quinta-feira, março 07, 2013

PAULO FREIRE, PEDAGOGIA DO OPRIMIDO & DA AUTONOMIA

PAULO FREIRE: PEDAGOGIA DO OPRIMIDO – “Ninguém se liberta sozinho, ninguém liberta ninguém: os homens se libertam em comunhão”. A obra Pedagogia do Oprimido, do educador e filosofo pernambucano, Paulo Freire, traz a contradição opressores-primidos e sua superação, a situação concreta da opressão e os opressores, a situação concreta de opressão e os oprimidos, a concepção bancária da educação como instrumento de opressão, a concepção problematizadora da educação e a libertação, seus pressupostos, a concepção bancária e a contradição educador-educando, a concepção problematizadora e a superação da contradição educador-educando, o homem como ser inconcluso, consciente de sua inconclusão e seu permanente movimento de busca do ser mais, a dialogicidade como essência da educação como pratica da liberdade, a dialogicidade e o diálogo, as relações homens-mundo, os temas geradores e o conteudo programático da educação, a investigação dos temas geradores e sua metodologia, a significação conscientizadora da investigação dos temas geradores, os vários momentos da investigação, a antidialogicidade e a dialogiidade como matrizes teóricas da ação cultural antagôpnicas, a teoria da ação antidialógica e suas características, a conquista, dividir para dominar, a manipulação, a invasão cultural, a teoria da ação dialógica e suas características, a co-laboração, a união, a organização e a síntese cultural. Paulo Reglus Neves Freire (1921-1997), se destacou por seu trabalho na área da educação popular, voltada tanto para a escolarização como para a formação da consciência. É autor de “Pedagogia do Oprimido”, um método de alfabetização dialético, se diferenciou do "vanguardismo" dos intelectuais de esquerda tradicionais e sempre defendeu o diálogo com as pessoas simples, não só como método, mas como um modo de ser realmente democrático. É considerado um dos pensadores mais notáveis na história da pedagogia mundial, tendo influenciado o movimento chamado pedagogia crítica.



FONTE:
FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983.




PEDAGOGIA DA AUTONOMIA – O livro Pedagogia da Autonomia, de Paulo Freire, aborda questões como não há docência sem discência, tratando que ensinar exige rigorosidade metódica, pesquisa.respeito aos saberes dos educandos, criticidade, estética e ética, corporeificação das palavras pelo exemplo, risco, aceitação do novo e rejeição a qualquer forma de discriminação, reflexão critica sobre a prática e o reconhecimento e a assunção da identidade cultural. Aborda ainda que ensinar não é transferir conhecimento, mas que exige consciência do inacabamento, reconhecimento do ser condicionado, respeito à autonomia do ser do educando, bom senso, humildade, tolerância e luta em defesa dos direitos dos educadores, apreensão da realidade, alegria e esperança, convicção de que a mudança é possível e curiosidade. Trata, por fim, de que ensinar é uma especificidade humana que exige segurança, competência profissional, generosidade, comprometimento, compreender que a educação é uma forma de intervenção no mundo, liberdade e autoridade, tomada consciente de decisões, saber escutar, reconhecer que a educação é ideológica, disponibilidade para o diálogo e querer bem aos educandos.



FONTE:
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à pratica educativa.São Paulo: Paz e Terra, 1996. Veja mais Paulo Freire aqui, aqui e aqui.




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