segunda-feira, julho 15, 2013

DORO INVOCADO DENUNCIA ABUSO!!!! MAIS UMA PRESEPADA!!!!!


DORO – Como eu digo num samba bossanovista que fiz, Doro é um menino bom, só cheio de nó pelas costas. Se nada pra ele dá certo, é que ele é enrolado e trata de viver das suas sandices a dar burros n´água.  É do jeitinho, cagado e cuspido, que escrevi, aprontando das suas pra cima e pra baixo. Nada mais a declarar.

DEU CHABÚ – Bastou o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, se pronunciar favorável à candidatura avulsa, ou seja, do candidato não ter mais a necessidade de se filiar a qualquer partido que se diz de verdade ou de mentirinha, logo Doro pôs as catracas pra funcionar e danou mãos à obra na sua candidatura, vociferando as injustiças que foi vítima:

- Sempre fui limado pelo TRE e sacaniado pelus partido que num paçam duma reunião dum magote de çalafráros qui só empodreci a política onesta e dicente dos que ção di bem. Agora sô incandidato sem partido e vô ganhá, podem inscrevê aí nos seu cadernu que vou dá lavage em tudinho. O povo é a voize di Deus e como Deus tá comigo – com aval do Padi Bidião -, o povo tumém tá cumigo.

AS PROPOSTAS DE CAMPANHA DO DORO – Estão todas as propostas do revoltado no seu Brógui e também aqui no Tataritaritatá. Entre elas estão: a de que ao ser eleito tomará logo no primeiro dia de seu governo a decisão de elevar o salário mínimo para 2 mil reais mensais, corrigido de 3 em 3 meses, até alcançar o piso de 12 mil reais que é o que ganha no mínimo um deputado, segundo ele. Outra iniciativa dele que angariou simpatia, foi a de logo em seguida da decisão do salário mínimo, revogará e erradicará todos os pagamentos de salários, jetons, comissões, caixa-dois e outras remunerações para prefeitos, secretários, vereadores, deputados estaduais e federais, senadores, presidentes, ministros e todos os comissionados e dirigentes das autarquias da administração direta e indireta, economia mista e o escambau. Promete também revogar totalmente toda a estrutura e política tributária, reduzindo todos os impostos a apenas 1 com a alíquota definida em 1% de todas as transações, trambicagens, explorações e comercializações de quaisquer produtos, serviços e atividades que gerem renda ou lucros. Entende ele que com estas medidas acabará com a corrupção, a sonegação e com a profissionalização da cafajestagem política, possibilitando direcionar suas ações para as prioridades da educação, saúde e segurança de todo cidadão brasileiro. Ele defende mais que no seu governo, para concorrer e participar de qualquer cargo eletivo na administração pública terá que ser por força do voluntariado e sem ganhar um mínimo tostão sequer, quando só estarão representando o povo aqueles que realmente se interessem pelo coletivo e desejam desenvolver a sua vida política pela solidariedade e participação em geral.

A CARTA DO FULEIRO INDIGNADO DORO – Essa carta do que se diz vitimado por minhas loas, petas e patranhas, foi escrita em 26 de dezembr0o de 2004, publicada no Usina de Letras e reenviada agora com o objetivo de me lembrar de suas astúcias. Confira a seguir suas ilustres e amiudadas letras:

Repúmbrica do Brasiu, dia de hoje do mês e ano vigentes, a quem mai interessá possa.

Incelentíssimo Luiz Aberto Machado,

Istou puto da vida e injuriado com o sinhô.
Quano cunheci o sinhô, aiguns ano atrás, pencei qui fosse um daqueles gente de bem. Mai, num é, inganei-mi cum a cô da xita.
O sinhô foi a indecpição qui consiguiu me deixá mais raso qui bosta de cachoro num pinico enfuleirado.
Arriconheço qui o sinhô me ajudou muito, tanto com aigum trocado de minxaria pro sustento e necessidades estuporadas, quanto na chegada no auxílio da parentada.
E pru causa disso o sinhô mi inrolô e consigiu arrancá de mim as minhas estripulias qui já tão na conta do arripendimento e perdoado pela santa mão do Padi Bidião, esse sim, hômi de deus e di aima iluminada.
Mas, sinhô Luiz, isso num dá ao sinhô o direito de fazê eu passá as humiações e mangação qui tô seno acochado em todo canto que vô, por causa das sua invencionice comigo no seu buqui fajuto.
Quano contei minhas estóras foi pra sirvir de exempro e não pra o seu enriquecimento inlícito à custa dum trabaiadô decenti, crente em deus e indedicado cuma eu sou.
Sei e tô sabeno qui o sinhô tá inricando mermo com a minha disgraça.
O sinhô qué acaba cumigo? Só seno.
Até minha muié, a Marcialita, tá cum riso frouxo na cara pro causa dos seus inscritos. E ninguém mai confia neu. Só zombaria e disse-me-disse.
Se eu asoubessi qui era assim, eu mermo tinha iscrevido minha biografia, pois sô inscritor meiór qui o sinhô é e pensa.
Num mando agora o sinhô se lascar proqui sou inducado e num quéru me abaixá ao seu níve.
Maisi, tô aprovidenciano adevogado pra acioná o sinhô na injustiça pumbrica prá mi indenizá pro tudo de dano morá e pessoá qui instou sofreno por sua causa.
Destá, deus tá veno qui vou tomá cada centavu qui o sinhô ganhá nas minhas costela.
Como eu mermo digo: chapéu de otáro é marreta. Mas o sinhô quis me fazê de otáro, mas o otáro será o sinhô, seu fio da puta!
Tumbém vô me ajuntar ao Tolinho e ao Bestinha qui estão tumbém murdido dos poicos cum o sinhô, pra genti aprontá uma do sinhô nunca mai se metê a besta pro banda da genti. E aviso mai: eu mermo vô inscrever, poi sô inscritor dos bom, não cuma as poicaria que o sinhô iscreve a meu respeito e dos outros, e vô mostra quem é gente de bem, trabaiador e decenti qui o sinhô num é, amostrano qui Doro é Doro e não as cafajestice qui o sinhô inventô nas sua inrolação.
E vô ajudá a Tolinho e Bestinha a fazê sua caveira, amostrano seus pôdes, suas safadices e maloqueragi, pro sinhô vê quanta canoa eu faço com um só pau. Aguardi e verá, seu sinhô duma pinóia. Aí vai vê o que é maribondo azuretado inchando seu cuiões. Podi imprepará suas midida num caixão: será a vorta do enterro pras suas bandas, viu? Destá.
Açaçinado a rogo: Doro, o murdido e injicado. 




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