terça-feira, setembro 30, 2014

ELA DESPREVENIDA & PROGRAMA TATARITARITATÁ


ELA DESPREVENIDA – Desprevenida. Assim, desavisada, sem vigilância ou espantalho, descuidada, cantarolando seu solitário afazer. Imperceptível eu conferia todos os seus gestos indefesos remexendo concentrada no seu labor. Assim, por instantes logos e sem alarde eu fui silentemente acompanhando cada detalhe dos seus movimentos, ao mesmo tempo imaginava sua defesa pegando borboleta, seus flancos desguarnecidos de qualquer resistência, sua expressão desligada do mundo. Eu, senhor absoluto, dos pés à cabeça, pronto para invadir seu parque de diversão e me esbaldar faturando alto, quebrando recorde, furtivo, ladinho, suingue de camisa fazendo estrago na sua arrumação e polidez, candidato ao título de maior craque do seu coração, domando seus movimentos, desejos, beijos, abraços, intenções, verdadeiramente encurralada pela minha vil possessão. Não é diferente e submissa entrega o reino dos céus de mão beijada para a minha completa posse misturando lábios, gozo, braços e pernas, até nos perder de nós mesmos e nos encontrarmos um no outro realizado. © Luiz Alberto Machado. Direitos reservados. Veja mais aqui.


PROGRAMA TATARITARITATÁ – O programa Tataritaritatá que vai ao ar todas terças, a partir das 21 (horário de Brasilia), é comandado pela poeta e radialista Meimei Corrêa na Rádio Cidade, em Minas Gerais. Confira a programação desta terça aquiLogo mais, a partir das 21hs, acontecerá mais uma edição do programa Tataritaritatá, com apresentação de Meimei Corrêa e com as seguintes atrações na programação: Johan Svedsen, Chico Buarque, Jonhnny Mathis Ricardo Machado & Fernando Fiorese, Sonia Mello, Mácleim, Marisa Serrano, Kel Monalisa, Rita Ribeiro, Gardênia Marques, Bony, Clara Redig & muito mais! Veja mais aqui.

SERVIÇO:
O que? Programa Tataritaritatá
Quando? Hoje, terça, 30 de setembro, a partir das 21hs
Onde? No MCLAM 
Apresentação: Meimei Corrêa


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E mais:
O lamentável expediente da guerra aqui.
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A refém do amor & Programa Tataritaritatá aqui.
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segunda-feira, setembro 29, 2014

GREGORY BATESON, LEONTIEV, PINEL, DORO, ÓLEO DE PEROBA & O HORÁRIO PUTO ELEITORAL DA SILVA



DORO PRESIDENCIÁVEL DÁ UMA DENTRO – Como o Doro presidenciável a não sei quê, sem partido, sem ter onde cair morto, sem eira nem beira, não se conforma de ser candidato sem chapa nem nada, resolveu conferir de perto no Horário Eleitoral Gratuito se por cagada do TSE saía o material e foto dele lá. Pregou o olho na telinha e viu um, outro e tantos candidatos e nada seu. Ouviu tanto a palavra “mudança” que falou: - Isso é mudança ou mundiça?!? Mais reticente que tudo, teve paciência de ficar o tempo todo ouvindo cada um da citada mundiça expressar suas propostas. Depois de tudo, ele esgueirou-se e reafirmando enfaticamente: - Sou mais eu!! -, apoderou-se dum tamborete e, primeira esquina que encontrou, fez um discurso relâmpago largando os seus impropérios misturados aos borborigmos e despautérios. Aí um bêbo lá que passava perguntou: - Cê vai votar mesmo em quem, hem? Na hora deu um branco no quengo dele e berrou: - Golbery Lessa! Foi, deveras, um ato falho. Nem ele mesmo vota nele. Aí o bebo disse: - Entonse, vou votá nesse! E eu também.

ÓLEO DE PEROBA – Deu no noticiário que desde julho as fábricas de óleo de peroba tem batido todos os recordes de superávit, ultrapassando o lucro dos bancos, dos planos de saúde, das companhias de seguro e em tudo que se imagine! Um renomado economista salientou que o lucro dessas fábricas nos últimos dois meses, ultrapassaram os lucros de mais de 10 anos acumulados de todos os segmentos sociais. Aí o Doro comentou: - Tomém, meu, com a cara de pau dos políticos cum suas promessa, prurisso num tem óleo de peroba que dê vencimento na maquiagem deles! Veja mais presepada do Doro aqui.

JÁ DIZIA GREGORY BATESON – O biólogo e antropólogo inglês Gregory Bateson (1904 – 1980) pode ser considerado o pai da análise das perturbações mentais na perspectiva de sistema, em que o sujeito perturbado é apenas um componente de uma dinâmica de atividade social já estabilizada. Sabiamente ele chegou a afirmar: “Os processos políticos não são senão fenômenos biológicos, mas qual político sabe disso?" (Gregory Bateson, Passos para uma ecologia da mente). Destá.

LIÇÕES DE LEONTIEV – O psicólogo russo Alexis Nikolaevich Leontiev (1903-1979), no seu livro O desenvolvimento do psiquismo, traz sempre uma colocação apropriada para nosso melhor entendimento, tais como “A consciência individual do homem só pode existir nas condições em que existe a consciência social [...] A linguagem é aquilo através do que se generaliza a experiência da prática socio-histórica da humanidade. [...] O alimento é, sem dúvida, objeto material. No entanto, o significado da palavra alimento não contém um grama de substância alimentícia”. Veja mais aqui.

SACADA DO PINEL – No seu livro Bipsicologia, John P. J. Pinel dá uma sacada arretada: “Você é o produto intelectual de uma cultura que promove formas inconsistentes de pensar inconsistentemente sobre as bases biológicas do comportamento”. Veja mais aqui.


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terça-feira, setembro 23, 2014

EROS & CIVILIZAÇÃO DE MARCUSE & O CONDOR VOA DE CORNEJO POLAR


O CONDOR VOA – O livro O condor voa: literatura e cultura latino-americana, de Antonio Cornejo Polar, aborda temas como critica literária, pluralidade e totalidade, o corpus da literatura latino-americana, imediatismo e perenidade, a dupla audiência da literatura de fundação da República, os sistemas literários como categorias históricas, reflexões a partir de uma relação textual entre o Inca e Palma, discursos coloniais e formação da literatura hispano-americana, José Donoso e a nova narrativa, neo-indigenismo e Manuel Scorza, o discurso da harmonia possível, condição migrante e intelectualidade multicultural, Arguedas, estatuto sociocultural, voz e letra no dialogo de Cajamarca, heterogeneidade não dialética, entre outros importantes assuntos.

REFERÊNCIAS
POLAR, Antonio Cornejo. O condor voa: literatura e cultura latino-americana. Belo Horizonte: UFMG, 2000.

EROS E CIVILIZAÇÃO – A obra Eros e civilização: uma interpretação filosófica do pensamento de Freud, do sociólogo e filosofo alemão pertencente à Escola de Frankfurt, Herbert Marcuse (1898-1979), na primeira parte aborda sobre o domínio do princípio de realidade, a tendência oculta na psicanálise, o princípio do prazer e da realidade, repressão genética e individual, retorno d reprimido na civilização, racionalização da renúncia, civilização e carência, recordação de coisas passadas como veiculo de libertação, a ontogênese e origem do individuo reprimido, o aparelho mental como união dinâmica de opostos, estágios na teoria dos instintos de Freud, a natureza conservadora comum dos instintos primários, a possível supremacia do principio do Nirvana, Id, ego e supergo, a corporalização da psique, caráter reacionário do superego, avaliação da concepção básica de Freud, análise da interpretação da história na psicologia de Freud, distinção entre repressão e mais-repressão, trabalho alienado e o princípio de desempenho, organização da sexualidade, tabus sobre o prazer, organização dos instintos de destruição, dialética fatal da civilização, a filogênese e a origem da civilização repressiva, heramnça arcaica do ego individual, psicologia individual e grupal, a horda primordial, rebelião e restauração do domínio, conteúdo dual do sentimento de culpa, retorno do reprimido na religião, o malogro da revolução, mudanças nas imagens do pai e da mãe, a dialética da civilização, necessidade de defesa contra a destrução, a existência de sublimação, dessexualização, enfraquecimento de Eros e os instintos de vida, livberação da destrutividade, progresso em produtividade e dominação, controles intensificados na civilização industrial, declínio da luta com o pai, despersonalização do superego, contração do ego, alienação, desintegração do princípio de realidade estabelecido, interlúdio filosófico, a teoria da civilização de Freud na tradição da filosofia oriental, o ego como sujeito agressivo e transcendente, logos como lógica de dominação, o protesto filosófico contra a lógica de dominação, ser e devir, pernamencia versus transcendência, o erteno retorno em Aristótles, Hegel, Nietzsche e Eros como essência de ser. Na segunda parte, o autor trata além do princípio de realidade, os limites históriscos desse princípio, obsoletismos da carência de dominação, hipótese de um Novo Princípio de Realidade, a dinâmica instintiva do sentido da civilização não-repressiva, o problema de verificação da hipótese, fantasia e utopia, a fantasia versus razão, preservação do pasado arcaico, o valor de verdade da fantasia, a imagem da vida sem repressão nem ansiedade, possibilidade de liberdade autêntica em uma civilização madura, necessidade de uma redefinição de progresso, as imagens de Orfeu e Narciso, arquétipos de existência humana na civilização não-repressiva, Oferu e Narciso contra Prometeu, luta mitológica de Eros contra a tirania da razão, contra a morte, reconciliação do homem  e da natureza na cultura sensual, dimensão estética, a estética como ciência da sensualidade, reconciliação entre prazer e liberdade, instinto e moralidade, as teorias estéticas de Baumgarten, Kant e Schiller, elementos de uma cultura não-repressiva, transformação do trabalho em atividade lúdica, a transformação da sexualidade em Eros, a abolição da dominação, efeito sobre os instintos sexuais, auto-sublimação da sexualidade de Eros, sublimação repressiva versus livre sublimação, aproveitamento das relações sociais não repressivas, o trabalho como ação livre das faculdades humanas, a possibilidade relações libidinais de trabalho, Eros e Thanatos, a nova ideia de razão, racionalidade da gratificação, moralidade libidinal, a luta contra o fluxo de tempo, mudança na relação entre Eros e o instinto de morte e critica ao revisionismo neofreudiano. Veja mais aqui & aqui.

REFERÊNCIAS
MARCUSE, Herbert. Eros e civilização: uma interpretação filosófica do pensamento de Freud. Rio de Janeiro: Zahar, 1975.


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