitos autorais”, de Plinio Cabral trata da obra de criação e o autor, a convenção de Berna, os direitos autorais no Brasil, a Lei 9610/98, a interpretação do diploma legal, a lei 9.609/98, entre outros temas abordados.

FONTE:
CABRAL, Plinio. A nova lei de direitos autorais. São Paulo: Habra, 2003.




DIREITO DE IMAGEM E DIREITO DE ARENA NO CONTRATO DE TRABALHO DO ATLETA PROFISSIONAL – O livro “Direito de imagem e direito de arena no contrato de trabalho do atleta profissional”, de Jorge Miguel Acosta Soares, aborda a questão da história da profissionalização do atleta, as origens do futebol no Brasil, a regulamentação da atividade do atleta diante da Constituição Federal e a era dos direitos, a natureza jurídica do contrato de atleta profissional, a Lei 6.354/76 – a Lei do Passe, a Lei 9.615/98 – a Lei Pelé, o direito de imagem com seu conceito e autonomia, a garantia constitucional, o direito de imagem no contrato de trabalho do atleta profissional, o direito de arena, direito intelectual e diretos conexos, entre outros assuntos.

FONTE:
SOARES, Jorge Miguel Acosta. Direito de imagem e direito de arena no contrato de trabalho do atleta profissional. São Paulo: LTr, 2008.



O CONTRATO DE TRABALHO DO ATLETA PROFISSIONAL DE FUTEBOL – A obra “O contrato de trabalho do atleta profissional de futebol”, de Jean Marcel Mariano de Oliveira, aborda questões que vão desde a história do futebol no mundo e no Brasil, o contrato de trabalho do atleta profissional de futebol no direito estrangeiro, como na Argentina, Italia, França e Bélgica, o contrato no Brasil com breve histórico legislativo e o atual regramento jurídico, os elementos fático-juridicos e jurídico-formais do contrato, o sistema remuneratório do contrato, a jornada de trabalho, as férias, o sistema de transferência do contrato, o poder disciplinador da entidade esportiva, os deveres do atleta e da entidade de prática desportiva, a rescisão contratual por justa causa, a justiça desportiva com as disposições legais da Lei 9.615/98, os demais trabalhadores que participam de competições desportivas como o árbitro e os treinadores de futebol, a Lei 6.354/76, as regras do jugo e a Resolução 02/2004.

FONTE:
OLIVEIRA, Jean Marcel Mariano. O contrato de trabalho do atleta profissional de futebol. São Paulo: LTr, 2009.



HENRIQUE GANDELMAN: DE GUTENBERG À INTERNET – O advogado e consultor de propriedade intelectual, Henrique Gandelman, é formado pela Faculdade de Direito da antiga Universidade do Brasil atual UFRJ, tendo participado em Harward, em 1993, do seminário patrocinado pela World Intellectual Property Organization – WIPO, debatendo o impacto da tecnologia digital no copyright, além de participar e realizar palestras em diversas capitais mundiais. É autor do livro “De Gutenberg à Internet”, onde aborda desde a informação e conhecimento, as noções básicas de direitos autorais, a legislação brasileira, os direitos conexos e a extensão do conceito de autoria, o uso não condificados e abusos pré-digitais, os direitos subsidiários, merchandising, licenciamento, novas e produções de TV, responsabilidade do patrocínio cultural, a pirataria, o plágio, a pessoa jurídica, a criatividade, as obras intelectuais, a informativa, o impacto da tecnologia digital versus analógica, audiovisual, multimídia, engenharia autoral, a navegação dos direitos autorais no ciberespaço, nova lei de proteção, a estrutura dos contratos, as licenças de uso multimídia, entre outros.

FONTE:
GANDELMAN, Henrique. De Gutenberg à Internet. São Paulo: Record, 2007.




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