quinta-feira, março 07, 2013

FREUD, ALAN WATTS, FROMM, ROLAND GORI & GIANNETTI




ROLAND GORI – O psicologo e psicanalista Roland Gori, é doutor pela Sorbonne, professor de Psicopatologia Clínica da Université d’Aix-Marseille 1, diretor do Centre Inter-Régional de Recherches en Psychopathologie Clinique, diretor de publicação da revista Cliniques méditerranéennes. Psychanalyse et psychopathologie freudiennes, presidente do Groupe Méditerranéene d’Etudes Freudiennes, autor de numerosos artigos publicados na França, Itália, Alemanha, Espanha, Portugal e Brasil e dos livros Le corps et le signe dans l’acte de parole (Paris: Dunod, 1978) e A prova pela fala. Sobre a causalidade em psicanálise (São Paulo: Escuta, 1998). Este livro é uma tradução de Mirian Giannella e é dividido em 9 partes, a primeira trazendo a palavra na ponta da língua onde aborda a questão da estrutura paradoxal da situação analítica, o ato da fala e a transferencia, e o conceito freudiano de pensamentos de transferência. Na segunda parte trata dos pensamentos de transferência e a transferência do pensamento, tratando também de que a história se repete, desnudar e tornar visível o feminino. Na terceira parte traz os discípulos sugestionados, com a confusão das línguas, o analítico e o político, os desvios, a formação do psicanalista a formação do inconsciente. Na quarta parta o acting out de fala e a escrita das paixões, a fala, a paixão e a leitura dos significantes. Na quinta parte, vem a ética, epistemologia, ciência, má-fé dos experts cientistas. Na sexta parte, a decisão do nome, mata-se um pai e Moisés. Na sétima partes, palavras, receptáculos da memória, onde aparece que a lembrança não é memória, sobre os traços do esquecimento e a quem pertence a potencialidade da construção. Na oitava parte, a paixão da causalidade, uma fala em causa, a causa e acusação, etimologia, a recusa da fala e a complacência. Na nona parte traz a deposição da fala, o conhecimento tradicional, a jurisdição popperiana da racionalidade cientifica, o realismo, a inscrição corporal do espírito e a prova pela fala. Por fim, voz off, bibliografia, índice dos autores citados e índice temático.



FONTE:
GORI, Roland. A prova pela fala: sobre a causalidade em psicanálise. São Paulo: Escuta, 1998.




OS FILMES QUE EU VI COM FREUD – O médico e neurologista austríaco Sigmundo Freud (1856-1939), foi o fundador da psicanálise. Seu trabalho com Jean Charcot, dedicado ao tratamento da histeria mediante a hipnose, dirigiu definitivamente seus interesses para o estudo científico dos distúrbios mentais. Ele dedicou seus esforços para explicar as doenças mentais de forma psicológica e não fisiológico campo que denominaria "psicanálise". A publicação da obra Estudos sobre a histeria (1893) marcou o começo desta teoria, formulada a partir de observações clínicas: os sintomas eram considerados como manifestações de energia emocional não descarregada, associada a traumas psíquicos esquecidos. Pouco tempo depois, aplicou o método de "associação livre", idôneo para compreender os processos mentais inconscientes. Utilizando estas associações para interpretar os sonhos, formulou suas teorias sobre a sexualidade infantil, afirmativas que foram muito controvertidas. Desenvolveu a teoria da transferência, processo pelo qual as atitudes emocionais, estabelecidas durante a infância pela figura dos pais, são transferidas na vida adulta para outros personagens. O final deste período foi marcado pela obra A interpretação dos sonhos (1900), na qual expõe todos os conceitos fundamentais das teorias e técnicas psicanalíticas. Até 1906, Freud contava com um reduzido número de alunos e seguidores como Alfred Adler, Otto Rank, Abraham Brill, Eugen Bleuler e Carl Jung. Foi com a criação da Psicanálise, nome que se dá a um método específico para investigar os processos mentais inconscientes e a um enfoque da psicoterapia, que ele propôs referenciar seus estudos à estruturação sistemática da teoria psicanalítica, baseada na relação entre os processos mentais conscientes e inconscientes. A teoria e as técnicas da psicanálise foram desenvolvidas por Sigmund Freud em seus trabalhos sobre a estrutura e o funcionamento da mente humana que tiveram um grande alcance, tanto no âmbito científico como no da prática clínica. O primeiro legado de Freud foi o descobrimento da existência de processos psíquicos inconscientes que seguem leis próprias, diferentes das que governam a experiência consciente: as leis da lógica, básicas no pensamento consciente, deixam de exercer seu domínio no inconsciente. Compreender como funcionam os processos mentais inconscientes possibilitou o estudo de fenômenos psíquicos de origem desconhecida, como os sonhos. Outro legado crucial da teoria freudiana foi a descrição da função que têm os impulsos básicos na vida, que, segundo ele, os conflitos inconscientes envolvem desejos e impulsos, oriundos das primeiras etapas do desenvolvimento. Quando os conflitos inconscientes são desvendados para o paciente mediante a psicanálise, sua mente adulta pode encontrar soluções inacessíveis à mente imatura de quando era criança. Segundo Freud, a sexualidade adulta é o resultado de um complexo processo de desenvolvimento que começa na infância, passa por uma série de etapas ligadas a diferentes funções e áreas corporais. Nesse desenvolvimento, é essencial o período edipiano, que transcorre entre os 4 e 6 anos de idade, momento em que a criança é capaz de estabelecer um vínculo afetivo com a mãe, semelhante à relação de um adulto com seu par, e considera o seu pai como rival (complexo de Édipo). A idade em que a criança supera esta etapa será decisiva em sua vida posterior, especialmente em suas relações afetivas. Para classificar o grande número de observações trazidas à luz pela exploração psicanalítica, Freud desenvolveu um modelo de estrutura do sistema psíquico, dividindo-o em três instâncias: o id, o ego e o superego. Observa-se, portanto, que em virtude da Psicanálise dar ênfase à sexualidade humana, ele enfrentou preconceitos por parte da burguesia de Viena, que considerava seus conceitos como sendo impróprios e ofensivos para a época. Mesmo com todos os obstáculos, Freud ousou e sugeriu que o homem é um ser repleto de conflitos entre forças antagônicas (pulsões e cultura repressora). Era uma época de enfrentamentos com ideologia, política, poder, entre outros, além do fato de que a Psicologia era contestada por cientistas, pesquisadores, filósofos e outros estudiosos. Já no livro “Os filmes que eu vi com Freud”, do médico psiquiatra Waldemar Zusman apresenta o livro sob o argumento de que “(...) Freud, que era apaixonado da literatura, jamais deixou de se socorrer das grandes obras do romance e do teatro (...) Uma observação mais atenta permitirá também estabelecer certas conexões entre os mitos que instrumentam a cultura de uma época e o êxito de certas películas, nas quais algumas tragédias modernas ganham maior transparência”. Com isso, o autor do livro efetua uma abordagem analítica acerca dos filmes O piano, Proposta indecente, Nove e meia semanas de amor, O bebê de Rosemary, Tomates verdes fritos, Perfume de Mulher, A rosa púrpura do Cairo, A guerra dos Roses e Feitiço do Tempo. Veja mais aqui, aqui e aqui.

FONTES:
FREUD, Sigmund. Cinco lições de psicanálise. A história do movimento psicanalítico. O fututo de uma ilusão. O mal-estar na civilização. Esboço de psicanálise. São Paulo: Abril Cultural, 1978.
KAHALE, E. M. P. (Org). A diversidade da Psicologia uma Construção Teórica. São Paulo: Cortez 2002
ZUSMAN, Waldemar. Os filmes que eu vi com Freud. Rio de Janeiro: Imago, 1994.




O HOMEM, A MULHER E A NATUREZA – O filosofo e escritor inglês Alan Wilson Watts (1915-1973), escreveu mais de vinte e cinco livros e numerosos artigos sobre assuntos como a identidade pessoal, a verdadeira natureza da realidade, maior consciência, sentido da vida, conceitos e imagens de Deus e à prossecução da felicidade, relativos à sua experiência e conhecimento científico para os ensinamentos de Leste e do Ocidente religiões ou filosofias, como o zen budismo, taoísmo e o cristianismo. Entre os seus livros, está “O homem, a mulher e a natureza”, traduzido por Celso Meyer, abordando questões como o homem e natureza sob a ótica do urbanismo, paganismo, ciência, a arte do sentimento, o mundo como êxtase e o mundo sem sentido, além de tratar o homem e a mulher sob o prisma da espiritualidade, sexualidade, amor sagrado e profano e consumação. Veja mais aqui e aqui.

FONTE:
WATTS, Alan. O homem, a mulher e natureza. São Paulo: Record, 1958.




O psicanalista alemão Erich Fromm (1900 – 1980), é o autor do livro “O espírito de liberdade: interpretação radical do Velho Testamento e de sua tradição”, traduzido por Walternsin Dutra, abordando questões como conceito de Deus, do homem, da história, do pecado e arrependimento, o caminho Halakhah, os salmos, o salmo XXI e a paixão, dentre outros temas.


O controvertido e polêmico psicólogo, professor, psicanalista e escritor alemão Erich Fromm (1900-1980), estudou sociologia doutorando-se em filosofia pela Universidade de Heidelberg, em 1922. Produziu uma extensa obra nas áreas de psicologia, sociologia, filosofia e religião, defendendo que a personalidade de um indivíduo era o resultado de fatores culturais e biológicos, fato que o levou a se confrontar com Freud porque este privilegiava sobretudo os aspectos inconscientes do psiquismo. Fromm integrou os aspectos socio-económicos na explicação das neuroses e estabeleceu um relacionamento entre o marxismo e a psicanálise, tornando sua obra num enorme protesto contra as diversas formas de totalitarismo e alienação social. Teoricamente a sua obra apresenta três grandes divisões. A primeira é a analise da natureza humana e da condição humana. A segunda é a explicação histórica de como a sociedade moderna tornou-se efêmera, juntamente com seu diagnostico da própria enfermidade. A terceira é acura proposta na qual ele transmite sua visão da vida boa e esboça uma constituição para a sociedade boa. O tema principal dos trabalhos de Fromm é o de que o homem se sente só e isolado porque se separou da natureza e dos outros homens. Essa condição de isolamento não se encontra nas espécies animais. É uma situação caracteristicamente humana. A criança liberta-se dos laços primários com seus pais, mas passa a sentir-se isolada e desprotegida. O homem pode ligar-se aos outros, no espírito de amor e de cooperação, o homem usa sua liberdade para construir uma sociedade melhor, ou pode obter segurança submetendo-se á autoridade e conformando-se à sociedade, ele cai em uma nova servidão. Para Fromm, toda forma de sociedade, feudalismo, capitalismo, fascismo, socialismo ou comunismo representa uma tentativa de solucionar a contradição básica de homem. Tal contradição reside no fato do homem ser, parte da natureza e separado dela, ser animal e humano. As necessidades que originam as condições de existência humana são cinco: necessidade de relacionamento, de transcendência, de segurança, de identidade e de orientação. A necessidade de relacionamento é originária do fato de que, ao tornar-se homem, o ser humano rompe suas ligações animais primarias com a natureza, porém o homem com sua capacidade de raciocinar e imaginar e imaginar, perdeu sua interdependência com a natureza. Em lugar das ligações instintivas com a natureza o homem criou suas próprias relações, sendo as mais satisfatórias as que se baseiam no amor produtivo, que implica cuidado mútuo, responsabilidades, respeito e compreensão. A necessidade de transcendência referencia a necessidade humana de superar sua natureza animal, de tornar-se uma pessoa criadora. A necessidade de segurança diz respeito do seu desejo de ser parte integrante do mundo e de ter certeza quanto pertence a alguma coisa, a algum grupo. A necessidade de identidade trata do fato que o homem deseja ter identidade, individualidade ser original como individuo, quando não consegue atingir esse ideal, procura fazê-lo pela identificação com outra pessoa ou grupo. A necessidade de orientação se dá quanto o homem necessita de um quadro de referência para pautar sua conduta, para ter um modo consciente e estável de perceber, e compreender o mundo e si mesmo. É a necessidade de ser igual. Para Fromm as necessidades são puramente humanas e objetivas, não são encontradas nos animais e não são deduzidas daquilo que os homens dizem que querem. Também não são criadas pela sociedade. Fromm identificou e descreveu cinco tipos de caráter social existentes na sociedade atual: o receptivo, o explorador, o acumulador, o comerciante e o produtivo. Apenas o ultimo é considerado saudável, além de expressar o que Marx chamou de “atividade livre consciente”. Qualquer individuo é constituído da mistura desses cinco tipos ou orientações com relação ao mundo, embora uma ou duas dessas orientações possam assumir um lugar de destaque em relação às outras. Em 1964 Fromm descreveu um sexto par de tipos: o necrófilo, que é atraído pela morte e o biófilo, que ama a vida. Porém observa que embora pareça haver um paralelo entre essa formulação e a de Freud sobre os instintos de vida e morte, este paralelo não existe. A teoria da formação do caráter, de Fromm, é um instrumento excelente de descrição e análise. Uma das grandes preocupações de Fromm é o problema das relações do homem com a sociedade. Ele acredita que o homem possui uma natureza essencial e inata; que a sociedade é criada pelo homem para tornar possível a concretização dessa natureza; até agora nenhuma forma de sociedade consegui satisfazer as necessidades básicas da existência humana. Acredita que é possível criar uma sociedade em que o homem ama o seu semelhante a ela prende por laços de fraternidade e solidariedade, uma sociedade que lhe proporciona a possibilidade de transcender a natureza, pela criação e não pela destruição; em que cada um toma consciência de si mesmo, pelo exercício dos seus poderes pessoais e não pela conformidade; em que existe um sistema de orientação e devoção, sem que o homem precise distorcer a realidade e adorar ídolos. Sugere um nome para essa sociedade perfeita: Socialismo Comunitário Humanista, onde cada um teria a oportunidade de tornar-se homem, não haveria lugar para a solidão, para os sentimentos de isolamento, ou para o desespero, encontrando assim um novo lar apropriado à “situação humana”.
No seu livro “Análise do homem”, Erich Fromm trata do problema da ética humanista, da natureza e caráter do homem, da personalidade, dos problemas dessa ética diante do prazer, felicidade, egoísmo, fé e julgamento de caráter, além do problema moral de hoje com relação à ética absoluta, relativa, universal e socialmente imanente.
Erich Fromm foi considerado culturalista porque defendia a que os aspectos culturais, sociais e políticos são determinantes das possibilidades de realização humana, e, portanto de estruturação da personalidade. Veja mais aqui e aqui.

FONTES:
FROMM, Erich. Análise do homem. Rio de Janeiro: Zahar, 1978.
SCHAAR, Jihn H. O mundo de Erich Fromm. Rio de Janeiro: Zahar, 1961.
FROMM,Erich. O espírito da liberdade: interpretação radical do Velho Testamento e de sua tradição. Rio de Janeiro: Zahar, 1970.




EDUARDO GIANETTI: FELICIDADE

O livro “Felicidade: diálogos sobre o bem-estar na civilização” do sociólogo, economista, professor e escritor mineiro Eduardo Gianetti, PhD pela Universidade de Cambridge, é um livro que relata encontros criados pelo autor que abordam questões como a bifurcação pós-iluminista, os indicadores objetivos e subjetivos de bem-estar, a domesticação do animal humano e a pílula da felicidade instantânea. A respeito do livro, o professor de Economia e diretor da FAAP, Luiz Alberto Machado comenta a obra assinalando que: “ (...) Giannetti extrapola os rígidos e por vezes estreitos limites da análise econômica tradicional, que se repete monotonamente nas páginas dos jornais e das revistas, nas entrevistas no rádio e na televisão, e até mesmo nos sites especializados na Internet, e que habitualmente usam e abusam do “economês” – um jargão fechado, desconhecido para a maioria, e de uma infinidade de dados estatísticos e gráficos que, no mais das vezes, só servem para confundir ainda mais o pobre leitor ou ouvinte. E por que Eduardo Giannetti se diferencia tanto? Em parte, por sua própria formação. Além de economista, ele se graduou também em ciências sociais, possuindo diversificada formação cultural, solidificada ao longo de uma vida caracterizada, entre outras coisas, por uma enorme paixão pelas artes de uma forma geral, e pela leitura em particular. Não é por outra razão que, em Felicidade, assim como em outros de seus livros, ele passeia por campos do conhecimento tão distintos como biologia, sociologia, filosofia, ética, religião, neurofisiologia e política – além, é claro, da própria economia. É a essa reflexão que a leitura de Felicidade nos remete. Reflexão, diga-se de passagem, feita pelo próprio autor, que escreveu o livro nos quatro meses em que pôde se beneficiar do rico ambiente do Saint Anthony’s College, em Oxford, no fim de 2001, logo após os trágicos atentados de 11 de setembro às torres do World Trade Center”. Também fala a respeito do livro Jardel Dias Cavalcanti: “O tema da felicidade é quase que abandonado por pensadores sérios da atualidade. Agora temos um que se aventurou no assunto. Eduardo Giannetti é um escritor corajoso. Quem ousaria, na atual conjuntura das excessivas e calhordas publicações de auto-ajuda, escrever um livro cujo tema seja a felicidade? Outra questão interessante: quem ousaria comprar um livro cujo título, grafado em preto sobre um fundo abóbora, seja Felicidade? Fico imaginando uma legião de leitores mal-avisados, em busca de uma saída fácil para suas desgraçadas vidas cotidianas, comprando este livro e se decepcionando com sua leitura difícil para um leigo. Pois bem... O livro existe e o que interessa é debater parte de seu conteúdo. Trata-se de Felicidade: diálogos sobre o bem-estar na civilização, de Eduardo Giannetti, publicado pela Companhia das Letras. O livro é escrito em forma de diálogos. O termo Diálogo apresenta-se como uma forma literária na qual o autor procura transmitir idéias através de uma discussão de viva voz. Os exemplos mais antigos dessa forma são os diálogos de Platão, seguidos pelos de Xenofonte e mais tarde pelos de Aristóteles. No período tardio da literatura grega o escritor Luciano transformou essa forma literária num veículo para suas sátiras. Na literatura romana os melhores exemplos são os tratados de Cícero e Tácito (autor de Dialogus de Oratoribus, um diálogo sobre as causas do declínio da oratória)”. Veja mais aqui e aqui.

FONTE:
GIANNETTI, Eduardo. Felicidade: Diálogos Sobre o Bem-Estar na Civilização. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.




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