sexta-feira, março 08, 2013

A TEORIA INTERPESSOAL DE SULLIVAN & IRINA COSTA, DANIELLA ALCARPE, DANNY CALIXTO, DEBORA ILDÊNCIO E ROSE GARCIA.

A TEORIA INTERPESSOAL DE SULLIVAN - O médico psiquiatra estadunidense Harry Arack Sullivan (1892-1949) trabalhou com esquizofrênico pelo qual adquiriu reputação de notável clínico que iniciou as atividades das comunidades terapêuticas, envolvendo-se posteriormente nas áreas clinicas, de consultoria e ensino. É autor de diversos ensaios sobre a esquizofrenia e palestras que resultaram na publicação de seus livros. É reconhecido como um teórico de psiquiatria dinâmica utilizando termos como distorção paratáxica e autoestima como importante no desenvolvimento e nas relações interpessoais. Com isso desenvolveu uma teoria psicológica social da personalidade, segundo a qual a personalidade é um conceito relacional, criando a teoria interpessoal da psiquiatria, pela qual acredita que a personalidade é o padrão relativamente duradouro de situações interpessoais recorrentes que caracteriza uma vida humana. Desta forma, a personalidade é uma entidade hipotética que não pode ser isolada das situações interpessoais, e o comportamento interpessoal é tudo o que podemos observar como personalidade. TEORIA DA PERSONALIDADE – Para Sullivan a personalidade se constrói na relação com o outro. A sua teoria teve embasamento inicial em Freud, desenvolvendo posteriormente sua própria teoria funcional da personalidade, psicopatologia e terapia, voltando para a linguagem que se mostrava desencaminhadora, precavendo-se das conceituações autoconcretizadoras das teorias rígidas. Enfatizou o papel dos psiquiatras como participantes-observadores na situação clínica, buscando observações objetivas que pudessem lidar com as experiências emocionais do paciente. Observava, com isso, a interação social, definindo a personalidade como sendo o padrão relativo e duradouro de relações interpessoais que caracterizam a vida humana. O seu foco estava na abordagem psicopatológica, o que proporcionou a criação da teoria de campo por meio de processos temporais e interativos. Para ele o dinamismo é o padrão relativo e duradouro das transformações de energia que ele denominou de padrões de comportamento interpessoal recorrentes. Com isso, entende-se que a sua teoria é voltada para as necessidades e ansiedade. Para ele, as necessidades podem ser tanto por satisfação como por segurança, uma vez que ocorre quando são fundamentais em situações de perigo quando não ser satisfeitas; por outro lado, a ansiedade é o motivador primário do comportamento humano. As necessidades por satisfação incluem necessidades físicas - como ar, água, comida e calor - e necessidades emocionais, especialmente por contato humano e por expressar os próprios talentos e capacidades. Ele trouxe pro cenário dos debates a ligação empática, a qual se estabelece entre o cuidador e o bebê, descrevendo a complicada interação dos bebês comunicando tensão e ansiedade, provocando ansiedade no cuidador e levando a respostas-temas as necessidades do bebê. A falha na satisfação dessas necessidades traz como resultado a solidão e a ansiedade. Por isso ele definiu segurança como a ausência de ansiedade. Necessidades por segurança incluem a necessidade de evitar, prevenir ou reduzir ansiedade. Na sua teoria o autosistema ou autodinamismo foi definido como o dinamismo que é responsável por evitar ou reduzir ansiedade, igualando o self-identidade-ego com os padrões desenvolvidos da pessoa para evitar os desconfortos que surgem a partir da falha dos outros de satisfazer as necessidades fundamentais da pessoa. Esse autosistema existe, como tudo mais puramente dentro de uma estrutura interpessoal e desenvolve um conjunto de mecanismos, denominado operações de segurança que reduz a ansiedade. Essas operações de segurança funcionam de modo bastante semelhante aos mecanismos de defesa dentro da teoria psicanalítica. No entanto, as operações de segurança específicas foram definidas interpessoalmente, ligadas a observações ou experiências reais. Com isso, entende-se que o autosistema advém de experiências interpessoais sempre em desenvolvimento e que as experiências mais difíceis não são necessariamente aquelas que envolvem falha em satisfazer as necessidades da criança, mas a criança sentir a ansiedade do cuidador no processo de responder a estas necessidades. A ansiedade do cuidador provoca ansiedade na criança, promove a necessidade de estabelecer um senso de segurança e conduz a evolução do autosistema e ao desenvolvimento de operações de segurança. Por sua vez, o autosistema é dividido em três partes - eu bom, eu mau e não eu. O eu bom é um conjunto de imagens, experiências e comportamentos associados a respostas não ansiosas, temas, empáticas e aprovadoras e aceitadoras do ambiente. O eu mau vem a tornar-se associado a idéias, ações e percepções que provocam ansiedade e desaprovação de cuidadores. Algumas situações, no entanto, provocam ansiedade tão intensa que elas são inteiramente desautorizadas e desapropriadas; e, além disso, se tornam parte do não eu. Por fim, a ligação empática torna-se desnecessária e o autosistema opera de forma autônoma dentro da pessoa, desenvolvendo meios cada vez mais complexos e sutis de manejar a ansiedade da pessoa. As suas contribuições mais significativas estão na definição de apatia, desapego sonolento e desatenção seletiva. Estas operações de segurança foram extraídas da observação de como os bebês e crianças novas reagem a interações dolorosas, como repreensão dos seus pais. Com isso apresentou suas teorias desenvolvimentais, postulando três modos cognitivos desenvolvimentais de experiência cujo grau de persistência na fase adulta é importante para entender a psicopatologia. O primeiro deles é o modo prototáxico, característico da primeira infância e da infância, envolve uma série de estados breves desconectados experimentados como totalidades sem qualquer relacionamento temporal. Na vida posterior, experiências místicas e fusão esquizofrênica representam experiências prototáxicas persistentes. O segundo modo é o da experiência paratáxica que começa cedo na infância à medida que o autosistema inicia seu funcionamento independente. Ela também envolve uma série de experiências momentâneas; no entanto, elas são registradas em seqüência com conexão aparente uma a outra. Elas podem receber sentidos simbólicos, porém regras de lógica estão ausentes e a coincidência desempenha um papel importante em como o mundo é percebido. O autosistema utiliza experiência paratáxica para buscar comportamentos redutores de ansiedade eficazes e repeti-los, buscando igualdade e previsibilidade. Com isso, ele usou o modo para explicar transferência, lapsos de língua e ideação paranóide. O terceiro modo é denominado de sintático de experimentar que se baseia no desenvolvimento da linguagem e na validação consensual. Validação consensual é a aceitação das percepções partilhadas dos outros como uma base para definir a realidade objetiva. O mundo e o self são percebidos dentro de regras de lógica, sequenciamento temporal, validade externa e consistência interna. Pensar sobre si mesmo e sobre os outros se torna testável e modificável com base na análise rigorosa de experiências em uma variedade de situações diferentes. A maturidade pode ser definida como o predomínio extensivo do modo sintático de experimentar. A teoria do desenvolvimento social baseia-se nos modos cognitivos em desenvolvimento. No entanto, relacionamentos interpessoais perturbados podem fazer com que os modos primitivos de experimentar o mundo persistam. Esse modo se caracteriza pela satisfação de necessidades que predominam e a esfera interpessoal na qual as necessidades de satisfação e suas necessidades de segurança resultantes são preenchidas. Cada estágio é também caracterizado pela zona primária de interação - áreas corporais através das quais a pessoa canaliza necessidades, ansiedade e alívio. Para o autor, a primeira infância, do nascimento ao início da linguagem, caracteriza-se pela necessidade primária de contato corporal e ternura. O modo prototáxico predomina e as zonas primárias de interação são orais e, de algum modo, anais. No momento em que necessidades são preenchidas com um mínimo de ansiedade, o bebê experimenta euforia e um sentimento de bem-estar. No momento que alguma ansiedade está comumente presente nos cuidadores, apatia e desapego sonolento são operações de segurança regularmente usadas, persistindo na vida adulta como uma posição básica desapegada e passiva. Se a ansiedade e a inconsistência são severas, experiências intensas de pavor persistem na vida posterior apresentando-se como estados internos sinistros bizarramente disruptivos observados nos pacientes esquizofrênicos. A fase da infância, que começa com o início de linguagem utilizável e continua até o início da escola, caracteriza-se pelo foco da criança sobre os pais como o outro de quem louvor e aceitação são buscados. O modo primário de experiência muda para o paratáxico e a zona de interação mais comum é a anal. A criança precisa de um público adulto aprovador. Esta necessidade conduz a uma variedade de áreas de aprendizagem - linguagem, comportamento e autocontrole. Ela pode também ser observada em uma variedade de esforços, tentativa e erro, pela criança para encontrar o que agrada. A gratificação, conduz a um autosistema expansivo com muitas facetas da vida associadas ao bom eu e a autoestima positiva. Ansiedade moderada conduz à ansiedade crônica, incerteza e insegurança. Ansiedade extrema resulta em desistir de comportamento exitoso conhecido em favor de padrões autodestrutivos que preencherão o que veio a ser esperado pelos outros. A era juvenil cobre as idades de 5 a 8 anos. O desvio do modo cognitivo sintático inicia e o foco interpessoal espalha-se para grupos de pares e para figuras de autoridade externas. Existe a oportunidade para pares e os professores aprovarem e aceitarem comportamentos previamente inibidos dentro da família. Cooperação interpessoal, competição, brinquedo e acordos tornam-se experiências gratificantes. Os jovens aprendem a negociar suas próprias necessidades com um interesse social legítimo sem sacrificar a autoestima no processo. Os riscos de ansiedade excessiva são uma necessidade demasiado grande para controlar e dominar as situações sociais ou internalização de atitudes sociais prejudiciais e restritivas. A pré-adolescência, idades de 8 a 12, marca o movimento da criança da cooperação e da competição dos grupos de pares embasada em regras para intimidade genuína com um camarada. É essa fase como um estágio particularmente importante no qual o dar e receber com um amigo especial pode reparar e desfazer distorções causadas por ansiedade excessiva em estágios anteriores. A criança dirige-se verdadeiramente para fora da família pela primeira vez e se engaja em um dar e receber livre com uma outra pessoa não afetada pela dinâmica da mesma família. A grande mudança em direção ao pensamento sintático ocorre, embora algumas distorções possam persistir até a adolescência. Uma capacidade para apego, amor e colaboração emerge ou falha em desenvolver-se em face da ansiedade excessiva. Embora exploração sexual possa ser uma parte do relacionamento de camaradagem, ele não viu a sexualidade como um elemento central na pré-adolescência. A adolescência inicia na puberdade, tem em seu estágio inicial preocupações semelhantes as da pré-adolescência, com a importante exceção de que sensualidade é acrescentada a equação interpessoal. As mesmas necessidades de um relacionamento de partilha especial persistem, mas mudam para o sexo oposto como um escape conduzindo a uma importante oportunidade para aprendizagem ou ansiedade severa. À medida que a pessoa enfrenta a estereotipia culturalmente definida, muitas oportunidades novas para experimentação social podem levar à consolidação da autoestima ou a autoridicularização. A luta para integrar sensualidade com intimidade é realizada por dolorosa tentativa e erro. Se a integração é concluída com o autosistema relativamente intacto, os anos posteriores da adolescência tornam-se uma oportunidade para expandir o modo sintático para áreas como visão consensual de relações interpessoais, valores e idéias, decisões de carreira e interesses sociais. A sua teoria psicopatológica buscou entender o processo humano fundamental que ocorre dentro dos seus pacientes, especialmente os mais doentes. Para ele, a psicopatologia era resultante de ansiedade excessiva que detém o desenvolvimento do autosistema e, por meio disso, limita tanto oportunidades para satisfação interpessoal como operações de segurança disponíveis. Com isso, pensou que diversos fatores afetam a forma que os distúrbios assumem. O nível de ansiedade em um estágio desenvolvimental particular pode lançar a fundação para uma parte do desenvolvimento. A capacidade cognitiva básica pode desempenhar um papel na escola de operações de segurança confiadas ou retidas. O grau de sucesso obtido interpessoalmente, combinado com quaisquer capacidades usadas, afetam o sucesso posterior. A ocorrência casual de estresses encontrados durante a vida é também um fator. A sua psicoterapia interpessoal enfatiza que o psiquiatra é um participante-observador em todas as interações com os pacientes, uma vez que quando o profissional interage ativamente com os pacientes, expressões verbais e não-verbais de padrões interpessoais recorrentes tornam-se aparentes. Estas observações então informam o comportamento posterior do terapeuta, deste modo criando uma oportunidade para mudança. Com isso, a terapia elucida os padrões interpessoais do paciente, explorando sua utilidade a serviço das necessidades do paciente e considerando as possibilidades alternativas e mais favoráveis, enfatizando a experiência do paciente das distorções, as necessidades, os padrões e as mudanças potenciais dentro da interação em andamento com o terapeuta. Ele dividiu a terapia em quatro estágios distintos: incepção, reconhecimento, levantamento detalhado e término. A incepção envolve o comecinho, freqüentemente apenas uma parte da primeira entrevista, durante a qual o contrato e os papéis são estipulados. O reconhecimento pode prosseguir por tantas quantas 15 sessões, durante as quais o terapeuta identifica os padrões recorrentes dos pacientes e avalia suas qualidades adaptativas e mal-adaptativas. O levantamento detalhado é um processo prolongado de explorar os pensamentos, sentimentos e memórias do paciente e de avaliar e reavaliar dados de estágios anteriores, buscando reconhecer, esclarecer e mudar distorções paratáxicas persistentes. Os padrões recorrentes são discutidos dentro do contexto da história desenvolvimental do paciente, necessidades, ansiedades, fracassos e sucessos. As metas finais da psicoterapia são obter tanta experimentação dentro do modo sintáxico quanto possível e ampliar o repertório do auto-sistema. No momento que estas metas são atingidas, os pacientes são capazes de tornar-se responsáveis por seu crescimento em andamento através de interações interpessoais subsequentes. O COMPORTAMENTO INTERPESSOAL – Para o autor em estudo o  comportamento é o que se observa, defendendo que a personalidade se constrói na relação com o outro e que os padrões de comportamento são uma característica da personalidade. Assim, o dinamismo é a menor parte da personalidade. Por consequência a personalidade é uma hipótese teórica, cuja unidade de estudo é a relação interpessoal e não a pessoa, e que sua organização consiste em eventos interpessoais que só se manifesta quando a pessoa está se comportando em relação a um ou mais indivíduos, mesmo que estes não estejam presentes. Com isso, entende o autor que a personalidade é o centro dinâmico de vários processos que ocorrem em vários campos interpessoais. As personificações são o resultado da imagem que o indivíduo tem de si mesmo ou de uma outra pessoa, sendo, com isso, um complexo de sentimentos, atitudes e concepções que decorrem de experiências de satisfação de necessidade e de ansiedade. Os estereótipos são personificações compartilhadas por várias pessoas, não existem a priori, são construídas, porque são generalizações de personificações. Veja mais aqui.

REFERÊNCIAS
ATKINSON, Richard; HILGARD, Ernest; ATKINSON, Rita; BEM, Daryl; HOEKSENA, Susan. Introdução à Psicologia. São Paulo: Cengage, 2011.
BERNAUD, J. Métodos de avaliação da personalidade. Lisboa: Climepsi, 1998.
BOCK, A.M et al. Psicologias: uma introdução ao estudo da psicologia. São Paulo: Saraiva, 2001
DAVIDOFF, Linda. Introdução à Psicologia. São Paulo: Pearson Makron Books, 2001.
GAZZANIGA, Michael; HEATHERTON, Todd. Ciência psicológica: mente, cérebro e comportamento. Porto Alegre: Artmed, 2005.
HANSENNE, M. Psicologia da personalidade. Lisboa: Climepsi, 2003.
MORRIS, Charles; MAISTO, Alberto. Introdução à psicologia. São Paulo: Pretence Hall, 2004.
MYERS, David. Psicologia. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
SCHULTZ, Duane; SCHULTZ, Sydney. Historia da psicologia moderna. São Paulo: Cengage Learning, 2012.
______. Teorias da personalidade. São Paulo: Cengage Learning, 2014.
WOOLFOLK, Anita. Psicologia da educação. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.


IRINA COSTA – Conheci Irina Costa por intermédio da amiga Cidinha Madeiro. Enquanto ela concorria num festival de música internacional, a Cidinha incentivava a gente a vontar e conhecer o trabalho dela. E como tudo que vem de Cidinha é bão demais, depois conheci pessoalmente a angolana radicada em Maceió, dona duma voz das mais maravilhosas. Estreitamos a amizade com a criação da Cooperativa da Música de Alagoas (Comusa), onde ela faz parte da direção. E mais conheci seus trabalho por meio da Educativa FM e dos shows que tive oportunidade de presenciar.

Para quem não conhece esse talento musical das Alagoas, informo que Irina Costa venceu o Lusavox, se apresentando no canal RTPi para mais de 141 países. Participou de diversos projetos, entre eles, Mulheres que dizem sim, Outubro ou nada, O livro das emergências, entre outros. Para conhecer melhor, acesse o site Irina Costa e seu perfil no MySpace.


DANNY CALIXTO – A cantora, atriz, compositora e violonista gaúcha, Danny Calixto, estudou violão clássico na Escola de Música e Belas Artes de Curitiba, onde, em 1984, começou sua carreira realiando shows em bares. Compôes trilhas sonoras para teatro e criou em 1988 a companhia “Mandrágora Produções Artisticas”. Montou em 1998 a banda Os Waldos que teve atuação no cenário musical até 2002. Lançou o cd Abracadabra, em 2003 e participou de diversos CDs, entre eles o cd Festa Dance 2004, em 2005 da coletânea de compositores no cd Musica da Casa - da Casa de Cultura Mario Quintana e, em 2008, do cd Prabaticum, esplatifim, brasimbolá. Ela também é formada em Artes Plásticas, trabalha com Design e está prepando o seu cd A Linha do Tempo. Para conferir o seu talento artístico é só acessar o seu site Danny Calixto e outras páginas no Clube Caiubi de Compositores, no MySpace e no Palco Mp3



BERNADETHE RIBEIRO – A cantora, poeta, compositora e violonista Bernadethe Ribeiro trabalha como professor de violão e canto popular. Estudou teoria musical na OMB (Ordem dos Músicos do Brasil) e, desde então, se tornou uma pesquisadora da música popular Brasileira, participando em 1998 do cd “O Estado da Música” do radialista e jornalista Acir Antão. Já fez vários shows em teatros de Belo Horizonte e pode dividir o palco com alguns de seus professores. Em 2000, participou do cd “Cacos de Vida”do compositor, sambista e publicitário, Gervásio Horta. Em 2005, realizou O Projeto “Tributo a Vinícius de Morais”, show apresentado no Teatro da Assembléia e no Espaço cultural José Delfino Catarina, juntamente com o pianista João Vandaluz. Seu trabalho está reunido no seu site Bernadethe Ribeiro, no seu blog Bernadethe Ribeiro Música e Poesia, como também no YouTube e no Mural dos Escritores


DANIELLA ALCARPE – A cantora e atriz paulista Daniella Alcarpe é formada em Música pela Faculdade de Artes Alcântara Machado e tem se apresentando em diversas casas de espetáculo, bares, espaços culturais e teatros de São Paulo. Depois de uma breve temporada na Itália e na Holanda, Daniella voltou ao Brasil mais disposta do que nunca a divulgar a música popular brasileira no que ela tem de melhor. Como atriz, ela se apresentou nos espetáculos “O Santo Inquérito” de Dias Gomes, com direção de Silvio Tadeu e “As Bacantes” de Eurípedes, com direção de Jorge Oliva. Fez parte do Grupo de Teatro "Transver", dirigido por Jolanda Gentileza e estudou interpretação com Isabel Setti. Ela lançou o seu primeiro cd "Qué que cê qué?", em 2009, interpretando composições inéditas em ritmos de samba, baião, frevo e choro. Confira seu talento no seu site Daniella Alcarpe, no YouTube e no Clube Caiubi de Compositores.


DÉBORA ILDÊNCIO – A jovem musicista, multi-instrumentista, compositora, arranjadora e produtora musical mineira Débora Ildêncio é de uma família de músicos que a fez desde criança brincar com instrumentos de sucatas. Seu aprendizado começou aos 8 anos quando estudou teclado e participou do Jovens Unidos à Cristo (JUC). Aos 16 anos começou a dar aulas de músicas enquanto estudava em diversas escolas musicais. Ela é formada em música, ministra aulas de teoria e instrumentos nas escolas do Curso Musica, desenvolve oficinas de ritmo corpóreo, aulas de violão erudito, popular, pandeiro, bongô e outras percussões, cavaco e ainda trabalha como arranjadora e produtora musical. É compositora, já escreveu diversas músicas com várias parcerias e é integrante fundadora dos os grupos Choro Amado e Vollatta, onde atua como violonista, cavaquinista e percussionista. Também integra o grupo Celebrai a Cristo. Confira seu talento no MySpace e no blog Debora Ildêncio. Imperdíveis.

ROSE GARCIA – A cantora e compositora Rose Garcia trabalha profissionalmente há mais de 26 anos. Ela integra o grupo Essencia Produções – Orquestra e Coro e ministra aulas de canto da Escola Livre de Aprendizagem Musical (Elam), em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. Contato: (021) 3392-1669. Ela reúne parte do seu trabalho no MySpace e no YouTube


 
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