sábado, março 09, 2013

MARTIN BUBER & ELISABETH CARVALHO NASCIMENTO, CELIA MARA, ADRYANA BB, IVETE SOUZA, SANDRA VIANNA E ELISETE.

MARTIN BUBER – [...] O homem aspira possuir Deus; ele aspira por uma continuidade da posse de Deus no espaço e no tempo. Ele não se contenta com a inefável confirmação do sentido, ele quer vê-la difundida como um continuo, sem interrupção espacio-temporal que lhe forneça uma segurança a sua vida, em cada ponto, em cada momento. Tão  intensa e sua sede de continuidade que o homem não se satisfaz com o ritmo vital da relação pura onde se alternam atualidade e latência, onde e nossa forca de relação que diminui, por isso, a presença, e não a presença originaria. Ele aspira a extensão temporal, a duração. Deus se torna um objeto de fé. Originariamente a fé completa, no tempo, os atos de relação e, gradualmente, ela os substitui. [...] Deus se torna deste modo, um objeto de culto. O culto, também completa, originariamente, os atos de relação, na medida em que insere a oração viva, o dizer-Tu imediato em um conjunto espacial de grande poder de ima- a graça, reflete sobre aquele que concede este dom e assim não atinge nem um nem outro. Na experiência da vocação. Deus e para ti a presença. Aquele que, em missão, percorre o caminho, tem Deus diante de si; quanto mais fiel o cumprimento da missão, mais intensa e constante a proximidade. Ele não pode, sem duvida, ocupar-se de Deus, mas pode entreter-se com ele. A reflexão ao contrario, faz de Deus um objeto. O seu movimento, que aparentemente o faz dirigir-se para o fundamento originário, não passa, na verdade, de um aspecto do movimento universal de afastamento. Do mesmo modo o movimento, que aparentemente realiza aquele que cumpre sua missão, ao afastar-se dele, pertence, na realidade, ao movimento universal de aproximação. Pois estes dois movimentos fundamentais, metacosmicos: a expansão para o próprio ser e a conversão para o vinculo, encontram sua mais alta forma humana, a verdadeira forma espiritual de seu confronto e de sua conciliação, de sua composição e separacao1 1 na historia do contato humano com Deus. Na conversão, o Verbo nasce sobre a cerra, na expansão, ele se transforma e se encerra na crisálida da religião, em uma nova conversão, ele renasce com asas renovadas. Aqui não reina o arbitrário; embora o movimento para o Isso vai, as vezes, tão longe a ponto de oprimir e ameaçar, sufocar o movimento de retorno ao Tu. As poderosas, revelações que as religiões invocam, se assemelham fundamentalmente as revelações silenciosas que se passam em todo tempo e lugar. As revelações poderosas que estão na origem das grandes comunidades, nos movimentos de transição das etapas da humanidade, nada mais são do que eterna revelação. A revelação, no entanto, não é derramada sobre o mundo através de seu destinatário, como se o fosse através de um funil; ela chega a ele, ela o toma em sua totalidade, em todo o seu modo de ser e se amalgama a ele. Também  o homem, que e a “boca", e exatamente a boca e não um porta-voz, não e um instrumento, mas um órgão que soa segundo suas próprias leis e soar e transformar. Ha todavia, uma diferença qualitativa entre as etapas da historia. Ha uma maturação do tempo, onde o elemento verdadeiro do espírito humano, oprimido e soterrado, amadurece para a disposição, sob tal pressão e em tal tensão que, ele só espera um toque daquele cujo contato produz o surgimento. A revelação, que ai se produz envolve na totalidade de sua constituição, ela o funde e imprime nele uma forma, uma nova forma de Deus no mundo. E assim pois, que, ao longo do caminho da Historia, através das transformações do elemento humano, são chamados a forma divina sempre novos domínios do mundo e do espírito. Esferas sempre novas tornam-se o lugar da teofania. O que aqui atua não e mais o poder próprio do homem, também não e a pura passagem de Deus, e uma mistura de divino e humano. Aquele a quem na revelação, foi confiada uma missão, leva em seus olhos uma imagem de Deus — por mais supra sensível que seja, ele leva nos olhos de seu espírito, nesta forca visual de seu espírito não e de modo algum, metafórico, mas plenamente real. O espírito, por sua vez, responde também através de uma visão, através de uma visão formadora. Embora nos, terrestres, não percebamos jamais Deus sem o mundo, mas só o mundo em Deus, ao percebermos, criamos eternamente a forma de Deus. A forma também e uma mistura de Tu e Isso; ela pode solidificar-se em um objeto de fé e de culto; porem em virtude da essência da relação que subsiste nela, ela se transforma sempre em presença. Deus e próximo de suas formas, enquanto o homem não se afasta delas. Na verdadeira prece, o culto e a fé se unem e se purificam para a relação viva. O fato de a verdadeira prece permanecer viva nas religiões e o sinal de sua verdadeira vida; enquanto vivem nela, elas permanecem vivas. A degeneração das religiões significa a degeneração da prece nelas. Na medida em que o poder de relação e cada vez mais encoberto pela objetividade, torna-se cada vez mais difícil de nelas pronunciar o Tu com o ser total e indiviso, e o homem, para poder fazê-lo, e finalmente sair de sua falsa segurança para a aventura do infinito, sair da comunidade reunida somente sob a cúpula do templo e não sob o firmamento para projetar-se para a ultima solidão. Atribuir este anseio ao subjetivismo e desconhece-lo profundamente; a vida diante da Face e a vida na atualidade única, o único “objectivum" verdadeiro; e o homem que se projeta para este fim quer, antes que o falso e ilusório objetivo tenha perturbado a sua verdade, refugiar-se naquele que e realmente. Enquanto, o subjetivismo absorve Deus na alma, o objetivismo faz dele um objeto; este e uma falsa segurança aquele uma falsa libertação; ambos são desvios do caminho da atualidade, ambos são tentativas de substituição da atualidade. Deus e próximo de suas formas, enquanto o homem não as afasta d’Ele. Porem, quando o movimento de expansão das religiões dificulta o movimento de conversão e afasta a forma de Deus, apaga a face da forma, seus lábios desfalecem, suas mãos caem, Deus não a conhece mais e a morada universal, construída em volta de seu altar, o cosmos humano cai em ruínas. Que o homem, diante de sua verdade destruída, não veja mais o que ai aconteceu e próprio do acontecimento. Aconteceu a decomposição da Palavra. A Palavra esta presente na revelação, ela age na vida da forma e seu valor esta no reino da forma morta. Tal e a ida e a vinda da Palavra eterna e eternamente presente na historia. As épocas nas quais a palavra esta presente, são aquelas onde se renova o contato do Eu e do mundo. As épocas onde reina a Palavra ativa são aquelas nas quais perdura o acordo entre o Eu e o Mundo. As épocas nas quais a Palavra se torna valida são aquelas nas quais se realizam a desatualização, a alienação entre o Eu e o Mundo, a fatalidade do devir — ate que sobrevenha o grande tremor e a suspensão do alento na obscuridade, e o silencio preparador. A estrada não e, porem, circular. Ela e o caminho. Em cada novo Eon, a fatalidade se torna mais opressora, a conversão mais assoladora. E a teofania se torna cada vez mais próxima, ela se aproxima sempre mais da esfera entre seres, se aproxima do reino que se oculta no meio de nos, no "entre”. A historia e uma aproximação misteriosa. Cada espiral do caminho nos conduz igualmente a uma perdição mais profunda e a uma conversão mais originaria. Porem o evento que do lado do mundo se chama conversão, do lado de Deus, se chama redenção. EU E TU – O livro Eu e tu, do filósofo e escritor judeu Martin Buber (1878-1965) traz reflexões que expressam seu pensamento religioso e que abrange vários campos, filosofia e sociologia, sionismo e hassidismo, exegese da literatura bíblica, traduções, ensaios, ao lado da influencia do misticismo alemão e de sua passagem pelo socialismo religioso. O autor defende a reconciliação entre atitudes científicas modernas e experiências religiosas e influenciou pensadores de várias corrente filosóficas, com a sua doutrina filosófica explorando a aplicação do método de eu e tu – que denomina princípio dialogal – aos problemas da comunidade e da educação. Utiliza o mesmo método para interpretação da Bíblia, concebendo o relacionamento entre Deus e Israel como o exemplo, em escala nacional, dessa relação dialogal. Para ele, Deus se manifesta ao homem e este se apropria da palavra Deus – o que significa um encontro existencial. A fé religiosa, segundo ele, é um diálogo entre o homem e Deus; essa formula eu-tu influenciou profundamente a teologia cristã contemporânea. Observa-se que a intersubjetividade compreende que o homem nasce com a capacidade de interrelacionamento com seu semelhante, ou seja, a relação entre sujeito e sujeito, ou ainda, sujeito e objeto, envolvendo diálogo, o encontro e a responsabilidade, entre dois sujeitos e a relação entre sujeito e objeto. Veja mais aqui e aqui.

REFERÊNCIA
BUBER, Martin. Eu e tu. São Paulo: Moraes, 1974.
 

ELISABETH CARVALHO NASCIMENTO – A magistrada alagoana Elisabeth Carvalho Nascimento é desembargadora no Tribunal de Justiça de Alagoas e autora do livro “Da cor do passado”. Deste livro recolhemos os poemas selecionados aqui. FONTE: NASCIMENTO, Elisabeth Carvalho. Da cor do passado. Maceió: Catavento, 2007.


Música de Luiz Alberto Machado sobre poema de Elisabeth Carvalho Nascimento
Vozes: Valderez de Barros & Gabi.
Arranjos: Jarbinhas Rocha


Lembra o tropeço do minueto
que dançamos pela vez primeira?
Lembra o licor que restou
no primeiro sonho lugar comum?
Lembra o adágio sonolento
que parou na quinta nota difusa?
Lembra do adargueiro
que na falta de guerras
escudava o amor?
Lembra da tosca azenha de vovó
que girava moendo segredos?
E ficamos no ar
eternos ébrios
do amor que sequer começou.
© Luiz Alberto Machado. Direitos reservado dos autores.  Mais


CELIA MARA – A maravilhosa, divertidíssima, engajada, premiada e internacionalzada cantora, violonista e compositora mineira, Célia Mara, é uma dessas gratas surpresas musicais cuja grandiosidade a gente se depara e fica de queixo caído. Verdade, gente. Fiquei pasmo com tanta coisa boa disparada ao mesmo tempo. Pois bem, esta espetacular artista começou a cantar aos 6 anos de idade, estreando no palco com suas próprias musicas aos 16. Depois disso danou-se a fazer shows pelo meio do mundo - como diz Ascenso Ferreira: por Oropa, França e Bahia. Pois é, ela se mandou com o seu som pela Suiça, Russia, Alemanha, Italia, Austria e mundaréu aberto e sem porteira, sendo considerada pela Healer Selecta, do Reino Unido, como a melhor artista underground brasileira internacionalmente. E em 2000, ela foi escolhida como "Best World Music Artista", na Áustria Concerto Poll. É mole? Nada, tem muito mais. O excelente trabalho musical dela é um caldeirão com fusões e misturas que transitam pelo samba, macumba, funk, jazz, eletro-tango e o estopô calango. O seu primeiro cd independente foi o Hot Couturedo Samba,lançado em 1997. Depois lançou Bastardista, em 2005, misturando de forma fascinante uma odisséia lírica pelo samba, afoxé, tango, bossa nova, forró e reggae. O seu mais novo trabalho é Santa Rebeldia, outra estonteante expressão da maravilha musical desta artista, que pode ser conferido no sítio dela: http://www.celia-mara.net/.

ADRYANA BB – A cantora e compositora pernambucana Adryana BB começou no Recife a sua carreira em 1988, comemorando, assim, este ano, os seus 20 anos de estradas. Ela já participou de festivais, dividiu o palco com gente de peso da MPB, fez parcerias com Quinteto Violado, participou do cd de Zé Ramalho e cantou ao lado de Dona Selma do Coco, Lia de Itamaracá, Trio Nordestino e já foi acompanhada por Carlos Malta. Integrou o grupo Rio Maracatu. Já no Rio ela participou do bloco de maracatu “Cata-Cata Multicultural” e o “Rio Maracatu”. Em 2004 ela lançou seu primeiro cd, A Trilha. Depois criou o projeto Penambatuque, envolvendo ritmos que trazem a informação desse nome, incluindo musicas inéditas dela e de outros autores contemporâneos, como uma forma de incentivar a produção, preservação e divulgação dessa cultura através da música, das artes cênicas e plásticas, e, da dança. Esse projeto ela contou com a participação de Alceu Valença. Agora em 2008, ela está lançando o seu segundo cd, Do Barro ao Ouro, comemorando os seus 20 anos de carreira, ao mesmo tempo que coloca em cartaz o seu show "Adryana BB 20 anos", com o repertório totalmente inédito de autores como Geraldo Azevedo, João Lyra e Paulo Cesar Pinheiro, Geraldo Amaral e Carlos Fernando, Nando Cordel, inéditas de Adryana e parcerias com Gilvandro Filho, Cassio Cunha e Maurício Oliveira. Para ver mais detalhes do excelente trabalho da lindAdryana BB, é só acessar o sítio dela: http://www.adryanabb.com/

IVETE SOUZA – A paraense Ivete Souza – que começou a carreira no fim dos anos 80 - cita como suas influências musicais as cantoras Elis Regina, Leny Andrade, Nana Caymmi, Sarah Vaughan, Ella Fitzgerald e Billie Holliday. Depois de uma temporada de quatro anos na Europa, onde se apresentou em festivais de jazz e espetáculos de teatro e música, Ivete chegou a São Paulo em 1988. Logo participou de dois musicais folclóricos, Brasil de Corpo e Alma e Brasil de Ponta a Ponta. Estudou canto com a chilena Magdalena de Paula, de quem foi assistente por três anos, e fez curso de teatro, cinema e TV com Milton Neves e Mirian Muniz. Cantou em espaços alternativos, teatros e projetos musicais. Em 1994, partiu para sua primeira turnê internacional, nos Emirados Árabes, com o espetáculo Saudade do Brasil, e no ano seguinte fez temporada em Shirahama (Japão). De volta ao Brasil, no final de 1996, participou de uma coletânea com mais 12 cantoras, intitulada Vozes Paulistanas. Em 1999 lançou o primeiro disco solo, De Onde Vens, que conta com participação especial de Dori Caymmi, Claudette Soares e músicos como Itibere Zwarg, Théo de Barros, Proveta e outros. O CD foi lançado primeiro no Japão; depois em São Paulo, com direção dos atores Matheus Nachtergaele e Nilton Bicudo e direção musical de Paulinho Paraná. Em 2001, foi cantar em Forli (Itália) no restaurante O Cangaceiro e, em seguida, formou sua própria banda e se apresentou em Genova, Bologna e Firenze. Em 2005, representou o Brasil no 20º Festival de Manosque (França) e, atualmente,alterna sua carreira entre temporadas italianas e apresentações esporádicas no Brasil. Produção: PG Music Assessoria de imprensa: ELIANE VERBENA Tel: (11) 3079-4915 / 9373-0181 – verbena@verbena.com.br Confira mais no perfil do MySpace

SANDRA VIANNA – A performática cantora e produtora paulista nascida em Mogi das Cruzes, Sandra Vianna, fez faculdade de Jornalismo, quando iniciou a carreira de intérprete, cantando e fazendo performances teatrais em saraus e eventos coletivos. Ela foi premiada no V Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade, de 2004, interpretando “JesusCristinho de Batom”, de autoria de Zé de Riba, uma das músicas do seu primeiro cd independente “Original”, em 2004, registrando sua trajetória de mais de dez anos de estrada. Para conhecer melhor o trabalho desta excelente artista, acesse o sítio de Sandra Vianna.



ELISETE – A cantora e compositora brasileira radicada em Israel, Elisete, desenvolve o seu trabalho musical independente e resultado do longo caminho percorrido. Ela escreve em hebraico sobre as suas experiências, tendo lançado os cds Luar e café, em 204, Gaagua (Saudade), em 2006 e Elisete – Remixes, em 2007, este último com canções remixadas dos seus dois últimos álbuns. Ela possui duas canções de sua autoria na trilha sonora do filme israelense “Há buah” (A bolha). Neste momento ela está trabalhando o seu mais novo disco acústico enquanto realiza shows por todo país. Confira o excelente trabalho dela acessando: www.elisete.com




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