sexta-feira, janeiro 01, 2016

JANEIRO, O ÊXTASE DA VIDA!


VAMOS APRUMAR A CONVERSA?  JANEIRO: O ÊXTASE DA VIDA – É primeiro de janeiro e eu me mantenho migrante no êxtase da vida, pronto e apto para a exuberância vital com toda a minha finitude, num voo pelo fluxo da existência com os ciclos de todas as rotações e translações e na sublime pretensão humana de Paz. E como é primeiro de janeiro, para mim, é um primeiro passo na busca por essa Paz que, desde as mais remotas eras, tem sido pretendida no senso de humanismo de todos os povos. A Paz foi e é buscada desde os cultos de Ra ou Thot no antigo Egito, entre os hindus e o Rig-Veda, entre as doutrinas órficas das escolas de mistério gregas e as pitagóricas, desde que o homem se entende por gente e se construir na trajetória de todo inventário humano. Todavia, uma coisa é o que se pensa e deseja; outra coisa é o que se faz e pratica, a velha distância entre o pensar e o agir. Pensa-se de uma forma, age-se de outra. Na verdade, ao longo desses milênios e séculos todos, a gente olha pra tudo e não ver nada – exceto o que nos seduz para a satisfação dos prazeres. O nosso olhar se dirige para todas as direções na nossa ambição de ubiquidade, entretanto não enxergamos com nitidez o que a vida nos quer mostrar em sua profundidade. Preferimos, no entanto, sermos causativos e senhor de que tudo deve ser conformado e submetido à nossa vontade, controlando a natureza na busca cega e desenfreada às maravilhas da vida consumista pra satisfação de todos os nossos desejos. Tais opções tornam-nos condenados aos padrões de medição da cultura, como uma máquina que opera para fazer e gastar recursos como se diante de uma desgraça iminente. Não sabemos ou não queremos saber que a natureza sobrepuja nosso poder de controlá-la e que, indiferente aos nossos caprichos, ela se manifesta intacta e pronta para que possamos desvendar a grandiosidade e profundeza da existência de tudo no planeta. Ao contrário disso, o que fazemos é manifestar agudamente em nós um individualismo excessivo com o distanciamento entre pessoas para formatar relações superficiais e precárias que sucumbem às competições, barganhas, passatempos, tédio e amarguras. Alternam-se momentos felizes e dissabores no meio de lembranças já mortas e a ansiedade do vazio. Para se ter ideia, uma amiga minha costumava dizer: - Se achar o meu eu por aí, me devolve tá? É que perdí-lo faz tempo. Sim. Isso é o efeito de apenas viver entre recompensas e punições, desejos e sofrimentos. É o resultado de enorme dano cultural e espiritual que só dá pra ver a imensa miséria humana, engrossando o caldo dos irremediáveis, desesperançados e ofendidos por não serem contemplados com todas as benesses que o mundo proporciona. Com isso, quase nem nos damos conta de que a vida não serve apenas para satisfação das necessidades triviais e autocentralizadas. Todos, evidentemente, precisamos de segurança material, psicológica e espiritual, bem como do direito aos bens primordiais da terra: alimentação, educação, trabalho digno, habitação, livre expressão, locomoção, vestuário. Não só. É preciso compreender com clareza o misterioso que ocorre e vive dentro de nós e que não se sabe direito como e o que é e que assombra desde o homem mais primitivo da humanidade. É esse interior rico em sentimentos e sensações oriundas de algo inatingível e indestrutível que habita dentro de nós e que nos encoraja, nos inspira, nos faz curioso, tristes, alegres, sonhadores. E isso nos leva a buscar as referencias que transcendem a nossa existência pessoal, vivenciando momentos com a compreensão excitante das descobertas por experiências no aprendizado de si mesmo, na oportunidade do aperfeiçoamento e nas realizações máximas das dádivas de viver, compreendendo as evocações que suscitam sensações fascinantes de apreensão e que servem tanto de admoestação como estímulos revelados que nos fazem refletir e meditar. Essa pedra preciosa dentro de nós é a força viva que nos faz sermos melhores para superarmos todos os desafios, para encararmos com tranquilidade todas as adversidades, para termos a tão buscada Paz interior. Nunca é tarde para tal, tudo tem uma primeira vez. Basta termos o entendimento de que, se estamos vivos, alguma coisa é para ser feita. E não temos que pedir desculpas por estarmos vivos. Pelo contrário, como seres humanos de boa vontade, devemos guiar a nossa vida para a descoberta da nossa missão e satisfação da vida plena. Com isso, Feliz Ano Novo. E quando puder veja mais aqui e aqui.

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