domingo, setembro 06, 2009

DEPRESSÃO



DEPRESSÃO - O presente estudo foi desenvolvido sobre a temática da depressão por caracterizar-se de uma patologia psiquiátrica que acomete pessoas em todo o planeta. Trata-se de uma enfermidade que é desenvolvida a partir de um grande desinteresse pela vida, pela falta de vontade de viver, existência de medos no enfrentamento de viver a vida, entre outros sentimentos que causam danos à saúde. Da mesma forma, as pessoas acometidas pela depressão sentem-se incapazes de lidar com as coisas básicas do seu dia a dia, resultando numa desorientação da pessoa face as determinadas situações que envolvem motivos de viver ou não. Sua manifestação pode levar ao suicídio ou a uma incapacidade de funcionamento quer físico quer mentalmente, como também pode acontecer na fase da infância, na adolescência, como na vida adulta ou idosa, ou mesmo após o parto. Assim sendo, justifica-se a realização do presente estudo por ser a depressão considerada como um dos maiores problemas do ser humano na atualidade e que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), tem afetado a saúde humana mais do que qualquer outro problema de saúde.  Objetiva tratar acerca da conceituação da depressão, suas causas e consequências, diagnóstico e consequências na fase infantil, adolescente, adulta e idosa. A metodologia aplicada compreende uma pesquisa de natureza descritiva e bibliográfica baseada em material de estudos efetuados em sala de aula e conteúdos disponibilizados pela professora da disciplina.  Em vista disso, tratará da temática a partir de sua fundamentação teórica, causas, diagnósticos, efeitos e tratamentos nos casos de incidência entre crianças, adolescentes, adultos e idosos.
A DEPRESSÃO - A depressão tem sido designada como a patologia de humor que envolve tanto entidades nosológicas como transtornos de humor ou sintomas, manifestando-se por meio de sintomas físicos que são facilmente confundido com outras doenças. No contexto clínico, a depressão compreende um complexo sindrômico que se caracteriza pelas alterações que ocorrem na psicomotricidade, no humor e na variedade de distúrbios somáticos e neurovegetativos. Os primeiros sinais de alerta para a depressão são dores crônicas musculares e abdominais, distúrbios digestivos, dores de cabeça, perturbações do sono, enjoos, entre outros, que provocam mal-estar generalizado e diminuem a qualidade de vida do indivíduo. Assim sendo, de forma geral os episódios de depressão duram cerca de vinte semanas, caracterizando-se por anedonia, choro e humor depressivo e irritável, lentificação dos processos psíquicos, desinteresse, dificuldade de concentração, perda de planejamento futuro, apatia ou agitação psicomotora, alucinações, afastamento, pensamentos de cunho negativo, dores de cabeça, alteração do juízo da realidade e obnubilação da consciência, entre outros. A frequência e gravidade dos sintomas da depressão variam de indivíduo para indivíduo e, em vista disso, forma-se um conjunto de sistemas físicos e emocionais. Existem sete principais tipos classificados de depressão, tais como depressão maior, crônica, atípica, pós-parto, distúrbio afetivo sazonal (DAS), tensão pré-menstrual (TPM) e pesar. A depressão maior se expressa por cinco sintomas identificados, tais como desanimo, desprazer pelas atividades diárias, perda de apetite e de peso, insônia ou sono excessivo, agitação ou languidez intensa, sentimento de culpa constante, fadiga, dirficuldade de concentração, ideias de morte ou suicídio, comprometendo as relações pessoais a atividades laborais. A distimia ou depressão crônica ocorre quando os sintomas são de forma leve e que permanecem por períodos longos de tempo, semelhantes aos que se encontram presentes na depressão maior, porém com menos intensidade, como tristeza, distúrbios de apetite, mania, comportamento sedentário ou agitação, desânimo, desesperança e pessimismo, podendo cometer suicídio de forma igual aos deprimidos graves. A depressão atípica se expressa por meio de comportamento como gula, enfado, sentimento forte de rejeição e excesso de sono. A depressão pós-parto é devida às alterações e perturbações hormonais e emocionais, com sensações de dores e desconforto nas costas, alterações na bacia, na coluna e no estado emocional, originarias de depressões de causas físicas. O distúrbio afetivo sazonal (DAS) se caracteriza por episódios de depressão anuais que ocorrem durante o outono ou inverno, desaparecendo nas estações seguintes, tendendo a apresentação de fase maníaca, incluindo sintomas de fadiga, ingestão excessiva de doces e descontrole do sono. A tensão pré-menstrual (TPM) é uma depressão de natureza acentuada pela tensão e irritabilidade antes da menstruação que ocorre em mulheres em idade fértil, tendo-se a necessidade de identificação de pelo menos cinco dos sintomas descritos nos casos da depressão maior. O pesar ou reação de luto tem identificação com a depressão por se tratar de uma resposta emocional que incluem fatores como desespero, choque, negação, alienação social, solidão e raiva por um período de três a seis meses e que, passando desse período afeta a saúde como predisposição depressiva. Os sintomas depressivos oriundo das perdas, pesares ou reações de luto, envolver tristeza diária, desprazer pelas atividades diárias, letargia, sentimentos de desesperança, desprezo pessoal, sentimento de culpa, podendo levar a pensamentos de suicídio. Pelo exposto, passa-se a abordar acerca da depressão ma infância, na adolescência, na vida adulta e na vida do idoso.
A DEPRESSÃO NA INFÂNCIA -  Os transtornos psicológicos da infância foram submetidos aos critérios de observação adotados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) categorizando a partir da identificação das alterações afetivas que ocorrem na primeira infância, de duas manifestações descritas, como sendo, em primeiro lugar, como a Reação de Abandono, ou de dor e aflição prolongadas, especificadas a partir de situações em que ocorrem a falta da figura materna ou de efetivo cuidador adequado, e, em segundo a Depressão da Infância Precoce. A Depressão da Infância Precoce se caracteriza através da manifestação sintomas durante um período de duas semanas de estado de ânimo irritadiço ou depressivo, diminuição de interesse e prazer, redução da capacidade de protesto, diminuição de repertório das iniciativas e interações sociais, perturbações da alimento e do sono, perda de peso. A depressão na infância ocorre dentro de um quadro sintomatológico identificado de forma atípica que esconde a enfermidade, mascarando-a com comportamentos que vão desde a hiperatividade, irritabilidade, rebeldia e agressividade, acompanhada geralmente de sintomas físicos. Esses sintomas genéricos que ocorrem nessa fase podem ser identificados dentro de uma constelação sintomática e definidos como clássicos, ou seja, mudanças no hábito alimentar e no sono, ansiedade, choro, tiques, medos, tristeza, pessimismo, desânimo, fadiga, aborrecimento, lentidão psicomotora, autodepreciação, desinteresse por atividades habitualmente interessantes, expectativas, acrescidos de dores caracterizadas como inespecíficas, a exemplo de tonturas, fraqueza, cólicas abdominais, náuseas, dores de cabeça e mal estar, entre outros sintomas, podendo chegar em casos graves à ideação suicida. Todavia, encontrou-se na literatura que a expressão clínica desse tipo de depressão é bastante variável. Na primeira infância as alterações oriundas de depressão são identificadas a partir da pouca comunicação e se confundindo com quietude e tranquilidade, podendo manifestar irritabilidade e hiperexcitabilidade, aversão a estranhos, dificuldade de apego, e no caso de bruscamente separado por enfermidade hospitalizadora ou abando, podem aparecer reações com manifestações de desespero e ira. Na fase que segue a separação da criança com o ente materno, detecta-se apatia e quase imobilidade em face da adoção de comportamento característico que envolve o temperamento da criança e as características maternas, pautado na indiferença ou desapego, relacionado com necessidades como de alimento, carinho, contato e calor. Nesse tocante, há que se observar que quanto mais sensível a criança se apresentar, maiores são os prejuízos futuros causados pelo abandono ou separação; se bem adaptadas à separação ou ao abandono, apresentarão condutas agressivas, irritáveis, destrutivas, violando regras aceitas, opondo-se à autoridade. No caso do abandono ou enlutamento, tem-se registrado na literatura a ocorrência de três fases que são caracterizadas pela busca ou protesto com desejo de recuperação do ente querido; desespero e desorganização pelo conflito entre o desejo e a frustração por não abdicar do vínculo; e recuperação e restituição, quando o conflito é solucionado pela construção de novo vínculo em outro patamar de relação. Na fase pré-verbal, a depressão na infância se manifesta por meio do rebaixamento do humor com alterações de comportamento e expressões mímicas, inquietações, choro frequente, recusa alimentar, retraimento social, apatia e alterações do sono. Na fase pré-escolar, a de depressão infantil se expressa por meio da somatização do transtorno afetivo, manifestando-se através de dores na área do abdômen, retardo no desenvolvimento físico, alterações no apetite, hiperatividade, irritabilidade, tristeza na fisionomia, medos específicos e falta de ganho de peso. No período entre 2-3 anos de idade até a idade escolar, a depressão se manifesta pelo quadro identificado na ansiedade de separação quando ocorre ainda forte aderência à figura dos genitores, geralmente a mãe, com sinais de regressão psicoemocional identificados pela encoprese, enurese e trejeitos pelos atrasos da linguagem. Na fase escolar a depressão se manifesta com a dificuldade de concentração, cansaço, alterações da memória, adinamia e astenia. Nessa fase, a socialização da criança com problemas depressivos torna-se comprometida pela evidência de comportamentos que vão desde o isolamento social e dificuldades de relação interpessoal acrescidos de sintomas de irritabilidade oriunda da alteração afetiva, apresentando, por consequência, um quadro de fobia escolar que pode levar a transtornos de conduta. Com o desenvolvimento da segunda infância que compreende dos seis aos doze anos de idade, o quadro depressivo apresentam sintomas psicóticos com o aparecimento de alucinações, ideias delirantes e prejuízo nas atividades escolares e sócio-familiares. Há registros na literatura de que as crianças estão sujeitas à patologia psiquiátrica denominada de doença bipolar, que ocorre depois dos 11 ou 12 anos de idade, havendo, inclusive, registro pré-púberes. Essa enfermidade possui uma componente genética oriunda dos parentes de primeiro grau, manifestando alterações e inconstâncias de humor que variam entre a depressão e a elação do humor mais conhecida como mania, além de hiperatividade, grandiosidade, comportamentos agressivos e desordeiros, fuga de ideias, manifestação de sentimentos megalômanos e de inferioridade. Há dificuldades de diagnóstico da doença nas crianças em razão da variação e duração dos episódios, bem como pela impossibilidade de transmissão pela linguagem verbal da criança pequena. Todos esses sintomas confirmam que a depressão infantil compromete a autoestima, a aprendizagem e o rendimento escolar, levando a criança a sinais de isolamento social e transtornos de conduta. Observa-se que a depressão infantil pode provocar alterações cognitivas relacionadas ao raciocínio, memória e atenção, interferindo no rendimento escolar e causando deteriorações nas relações familiares e sociais.
DEPRESSÃO NA ADOLESCÊNCIA – Tendo-se a exposição anterior de que o Transtorno Depressivo Infantil é identificado como um transtorno de humor que compromete o desenvolvimento da criança, interfere diretamente no processo de maturidade psicológica e social e, por consequência, o desenvolvimento da adolescência. Assim sendo, o Transtorno Depressivo Infantil compromete o desenvolvimento do adolescente interferindo no processo de maturidade psicológica e social, influenciando na qualidade de vida, no trabalho, na escola, no ajuste pessoal e no suicídio. A sua forma atípica de manifestação da depressão esconde a enfermidade sob a máscara da irritabilidade, agressividade, hiperatividade e rebeldia. Outros sintomas de depressão nessa fase são perda de interesse pelas atividades que habitualmente eram interessantes, manifestando-se como uma espécie de aborrecimento constante diante dos jogos, brincadeiras, esportes, sair com os amigos, além de apatia, adinamia e redução significativa da atividade, podendo haver tristeza, diminuição da atenção e da concentração, perda de confiança em si mesmo, sentimentos de inferioridade e baixa autoestima, ideias de culpa e inutilidade, tendência ao pessimismo, transtornos do sono e da alimentação e, dependendo da gravidade, ideação suicida. É comum nessa fase a depressão ser acompanha de sintomas físicos, tais como fadiga, perda de apetite, diminuição da atividade, queixas inespecíficas, tais como cefaléias, lombalgia, dor nas pernas, náuseas, vômitos, cólicas intestinais, vista escura, tonturas, entre outros. A depressão pode ainda causar deterioração nas relações com os demais, familiares e colegas, perda de interesse por pessoas e isolamento. As alterações cognitivas da Depressão infantil, principalmente relacionadas à atenção, raciocínio e memória interferem sobremaneira no rendimento escolar do adolescente. Os sintomas mais frequentes da Depressão na Infância e Adolescência costumam ser manifestações de insônia, choro, baixa concentração, fadiga, irritabilidade, rebeldia, tiques, medos lentidão psicomotora, anorexia, problemas de memória, desesperança, ideações e tentativas de suicídio. A tristeza pode ou não estar presente. A identificação dos distúrbios psicológicos que ocorrem na adolescência possuem dificuldades substanciais em razão da necessidade do estabelecimento das linhas divisórias entre o que é comportamento normal ou patológico, face os distúrbios específicos dessa fase, bem como pela diferenciação existente em função do sexo. Detecta-se, portanto, quatro problemas principais que envolvem esse período, quais sejam: depressão, dependência de drogas e alcoolismo, anorexia nervosa e tentativa de suicídio. Nesse caso, depressão, anorexia e suicídios entre o grupo feminino, e abuso de drogas e álcool, entre os do sexo masculino. Há que se considerar que a adolescência é uma fase que se inicia por volta dos dez anos de idade até os dezenove anos de idade, período esse em que ocorrem as mais diversas mudanças de natureza física, psicológica e comportamental. Essa etapa se caracteriza pela transição e procede do desenvolvimento da função reprodutiva na determinação do indivíduo e na formação de sua personalidade, papeis sociais e identidade sexual, bem como das transformações biológicas e psíquicas influenciadas pela cultura e pela sociedade. Identificam-se transtornos psíquicos que ocorrem nessa etapa da vida humana, como o isolamento, prejuízo de relacionamento social e escolar, retraimento e falta de comunicação, ruptura brusca no desenvolvimento normal e surgimento de depressão, ansiedade, transtornos de comportamento e de aprendizagem, autismo, esquizofrenia, entre outros. A depressão na adolescência tem sido considerada como comum, debilitante e recorrente, envolvendo um alto grau de morbidade e mortalidade e representando um sério problema de saúde pública por sua recorrência e cronicidade, apresentando natureza duradoura e pervasiva que afeta múltiplas funções, causando danos psicossociais significativos. É nessa fase em que podem também aparecer os quadros de Distimia e de Transtorno Afetivo Bipolar e o reconhecimento do estado depressivo terá profundos efeitos na evolução da doença. O transtorno depressivo durante a adolescência traz a apresentação de comportamentos instáveis, irritáveis, tristes, ocorrências de crises, frequência de raiva e explosão, apatia, hipersônia, vulnerabilidade, vazio, tédio, alterações de peso e apetite, dificuldade de concentração e isolamento, baixa autoestima, prejuízo no rendimento escolar, queixas físicas, uso abusivo de drogas e álcool, graves problemas comportamentais que podem levar à tentativa de suicídio. Além desses, deve-se levar em consideração alguns outros fatores como conflito familiar, problemas escolares, orientação sexual apresentando dúvidas, presença de descomorbidades com doenças crônicas, baixa condição socioeconômica, poucas habilidades sociais e falta de suporte familiar. A relação da depressão com o suicídio na adolescência tem significativa importância pela apresentação de problemas de natureza psiquiátrica que identifica a depressão como o mais importante dos problemas, em face dos problemas de câncer, alterações emocionais e de doenças cardiovasculares que acometem um substancial contingente de adolescentes. É que os atos suicidas estão geralmente associados à crise aguda de depressão. Essas crises são oriundas de fatos aparentemente desimportantes, tais como nota baixa na escola, perda de namoro ou crítica pejorativa cometidas por adultos, proporcionando, inclusive, que o paciente depressivo cometa o ato suicida.
A DEPRESSÃO NO ADULTO - Na fase adulta a depressão é uma doença que assume características que envolvem todo corpo a partir de distúrbios do humor, comportamentos que são levados por pensamentos negativistas ou trágicos que causam danos à saúde. Há que se considerar que as influências do histórico familiar depressivo podem contribuir para aparecimento ou predisposições desse transtorno, com apresentação de desequilíbrio que incidem diretamente na regulação do humor, oriundos de baixa autoestima, tristeza persistente, sentimento de culpa, ansiedade, sensação de vazio, desamparo e inutilidade, alteração severa do apetite, insônia terminal, desânimo e sensação de fadiga, inquietação e irritabilidade, dificuldade de concentração e de tomada de decisões, perda de memória, pessimismos e sentimentos de desesperança, ideias ou tentativas de suicídio, perda de interesse por atividades que antes despertavam prazer, letargia, desprazer sexual, inexistência de satisfação no lazer, entre outras dores crônicas. Pelo visto, observa-se que a depressão entre adultos envolve sintomas físicos e emocionais, refletindo-se na propensão de morrer de acidentes ou de suicídio e por excesso de melancia, neurose histeria, sucumbir em momentos negativos como de desemprego, divórcio, morte de alguém próximo, como também momentos positivos como o nascimento de um filho. Um outro tipo de depressão na fase adulta é a depressão pós-parto em que os sintomas podem incluir um afastamento do bebê, sintoma de não querer saber dele e de incapacidade de tomar conta dele ou de cuidar dele, um pânico exagerado acerca do que possa acontecer ao ao neném e outros sintomas. Encontrou-se na literatura que, atualmente, os transtornos depressivos em adultos são pouco diagnosticados, havendo casos em que grande parte desses transtornos não recebem a atenção e tratamento adequados.
A DEPRESSÃO NO IDOSO - A depressão na velhice ocorre pelas perdas sucessivas e variações físicas, sofrimento moral, tristeza persistente, profunda e duradoura diante de fato adverso, acompanhada de desânimo, desinteresse pela vida diária, apatia, falta de apetite, ideias de culpa, fadiga e impossibilidade de desfrutar dos prazeres da vida. O diagnóstico da depressão na pessoa idosa costuma ser bastante difícil, tendo em vista as dificuldades encontradas pelos preconceitos com relação às doenças mentais e à velhice, afora o agravante da dificuldade de reeducação, tratamento prolongado, a aposentadoria representando uma perda de prestigio, poder e laço social, e ocasionando uma ferida narcísica grave com ruptura do desejo pelo envolvimento de aspectos puramente negativos, dificuldade de abandono, trabalho de luto, exclusão social e, principalmente, pelo acúmulo intenso de perdas. A pessoa idosa com depressão é acometida de desânimo profundamente penoso, cessação de interesse pelo mundo externo, perda da capacidade de amar, inibição de toda a produtividade, baixa estima e degradação que culminam numa expectativa delirante de punição. Afora isso, os idosos estão sujeitos a ataques de pânico e ansiedade.
TRATAMENTO DA DEPRESSÃO - O primeiro passo para o tratamento da depressão em qualquer fase da vida humana é a procura de um profissional médico para realização de exame adequado, conduzindo-se para uma avaliação diagnóstica e encaminhamento para profissional de psiquiatria. Em vista disso, o diagnostico precoce continua a ser principal forma de prevenção de futuras complicações e o tratamento dos sintomas físicos que podem levar à remissão da doença. O adequado tratamento será dependente do diagnóstico recolhido do paciente e da gravidade dos sintomas. Esses tratamentos incluem medicamentos, psicoterapias e outras formas que se constatam eficazes para depressão, havendo, dependendo do caso, uma combinação desses tipos de tratamentos na busca do melhor resultado. O tratamento da depressão ministrado por meio de terapêutica farmacológica consiste na prescrição de medicamentos estabilizadores de humor, evitando-se situações de instabilidade, equilibrando a química cerebral e, por conseguinte, reintegrando o individuo à qualidade de vida. Complementares neste tratamento, o médico pode fazer uso de produtos naturopatas ou homeopatias, ou outras técnicas isentas de contraindicações. Além destas, ainda existem outras técnicas como a osteopatia craniana e a quiroprática que trabalham o sistema sacro craniano e o corpo, tornando-se eficazes para as depressões que têm origem ou uma forte componente física. Há ainda a terapia electroconvulsiva e a psicocirurgia que são outros métodos usados no tratamento da depressão, notadamente nos casos muito graves. O tratamento psicoterápico envolve aspectos cognitivos e comportamentais por meio de um planejamento de ação para aliviar o transtorno, auxiliando no processo de reorganização psíquica do paciente. Nesse aspecto são trabalhados componentes emocionais que requerem um determinado espaço de tempo de intervenção psicológica. No que concerne ao tratamento nas diversas fases da vida humana, encontrou-se que a ampliação da constelação sintomática atribuída à depressão infantil tem contribuído, sobremaneira, para a elaboração do diagnóstico e, por causa disso, cada vez mais os distúrbios do comportamento da criança estão sendo relacionados a uma maneira depressiva de viver. A expressão clínica da depressão na infância é bastante variável. Contudo, requer uma redobrada atenção nessa fase da vida, tendo em vista que a depressão influenciará na qualidade de vida, no trabalho, na escola, no ajuste pessoal e no suicídio. Entre adolescentes, adultos e idosos, o tratamento é fundamental para o regresso a uma vida equilibrada, utilizando-se por recurso a medicamentos, os antidepressivos, e a psicoterapia, isolados ou combinados. Envolve igualmente um esforço individual no sentido de alterar o estilo de vida, erradicando os fatores que possam fomentar a depressão. É conveniente mencionar que, conforme a literatura revisada, após a recuperação é comum a permanência de grau de prejuízo psicossocial, notadamente aquelas identificadas por dificuldades interpessoais crônicas e problemas de conduta. Nesse caso, o apoio familiar é de fundamental importância, bem como do apoio psicoeducativo ajudando a família a lidar com os diversos tipos de depressão.
CONCLUSÃO - A depressão é uma doença psiquiátrica que possui uma diversidade de sintomas em sua manifestação, sendo associada ao humor e afetando sentimentos, comportamentos, pensamentos, atitudes e a saúde física. O seu surgimento pode ocorrer em qualquer fase da vida e independente da idade, raça, classe social ou profissional. Encontrou-se, assim, que os sentimentos depressivos são desencadeados por momentos específicos, bem como oriundos de outros fatores como a hereditariedade, doenças, dependência de drogas e alcoolismo. Resulta, portanto, de um desequilíbrio químico cerebral que envolve os neurotransmissores anoradrenalina e serotonina que regulam o humor. O seu diagnóstico é recolhido a partir de análise clinica do doente, considerando a sintomatologia e critérios preestabelecidos. Assim sendo, a depressão é considerada como a principal doença psiquiátrica que afeta inúmeras pessoas e a sua morbidade se reflete e influi na qualidade de vida, nas dificuldades na escola, no trabalho, no ajuste pessoal e no suicídio. Observou-se com o estudo realizado que ainda hoje é desconhecida a causa da depressão. O que se tem por consenso acerca dessa enfermidade é que se trata de um desequilíbrio bioquímico dos neurônios que são responsáveis pelo controle do estado de humor. Em vista disso, entende-se que a origem da depressão encontra embasamento nos agravantes decorrentes das disfunções físicas e do sistema sacro craniano que é um sistema fisiológico em que se dá o funcionamento e desenvolvimento do sistema nervoso central. Essas disfunções, por sua vez, produzem variadas patologias. Atribui-se de forma geral como causa da depressão questões emocionais, físicas, desarranjos hormonais, carências nutricionais, entre outras. As causas físicas são oriundas das disfunções do corpo ou do sistema sacro craniano. Assim sendo, é uma enfermidade que resulta de uma interligação de fatores de ordem genética, bioquímica e psicológica, podendo ser hereditária, oriunda do estresse ou provocada por abuso de álcool, drogas e medicamentos. Independentemente da causa, o importante é que a pessoa reconheça a doença e procure ajuda profissional. É que, se não for tratada o mais precocemente possível, uma depressão pode prolongar-se por muito tempo e até tornar-se recorrente. Verificou-se que os dados de prevalência do Transtorno Depressivo na Infância e Adolescência não são unânimes entre os pesquisadores, em razão da diversidade dos locais onde os estudos são realizados e das populações observadas, possuindo vários índices de prevalência que têm sido estabelecidos para a depressão na infância. Quando as alterações provocadas pela depressão não são graves o suficiente para serem considerados Episódios Depressivos, passam a ser entendidas por Disforias que possuem benignidade evolutiva. Há que se enfatizar que entre os adolescentes, os transtornos depressivos assumem vital importância por se tratar de um dos maiores problemas de saúde pública e pela sujeição dos casos a um desfecho com suicídio, acrescentando-se as dificuldades da sintomatologia por apresentação de patoplastia própria com características clínicas específicas, alto índice de comorbidades, contribuindo para a necessidade de atenção redobrada para uma melhor compreensão e tratamento desta patologia. Assim sendo, em caso de detectar os distúrbios depressivos no adolescente, faz-se necessário o encaminhamento profissional e apoio familiar. A exemplo da adolescência, a vida adulta e idosa sujeita à depressão possui a necessidade da mesma atenção, tendo em vista a possibilidade de casos graves que levem, inclusive, ao suicídio que, por sua vez, obtém posicionamento de destaque entre os indivíduos depressivos tendo em vista o individuo tornar-se incapaz de lidar ou de lutar pela vida, afastando-se de tudo e de todos, tornando-se o risco último da depressão. Por conclusão, apreendeu-se a importância de se tomar conhecimento acerca da enfermidade depressiva, contribuindo substancialmente para a formação profissional e maior compreensão do enfrentamento desse transtorno.
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TATARITARITATÁ – EDIÇÃO DE 22/08/2009 – Radio Difusora de Alagoas Bloco 1 Sonia Mello: Aurora/Minha Voz (Luiz Alberto Machado) Editorial: Dia do Folclore
Fecamepa: O Brasil deve mesmo ser levado a sério? Naná Vasconcelos: Futebol Sebastião Dias e Zé Cardoso: martelo agalopado A falta de Justiça Brincarte: Nitolino no reino encantado de todas as coisas, entrevista com a coordenadora do Colégio da Imaculada Conceição, Aurea Correia. Entrevista: Socorro Cunha Criança (Luiz Alberto Machado) Para download e curtir clique aqui. Bloco 2 Música: entrevista com Mácleim Todo dia é dia da mulher: DJ Zen & Clara Redig Clara Redig: Embarcação (Francis Hime – Chico Buarque) Aniversariante: Marcia Vilela Programa dedicado à memória do Mestre Pagode. Para download e curtir clique aqui.  
TATARITARITATÁ – EDIÇÃO DE 29/08/2009 – Radio Difusora de Alagoas Bloco 1 Crença (Luiz Alberto Machado) Editorial Fecamepa: Guiando pelos catombos Duofel: Calipso nervoso Brincarte: entrevista com Simone Cavalcanti Para download e curtir clique aqui.Bloco 2 Música: entrevista com Ibys Maceioh Centro de Dança Ary Buarque – entrevista com Ary Buarque Todo dia é dia de mulher: Ivalda Silvestre e Carmen Queiroz Carmen Queiroz: Teimosia (Ibys Maceioh – Mamede) Convergências: Tchello d´Barros Aniversariante: Edu Lobo Programa dedicado à memória do poeta, compositor e jornalista amazonense Anibal Beça Para download e curtir clique aqui.
TATARITARITATÁ – EDIÇÃO DE 05/09/2009 – Radio Difusora de Alagoas Bloco 1 Cikó Macedo: Santa Folia (Cikó Macedo – Luiz Alberto Machado) Editorial Fecamepa da Independência Ivan Lins: Meu país (Ivan Lins & Vitor Martins) Brincarte: Toinho Alves & a opereta infantil O Rei e o Jardineiro Para download e curtir clique aqui.Bloco 2 A música de Tavynho Bonfá Todo dia é dia da mulher: Arlene Miranda & Amelinha Amelinha: Céu de Balão (Xico Bizerra – Luciano Nunes) Secult: ação educativo em museus Aniversariantes: Marco Antonio Pais e Marcelo Adnet Programa dedicado a Cikó Macedo Para download e curtir clique aqui.
TATARITARITATÁ – EDIÇÃO DE 12/09/2009 – Radio Difusora de Alagoas Bloco 1 Félix Porfírio: Perdi a noção de ser feçiz (Félix Porfírio – Luiz Alberto Machado Editorial Fecamepa: Doro, o próximo presidente do Brasil!!! Antonio Nógrega: Truléu da Marieta (Dominio Público) Guia de Poesia: Guimarães Passos – Soneto LXI Brincarte: Anedota do Mindinho (Luiz Alberto Machado) Para download e curtir clique aqui. Bloco 2
Artur Passos: O trem da minha vida A música instrumental de Toni Augusto: 7 para as 4 Sóstenes Lima: Noites de Bar Todo dia é dia da mulher: poeta Valderez de Barros e a cantora Bia Marinho Bia Marinho: Passarim João (Xico Bizerra) Osman & Samba de Ladeira Metamorfose: exposição de Rosivaldo Reis VII Mostra Alagoana de Dança IV Bienal Internacional do Livro de Alagoas Aniversariantes: Geraldo Vandré, Tania Alves, Malu Mader e Dia da Seresta. Programa dedicado à memória do cantor, compositor, forrozeiro e sanfoneiro pernambucano: Félix Porfirio Para download e curtir clique aqui.
TATARITARITATÁ – EDIÇÃO DE 19/09/2009 – Radio Difusora de Alagoas Bloco 1 Santanna, o Cantador: Nunca chore por mim (Santanna, o Cantador – Luiz Alberto Machado) Editorial: O Fabo Pedro Bandeira & Zé da Viola: Cada criatura tem história para contar Guia de Poesia: Ledo Ivo – Os pobres na estação rodoviária Brincarte: O macaquinho – Bia Bedran Para download e curtir clique aqui. Bloco 2 Destaque: Paulo Freire (trecho do documentário de Toni Ventura – 2007) Crença (Luiz Alberto Machado) A música instrumental de Hermeto Pascoal: Montreaux Todo dia é dia da mulher: a médica reumatologista, critica literária e fotógrafa alagoana Cidinha Madeiro e a cantora, atriz, instrumentista, diretora e produtora musical pernambucana Lucinha Guerra. Lucinha Guerra: Biu de Epitácio (Romero Andrade) Chau do Pife Guitarrista Pica-Pau Cumbuca Aniversariantes: o músico e compositor Cesar Camargo Mariano, a atriz Bia Seidl e o escritor José Louzeiro. Dia do Computador Homenagens: à memória dos escritores Italo Calvino & Antonio Olinto. Programa dedicado: ao cantor e compositor pernambucano Santanna, o Cantador. Para download e curtir clique aqui.  
TATARITARITATÁ – EDIÇÃO DE 26/09/2009 – Radio Difusora de Alagoas Bloco 1 Mazinho & Zé Linaldo: Entrega (Mazinho – Luiz Alberto Machado. Editorial: O 509 anos de Fecamepa Gal Costa: Aquarela do Brasil (Ary Barroso) Guia de Poesia: Alceu Valença: Oropa, França e Bahia (Ascenso Ferreira) Ascenso Ferreira: Bumba-meu-boi (Ascenso Ferreira & Sebastião Lopes) Brincarte: Declaração dos Direitos da Criança Criança (Luiz Alberto Machado) Para download e curtir clique aqui. Bloco 2 Banden Powell: Samba do avião (Tom Jobim) Luiz Gonzaga: Karolina com K (Luiz Gonzaga) Todo dia é dia da mulher: à líder comunitária alagoana Vania Teixeira e à rainha do xaxado Marinês Marinês: Pé-de-Saudade (Xico Bizerra e Adalberto Cavalcanti) Exposição fotográfica Olhares Revelados – Os Ciosos da Fotografia Luciano José & V(e)ia Poética Aniversariantes: o escritor Luis Fernando Veríssimo, o ator Claudio Marzo e a cantora Gal Costa. Homenagens: à memória do poeta e dramaturgo inglês, T. S. Eliot, ao filósofo alemão Martin Heidegger e ao compositor norte-americano George Gershwin Programa dedicado: ao cantor e compositor pernambucano Mazinho. Para download e curtir clique aqui.
Para ouvir ao vivo o programa on line todos os sábados, a partir das 9 horas da manhã, é só acessar ou clicar: http://www.izp.com.br/difusoraVeja mais Luiz Alberto Machado no DOMINGÃO DO FAUSTÃO.

CANTARAU: VAMOS APRUMAR A CONVERSA
Recital Musical Tataritaritatá
Veja aqui.


RILKE, HUYSSEN, MARIA IGNEZ MARIZ, ANTÔNIO PEREIRA, LUCIAH LOPEZ & ARTE NA PRAÇA

PRIMEIRO ENCONTRO: MEU OLHAR, SEU SORRISO – Imagem: arte da poeta, artista visual & blogueira Luciah Lopez . - Da tarde a vida fez-se ...